BRASIL

GPS indica a Benita, uma casa de massas artesanais que tem conquistado Brasília

Publicado em

GPS indica a Benita, uma casa de massas artesanais que tem conquistado Brasília
Caio Barbieri

GPS indica a Benita, uma casa de massas artesanais que tem conquistado Brasília

Quase imperceptível na disputada e badalada comercial da 402 Sul, em Brasília, o Benita Paninoteca vem conquistando os paladares da cidade com um delicioso conceito de comida afetiva e artesanal.

O sonho das donas começou pouco antes da pandemia e, mesmo com atropelos e desafios do momento, acabou se tornando real, com um local extremamente agradável e localizado numa das melhores ruas de variedade gastronômica da nossa capital.

Especializada em pães, massas e sobremesas, a casa de apenas cinco meses de existência já se destaca pela qualidade e pelo ambiente encantador projetado pelo arquiteto André Alf. O espaço reduzido preza pela manutenção da qualidade e do atendimento, quase sendo uma experiência na residência de antigos conhecidos.

Comandante da cozinha, a chef Soraya Amorim, que é padeira de formação e com uma simpatia única, conta que a inspiração para o Benita foi de recriar em um ambiente comercial a atmosfera acolhedora das refeições realizadas com toda a família, naqueles bons tempos de união e prozas entre parentes.

“É casa de avó, né? Tudo que a gente comia em casa, naquele tempo, é o que eu gosto de fazer para os meus amigos, quando estão conosco”, revelou.

Com um cardápio que inclui brusquetas de mix de cogumelos, caprese e de doce de pera com gorgonzola, uma das mais pedidas, além do tradicional talharim com almôndegas, o Benita promete uma experiência gastronômica reconfortante e saborosa.

Leia Também:  Agendão GPS: pagode, teatro e festivais gastronômicos agitam o fim de semana

A indicação para a sobremesa foi a disputada rabanada recheada com ganache de chocolate e sorvete de baunilha, uma pedida perfeita para encerrar com chave de ouro a experiência inesperada da nossa equipe.

Embora ainda pouco conhecido, mas sempre bem frequentado, o Benita também sugere um gnocchi com ragu de carne ou a famosa parmegiana, tudo com preço justo, daquele tipo que a gente paga sem torcer o nariz.

Você deve saber, mas o quadro do GPS|Indica é um programa das nossas redes sociais que tem sido gravado há mais de um ano, para dar dicas de lugares acolhedores, com boa culinária e para as mais diversas realidades do brasiliense.

Desta vez, a escolha, mais que acertada, conta com o apoio do Speciale Espresso , a nova linha premium do Café do Sítio , mais um produto orgulhosamente brasiliense.

“Para vocês que ainda não conhecem a nossa casa, venham que vão se encantar pela nossa comida, pelo nosso ambiente. Com certeza, vocês vão adorar”, garantiu a chef.

Veja a gravação:

The post GPS indica a Benita, uma casa de massas artesanais que tem conquistado Brasília first appeared on GPS Brasília – Portal de Notícias do DF .

Leia Também:  Após Brasília, Raquel Santiago expande seu negócio para Palmas

Fonte: Nacional

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

BRASIL

Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

Published

on

O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

Leia Também:  Especial Paris 2024: saiba onde comer em Brasília como se estivesse na França

Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

Leia Também:  IPCA fecha julho com alta de 0,38%. Prévia de agosto do IGP-M sobe 0,33%

O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA