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Leandro Karnal, Luiz Gaziri e Celina Joppert entre os palestrantes do 1º Congresso da Felicidade de Brasília

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Leandro Karnal, Luiz Gaziri e Celina Joppert entre os palestrantes do 1º Congresso da Felicidade de Brasília
Rafael Badra

Leandro Karnal, Luiz Gaziri e Celina Joppert entre os palestrantes do 1º Congresso da Felicidade de Brasília

Está chegando a primeira edição do Congresso da Felicidade de Brasília , em 13 de agosto, no Museu Nacional da República.

Gratuito, o evento terá como foco a ciência da felicidade, com uma programação repleta de palestras de especialistas renomados, mesa redonda com autoridades, vila gastronômica e encerramento com grande um espetacular musical. Entre os experts, nomes de referência nacional em áreas que se conectam com o tema do congresso, como Leandro Karnal, Luiz Gaziri, Celina Joppert e Sálua Omais, além da atração internacional, o famoso butanês Thakur S. Powdyel, conhecido por implementar o índice de Felicidade Interna Bruta (FIB) no Butão.

Palestras

O primeiro talk do dia é nada menos que a palestra magna do professor doutor Thakur S. Powdyel, que abordará a forma como o Butão inspira o mundo por meio do índice de Felicidade Interna Bruta. Ainda pela manhã, a professora, psicóloga e palestrante Sálua Omais, especialista em psicologia positiva, falará sobre o tema do congresso, a “ Ciência da Felicidade ”.

Escolha ser Feliz” é o tema escolhido pela palestrante, consultora e cantoterapeuta Celina Joppert, curadora de conteúdo certificada em psicologia positiva, que dá início às palestras da tarde. Posteriormente, o autor, professor, palestrante e especialista em comportamento Luiz Gaziri, com vários livros escritos, palestrará sobre “Felicidade nas Organizações e Empresas ”. Encerrando as palestras do dia, o famoso professor, historiador, escritor e palestrante Leandro Karnal, relacionará dois temas que andam juntos: “ Felicidade e Filosofia ”.

Leandro Karnal - credito Danilo Borges

Leandro Karnal – credito Danilo Borges

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Luiz Gaziri - Divulgacao

Luiz Gaziri – Divulgacao

Celina Joppert - Divulgacao

Celina Joppert – Divulgacao

Salua Omais - Divulgacao

Salua Omais – Divulgacao

Thakur S. Powdyel - Divulgacao

Thakur S. Powdyel – Divulgacao

Arte, gastronomia e música

A abertura do evento será feita pelo governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. A partir daí, a programação do dia segue com as palestras e as demais atividades. Ibaneis também inaugura a Vila da Felicidade, no primeiro intervalo da manhã, com autoridades e líderes de organizações, assim como a galeria de arte com 10 obras premiadas sobre o tema Brasília Capital da Felicidade, realizado pela Aliança das Mulheres que Amam Brasília (AMABRASÍLIA) .

Já no intervalo posterior, para o almoço, os brasilienses e turistas presentes poderão se deliciar com as opções de comes e bebes que estarão à venda na Vila Gastronômica. Ao encerramento do evento, depois das 18h, a banda Eduardo & Mônica, conhecida por adaptar clássicos do rock em ritmo carnavalesco, comanda o som com um show animado, convidando o público a cantar e dançar, mais um momento de intensa felicidade para todos os participantes.

Entre a participação de autoridades ao longo da programação, também vale destacar a vice-governadora do DF, Celina Leão, e o painel sobre o tema Movimento Brasília Capital da Felicidade, coordenado por Adriana Faria, com Cosete Ramos (idealizadora do Movimento), José Humberto (secretário de Governo do GDF), Leonardo Ávila (presidente do CODESE-DF) e Hélvia Paranaguá (secretária de Educação do DF).

Realização

O 1º Congresso da Felicidade de Brasília foi idealizado pela professora doutora Cosete Ramos, pioneira, presidente da AMABRASÍLIA e do Movimento Brasília Capital da Felicidade. A realização é do IPCB, Instituto de Produção Socioeducativo e Cultural Brasileiro, com apoio do Ministério da Cultura, do Governo do Distrito Federal, da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, da Secretaria de Turismo do Distrito Federal e da Secretaria de Educação. A entrada é franca, mediante inscrição pelo site ( https://felicidade.inscrever.me/home ). Como o número de assentos é limitado, é recomendado chegar cedo.

“Este fantástico congresso é o primeiro passo no sentido de realizar o novo sonho da sociedade civil do Distrito Federal. Estamos oferecendo para a população que ama Brasília e que sonha em transformá-la na Capital da Felicidade, inspirado pelo ideal que nos trouxe à Brasília, liderado pelo nosso amado Presidente Juscelino Kubitschek”, comenta Cosete Ramos. “Felicidade é um sentimento fundamental na vida de todos os seres humanos e, portanto, merece se tornar uma política pública, apoiada pelo Governo.”

“O Congresso se apresenta como um convite para desbravar as diversas facetas que compõem a felicidade, saúde, alegria e bem-estar”, explica o administrador do IPCB, Jorge Luiz Silva. “É uma oportunidade para examinar a felicidade e o bem-estar por meio de diferentes abordagens, que ampliam horizontes e oferecem ferramentas práticas para uma vida mais plena e feliz”.

*Serviço:*

1º Congresso da Felicidade de Brasília

Local: Museu Nacional da República

Data: 13 de agosto (terça-feira), a partir das 8h à 0h

Mais informações: @congressodafelicidadebsb

Entrada gratuita, mediante inscrição no site ( https://felicidade.inscrever.me/home )

Vagas sujeitas à lotação do espaço

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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