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Programação junina abre 13º Festival de Inverno do Pontão na próxima terça-feira (25/6)

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Programação junina abre 13º Festival de Inverno do Pontão na próxima terça-feira (25/6)
Redação GPS

Programação junina abre 13º Festival de Inverno do Pontão na próxima terça-feira (25/6)

Com um cardápio gastronômico que contará com muitos quitutes e pratos juninos, o Pontão do Lago Sul realizará o 13º Festival de Inverno, a partir de terça-feira (25/6) até 16 de julho, para aquecer os dias frios da capital federal. Promovido tradicionalmente desde 2009, o evento terá a sua 2ª edição junina atendendo a pedido do público que visita o espaço turístico de Brasília.

No primeiro e segundo dias de festival, terça (25/6) e quarta-feira (26/6), o retorno do festival será celebrado com um cenário decorado com bandeirolas, chapéus, espantalhos, fogueira cenário, área instagramável e até mesmo uma igreja cenográfica. Haverá também bar temático, adega e carrinho de pipoca.

Os dois primeiros dias também serão animados com um belo “arraià”, na altura no Jardim de Eventos do Pontão, que contará com barraquinhas temáticas que servirão ao público a versão finger foods dos pratos que serão disponibilizados nas operações ao longo de todo o festival.

Além de quitutes, com opções gastronômicas que custam entre R$ R$5 e R$ 45, os cardápios prometem menus especiais e releituras de pratos e sobremesas típicas disponíveis para almoço e jantar durante a temporada.

A festa junina do Pontão terá ainda música ao vivo com a Banda Marvin, no dia 25, e com o grupo Forró do Dengo, no dia 26. Para a criançada, carrossel e pescaria vão garantir a diversão. O evento acontecerá das 17h às 23h, nos dois dias, com entrada a R$10,00 (inteira) ou R$ 5,00 (mediante doação de alimentos não perecíveis, exceto sal e flocão, ou cobertor/agasalho que serão doados para o Rio Grande do Sul). As pulseiras serão vendidas na bilheteria do evento.

Confira o menu do 13º Festival de Inverno (25 de junho a 16 de julho):

SOHO
Entrada: creme de mandioca amarela levemente condimentada servida com bacon bits e cebolinha
Prato Principal: black chicken com purê de batata doce (filé de peito de frango temperado ao estilo Cajun, servido com purê e milho grelhado)
Sobremesa: compota de maçã (pedaços de maçã cozidas no açúcar mascavo canela e suco de limão, servida com sorvete de creme)
Menu completo: R$99,00.

Sallva
Entrada: creme de milho criollo
Prato principal: risoto de carne seca com chips de banana
Sobremesa: arroz doce brulée com abacaxi maçaricado
Menu completo: R$129,00.

Same Same
Entrada: rolinho tuk tuk de porco (2 rolinhos harumaki com recheio de repolho, cenoura, pimentão, cogumelo, macarrão bifum, cebola, coentro, cebolinha e alho, e carne de porco- servidos com molho hot-abacaxi da casa)
Prato principal: steak da roça (tirinhas de filé mignon passadas na wok com cebola, mini milho e cebolinha verde, servido com arroz frito tailandês e crispy de cebola roxa)
Sobremesa: Popcorn Pudim (pudim de leite cremoso, servido com pipoca de caramelo e flor de sal)
Menu completo: R$89,00.

Mormaii
Entrada: croquete de mandioca com carne seca
Prato Principal: risoto de filé mignon e queijo coalho acompanhado por mousseline de goiabada cascão
Sobremesa: crepe gourmet de doce de leite coberto com paçoquinha
Menu completo: R$99,00.

Gran Bier
Entrada: queijo coalho com melado
Prato principal: risoto de carne seca com quibebe de abóbora
Sobremesa: manjar de coco com calda de ameixa
Menu completo: R$89,00.

Chard
Entrada: milho na brasa
Prato principal: arroz junino com linguiça artesanal, queijo coalho, picles de cebola roxa, pimenta de cheiro e molho
Sobremesa: doce de leite com farofa de biscoito e flor de sal
Menu completo: R$99,00.

Izzi Wine Garden
Entrada: arancini de canjiquinha com aioli de parmesão
Prato principal: cuscuz marroquino com carne seca e queijo coalho grelhado
Sobremesa: churros de tapioca servidos com doce de leite cremoso
Menu completo: R$89,00.

Aragon Concept
Entrada: creme de mandioca, dadinhos de queijo coalho, crispy de coco e melaço de cana
Prato principal: arroz de Entrevero (arroz branco, charque, pinhão frito, legumes e tuile de queijo da serra)
Sobremesa: pudim de paçoca
Menu completo: R$99,00.

Manuzá
Entrada: crostini de milho com creme de queijo e paçoca de amendoim.
Prato principal: escondidinho junino (escondidinho de carne seca com batata doce e mandioca c/ queijo e cuscuz marroquino)
Sobremesa: torta “Maçã do Amor” feita com creme inglês, fatias de maçã caramelizadas e calda de laranjas
Menu completo: R$99,00.

Fausto & Manoel
Entrada: caldo verde com crispy de couve e torradas
Prato principal: risoto de costela com canjiquinha
Sobremesa: pudim de macaxeira
Menu completo: R$99,00.

Café e Um Chêro: bolo de macaxeira e coco com calda de paçoca (R$19)

Náutico Café: quentão de cachaça com gengibre, cravo, canela, laranja Bahia e maçã verde (R$18,00)

American Cookies: cookie de doce de leite com farofinha de paçoca (R$19) e chocolate quente com raspas de amendoim (R$19,00).

Geléia: maçã do amor e espetinho de morango com chocolate (R$19,00).

Oakberry: Bowl Works Oak Rock (açaí, paçoca zero, amendoim, leite Ninho, coco rock e banana – R$34,00).

La Paleta: canjica de leite condensado, rapadura e amendoim (R$25,00).

Consulte o regulamento no site oficial do Pontão do Lago Sul.

Serviço
Festa Junina de abertura do 13º Festival de Inverno do Pontão
Data do festival nos restaurantes e quiosques: de 25 de junho até 16 de julho
Festa Junina: 25 e 26 de junho, no Jardim de Eventos, das 17h às 23h.
Local Festa Junina: Jardim de eventos
Endereço: SHIS Ql 10, Lote 1/30 Lago Sul – Brasília – DF
Horário funcionamento Pontão: domingo a quinta, das 7h à 00h | sexta e sábado, das 7h às 1h
Telefone: (61) 3364-0580
@pontaodolagosul

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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