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Funn Festival 2024: música, diversão e aventuras inesquecíveis para todas as idades

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Funn Festival 2024: música, diversão e aventuras inesquecíveis para todas as idades
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Funn Festival 2024: música, diversão e aventuras inesquecíveis para todas as idades

O Funn Festival 2024 está prestes a oferecer um final de semana memorável com uma programação diversificada e atrações para todos os gostos. Na sexta-feira (21/6), Fundo de Quintal, Paulo Ricardo e Roupa Nova combinando samba, pop rock e clássicos. No sábado (22/6), Caio Luccas, MC Maneirinho e Filipe Ret animarão o público com rap e funk. E no domingo (23/6), o youtuber Enaldinho apresenta o espetáculo “O Mistério do Circo,” com muita aventura e mistério.

Sexta-feira, 21 de Junho

Fundo de Quintal : A noite de sexta começa com Fundo de Quintal, um dos grupos mais icônicos do samba. Com uma carreira que atravessa gerações, o grupo promete envolver o público com seus grandes sucessos e a inconfundível batucada que é referência no gênero.

Paulo Ricardo : Em seguida, Paulo Ricardo, ex-vocalista do RPM, apresenta um repertório repleto de sucessos que atravessaram décadas. Com hits que vão desde os tempos do RPM até sua carreira solo, Paulo Ricardo garantirá uma viagem musical inesquecível para o público.

Roupa Nova : Encerrando a noite, a banda Roupa Nova sobe ao palco trazendo seus clássicos atemporais do pop rock. Conhecidos por suas harmonias vocais e melodias que marcaram gerações, a banda promete uma performance emocionante que vai resgatar memórias e tocar os corações dos presentes.

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Sábado, 22 de Junho

Caio Luccas : O sábado será dominado pelo rap e funk, começando com Caio Luccas. Esse jovem talento do rap se destaca por seu estilo único e autêntico, oferecendo uma performance cheia de energia e originalidade.

MC Maneirinho : Logo depois, é a vez de MC Maneirinho subir ao palco com suas batidas contagiantes e letras que fazem sucesso nas pistas de dança. Com músicas que são garantia de animação, ele promete fazer todos dançarem até o final.

Filipe Ret : Fechando a noite Filipe Ret. Um dos nomes mais influentes do rap nacional, Filipe traz letras fortes e ritmos envolventes que refletem a realidade urbana e prometem levantar o público.

Domingo, 23 de Junho

O Mistério do Circo com Enaldinho : No domingo, a diversão continua com a estreia do espetáculo “O Mistério do Circo” protagonizado pelo youtuber Enaldinho. Em uma trama cheia de mistérios e aventuras, Enaldinho e seus amigos enfrentarão situações inesperadas em um circo, prometendo entreter e surpreender o público com uma história envolvente.

Serviço:

  • Data : 21,22 e 23 de junho de 2024
  • Local : Funn Festival, Brasília
  • Ingressos : Disponíveis no site oficial do evento e na bilheteria do festival
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Para mais informações, acesse o site oficial do Funn Festival ou entre em contato com a organização.

Os ingressos estão à venda no site oficial do evento e também estão disponíveis para compra na bilheteria do próprio festival, localizada no Estacionamento 09 do Parque da Cidade, em Brasília, e nas lojas do do Café e um Cherô da Asa Sul, CLS 107 Sul, Bloco C – Loja 02, Asa Norte, SCLN 109 Norte, Bloco C – Loja 37 e Noroeste, CLNW EQ 2/3, Bloco K, Edifício Ícone – Loja 04.

O Funn Festival é apresentado pela Caixa Econômica Federal, com patrocínio dos Correios e do Governo Federal. Clientes Cartões Caixa têm até 20% de desconto nos ingressos adquiridos no site .

SERVIÇO:

Estacionamento 9, Praça das Fontes, Parque da Cidade-Brasília/DF

Funcionamento:

Sexta-feira a partir das 18h

Sábado e domingo a partir das 9h

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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