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No Clube Naval, FAMBRAS promove homenagem às Forças Armadas

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No Clube Naval, FAMBRAS promove homenagem às Forças Armadas
Redação GPS

No Clube Naval, FAMBRAS promove homenagem às Forças Armadas

Fundada em 1979, a Federação das Associações Muçulmanas do Brasil – FAMBRAS é uma referência em se tratando do Islam no Brasil. Em conhecimento nas missões de paz no País, a entidade promoveu um jantar em homenagem às Forças Armadas , em Brasília.

Sobre o encontro, realizado no Clube Naval nessa terça-feira (10), o vice-presidente da entidade, Ali Zoghbi compartilhou: “sabemos que é um desafio atuar em regiões de conflito. Este é um trabalho fundamental que merece não só a nossa reverência como colaboração”.

Ali Zoghbi enfatiza que, ao colaborar com as Forças Armadas na capacitação de seus militares, a Federação presta um serviço ao Brasil. “Acreditamos na urgência do estabelecimento da paz para que o mundo seja mais justo e humano – aliás, algo que o Islam preconiza”.

Confira os registros do jantar:

Mohamad Abdouni Neto e Beatriz Guimarães

Mohamad Abdouni Neto e Beatriz Guimarães
Chef Cida Pessoa

Chef Cida Pessoa
Coronel Mohammad M Hajian

Coronel Mohammad M Hajian
Delduque Martins, Flávio Marega, Ibrahim Abou Nimri e Ali Hussein El Zoghbi

Delduque Martins, Flávio Marega, Ibrahim Abou Nimri e Ali Hussein El Zoghbi
Pedro Peralta e Beatriz Guimarães

Pedro Peralta e Beatriz Guimarães
Mai khalil (Embaixadora do Egito) e Beatriz Guimarães

Mai khalil (Embaixadora do Egito) e Beatriz Guimarães
Adijair José, Clay Peixoto e Coronel Carlos Victor

Adijair José, Clay Peixoto e Coronel Carlos Victor
Ali Hussein El Zoghbi e Delduque Martins

Ali Hussein El Zoghbi e Delduque Martins
Ali Hussein El Zoghbi, Almirante Stewart e Delduque Martins

Ali Hussein El Zoghbi, Almirante Stewart e Delduque Martins
Ali Hussein El Zoghbi, Almirante Veras e Delduque Martins

Ali Hussein El Zoghbi, Almirante Veras e Delduque Martins
Ali Hussein El Zoghbi, Brigadeiro Intendente José Roberto de Queiroz e Delduque Martins

Ali Hussein El Zoghbi, Brigadeiro Intendente José Roberto de Queiroz e Delduque Martins
Ali Hussein El Zoghbi, Comandante André Mello e Delduque Martins

Ali Hussein El Zoghbi, Comandante André Mello e Delduque Martins
Ali Hussein El Zoghbi, Coronel Osni dos Santos e Delduque Martins

Ali Hussein El Zoghbi, Coronel Osni dos Santos e Delduque Martins
Delduque Martins, Flávio Marega, Ibrahim Abou Nimri, Ali Hussein El Zoghbi e Pedro Peralta

Delduque Martins, Flávio Marega, Ibrahim Abou Nimri, Ali Hussein El Zoghbi e Pedro Peralta
Ali Hussein El Zoghbi, General Rabelo e Delduque Martins

Ali Hussein El Zoghbi, General Rabelo e Delduque Martins
Ali Hussein El Zoghbi, Major Brigadeiro do ar José Ricardo de Menezes Rocha e Delduque Martins

Ali Hussein El Zoghbi, Major Brigadeiro do ar José Ricardo de Menezes Rocha e Delduque Martins
Elna Souza

Elna Souza
Faquir André Suleimane e General Rabelo

Faquir André Suleimane e General Rabelo
Ali Hussein El Zoghbi, Marcelo Pimentel e Delduque Martins

Ali Hussein El Zoghbi, Marcelo Pimentel e Delduque Martins
General Abrahão, Ibrahim Abou Nimri, Ali Hussein El Zoghbi e Coronel Osni

General Abrahão, Ibrahim Abou Nimri, Ali Hussein El Zoghbi e Coronel Osni
Hala Bishani, Abdule Wiagne, Nabil Lakhal (Embaixador da República da Tunísia) e Diamoutene Alassane Zié (Embaixador de Côte d’I

Hala Bishani, Abdule Wiagne, Nabil Lakhal (Embaixador da República da Tunísia) e Diamoutene Alassane Zié (Embaixador de Côte d’I
Idervânio Costa (Ministério da Defesa) e Rafaelo Abritta

Idervânio Costa (Ministério da Defesa) e Rafaelo Abritta
Idervânio Costa (Ministério da Defesa) e Rafaelo Abritta

Idervânio Costa (Ministério da Defesa) e Rafaelo Abritta
Liz Lobo

Liz Lobo
Tang Jing shen e Tc Denis Sérikov

Tang Jing shen e Tc Denis Sérikov
Nazelie Bozian, Ibrahim Abou Nimri e Carlos Dias Junior

Nazelie Bozian, Ibrahim Abou Nimri e Carlos Dias Junior
Ministro Augusto Nardes e Renata Andrade

Ministro Augusto Nardes e Renata Andrade
Marcelo Pimentel, Almirante Stewart e Almirante Veras

Marcelo Pimentel, Almirante Stewart e Almirante Veras
Tenente Wladimir Peres, comandante André Mello e Capitão Eduardo Nascimento

Tenente Wladimir Peres, comandante André Mello e Capitão Eduardo Nascimento
Brigadeiro Intendente José Roberto de Queiroz e Gilda Motta

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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