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Park Sul: transformação e modernidade no coração de Brasília

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Park Sul: transformação e modernidade no coração de Brasília
Redação GPS

Park Sul: transformação e modernidade no coração de Brasília

Conhecido como o bairro dos condomínios fechados, o Park Sul conta com uma excelente localização e está recebendo investimentos significativos para modernizar sua estrutura urbana. Atualmente, o bairro está passando por uma transformação importante. De acordo com dados divulgados pela Agência Brasília, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 65 milhões em obras que incluem a construção de galerias pluviais, bacias de contenção, pavimentação, paisagismo, mobiliário urbano, calçadas e estacionamento público. Essas melhorias, que estão gerando 200 empregos diretos e indiretos, prometem elevar ainda mais o padrão de vida na região.

As intervenções estão concentradas atualmente na Quadra 1, onde a escavação de uma rede de galerias pluviais está sendo realizada. O projeto também inclui a implantação de duas praças na região, entre as quadras 5/6 e 10/11, e a pavimentação da via IA SP1, que liga o Park Sul à Estrada Parque Taguatinga (EPTG). Além disso, o setor receberá sinalizações horizontais e verticais e calçadas acessíveis.

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As incorporadoras que contribuíram para o crescimento do bairro também estão participando ativamente do processo de modernização, financiando parte das obras como medida compensatória. Isso reflete o compromisso da Base Incorporações e das demais construtoras que atuam na região em não apenas construir edifícios, mas em fomentar o desenvolvimento sustentável da comunidade.

Com uma trajetória de mais de duas décadas em Brasília, a Base Incorporações tornou-se líder no desenvolvimento de condomínios-clube de alto padrão no Park Sul, um bairro que é sinônimo de qualidade de vida e investimento seguro na capital federal. A construtora possui oito empreendimentos na região: seis já entregues e dois em andamento — o New York, com previsão de entrega para este ano, e o Firenze, previsto para o segundo semestre de 2026.

Fotos: Vanessa Castro

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Os moradores do Park Sul desfrutam de uma localização privilegiada, com o bairro situado próximo ao Setor Hospitalar Sul, o maior polo de saúde de Brasília, e a apenas dez minutos do Aeroporto Internacional de Brasília. Além disso, o Park Sul está bem próximo da região central, facilitando o acesso a pontos estratégicos como a Esplanada dos Ministérios, Setor Bancário, Setor de Autarquias, Setor Comercial e aos maiores shoppings da região. O bairro também fica a apenas 10 minutos do Parque da Cidade.

Se você está à procura de imóveis para morar ou investir, o Park Sul é uma excelente escolha. Conheça as opções de imóveis prontos ou em construção com a Base Incorporações, pioneira no desenvolvimento da região, visitando o stand de vendas localizado atrás do Casapark. Para mais informações, acesse o site da Base Incorporações ou entre em contato com um representante.

Serviço

@baseincorporacoes

baseincorporacoes.com.br/empreendimentos/park-sul/

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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