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Mariana Corrêa: “A importância do uso de filtro solar no inverno”

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Mariana Corrêa: “A importância do uso de filtro solar no inverno”
Mariana Correa

Mariana Corrêa: “A importância do uso de filtro solar no inverno”

Muitas pessoas acreditam que o uso do filtro solar é dispensável durante o inverno , mas essa percepção é equivocada. Mesmo em períodos frios , a pele está sujeita aos efeitos nocivos dos raios ultravioleta (UV), que podem causar diversos danos a curto e longo prazo.

Proteção contra raios UV

Embora a intensidade dos raios solares seja menor no inverno, os raios UVA e UVB continuam presentes e podem atravessar nuvens e neblina. Esses raios são responsáveis por danos como envelhecimento precoce, manchas, hiperpigmentação e, em casos mais graves, câncer de pele.

Reflexão dos raios solares

Em algumas condições climáticas, como neve ou superfícies claras, a reflexão dos raios UV pode intensificar a exposição solar. Isso significa que a proteção da pele deve ser mantida mesmo em dias frios e aparentemente nublados.

Prevenção do ressecamento, sensibilidade e envelhecimento precoce

O ar frio e seco do inverno pode deixar a pele mais ressecada e sensível. O uso de protetor solar ajuda a formar uma barreira que impede a perda de umidade e mantém a pele hidratada. Muitos produtos também contêm ingredientes hidratantes, que auxiliam na manutenção da saúde da pele.

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A exposição contínua aos raios UV é uma das principais causas do envelhecimento precoce, incluindo o aparecimento de rugas, linhas finas e flacidez. Usar protetor solar diariamente, mesmo no inverno, ajuda a minimizar esses danos, preservando a aparência jovem e saudável da pele por mais tempo

Proteção contra luz artificial

Além dos raios solares, a pele também é exposta à luz azul emitida por dispositivos eletrônicos (computadores e celulares) e lâmpadas. Alguns protetores solares modernos contêm ingredientes que protegem contra esse tipo de radiação, ajudando a prevenir danos adicionais

Como escolher o protetor solar ideal

Existem diversos tipos de protetores solares disponíveis, cada um adequado para diferentes tipos de pele e necessidades. Entre as opções estão os produtos em spray, creme, fluído, com cor, oil-free, e com fatores anti-idade. Escolher o protetor solar correto, de acordo com seu tipo de pele e as especificidades da estação, é fundamental para garantir a proteção e os benefícios desejados.

Conclusão

Proteger a pele durante o inverno é tão importante quanto no verão. A aplicação regular de protetor solar previne danos imediatos e cumulativos, mantendo a pele saudável, hidratada e protegida contra os efeitos nocivos dos raios UV e da luz artificial. Não se esqueça de consultar um Dermatologista para uma orientação correta e a melhor indicação do produto mais adequado às suas necessidades e garantir uma rotina de cuidados eficiente durante todo o ano.

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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