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Ronda da Moda GPS: veja as principais novidades da semana

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Ronda da Moda GPS: veja as principais novidades da semana
Redação GPS

Ronda da Moda GPS: veja as principais novidades da semana

Nesta edição de sábado (10) da Ronda da Moda, o GPS|Brasília traz os lançamentos mais aguardados e colaborações inusitadas do universo da moda. De coleções inspiradas em paisagens naturais, como a da Skazi e Alphorria, até a collab inédita entre Lenny Niemeyer e Misci, além de parcerias como a de Neriage com REPREVE®️ e C&A com a Globo.

Confira os principais destaques:

Skazi

A Skazi traz uma linha elegante e sofisticada inspirada nas belezas naturais e na fluidez que o verão pede. A coleção destaca vestidos midi e longos, em uma paleta de tons que variam entre vermelho, off white, areia e baby blue, além de uma estampa exclusiva de folhagens.

Lenny Niemeyer e Misci

Numa colaboração que transcende gerações, Lenny Niemeyer e Airon Martin, da Misci, lançam uma coleção que celebra a sinergia entre o urbano e o tropical, unindo elementos das suas cidades natais, Sinop e Leblon, em peças de beachwear e acessórios com uma brasilidade única.

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Alphorria

Inspirada em paisagens paradisíacas e no conceito de escapismo, a Alphorria lança sua coleção ‘LANDSCAPE’, com peças fluidas e esvoaçantes que celebram a chegada da primavera/verão, em tons aquáticos e suaves.

REPREVE® e Neriage

A REPREVE® se une à Neriage para apresentar a coleção Andrômeda, que utiliza fibras recicladas em peças de malharia retilínea e tricôs com transparências, destacando a versatilidade dos materiais sustentáveis em modelagens sofisticadas.

C&A

Em parceria com a Globo, a C&A lança uma linha de camisetas estampadas com personagens lendárias como Carminha, Nazaré Tedesco e Bia Falcão, trazendo um toque de nostalgia e diversão para os fãs de novelas e moda.

Ryzí e Neriage

Ryzí e Neriage apresentam uma cápsula limitada com uma bolsa inédita, que combina o tridimensional característico da Ryzí com os plissados tradicionais da Neriage, em uma paleta de tons que vai do prata ao canela.

Gisele Bündchen e coleção Colcci Jeans

Gisele Bündchen é o rosto da nova campanha da Colcci Jeans, que marca o lançamento da linha exclusiva de denim da marca, com peças que mesclam elegância e inovação, fotografadas no Belmond Copacabana Palace.

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Cris Barros

A nova coleção da Cris Barros, “Magicians of Life”, celebra os artistas do cotidiano, com peças que trazem um olhar criativo e poético para o verão 2025, inspiradas em diferentes profissões que tornam o dia a dia mais belo.

Carol Bassi

Com foco na beleza e nas formas orgânicas dos Jardins Botânicos, a Carol Bassi lança seu preview para o verão, com peças leves e versáteis, em uma cartela de cores que captura a essência da natureza.

Cia. Marítima

Inspirada na sofisticação natural de Punta del Este, a Cia. Marítima apresenta sua nova coleção Del Mar, que mistura estampas marcantes e modelagens atemporais, celebrando a chegada da temporada de calor com peças que vão além do beachwear.

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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