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Universal Orlando Resort lançará a terceira área de Harry Potter; veja os detalhes

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Universal Orlando Resort lançará a terceira área de Harry Potter
Redação GPS

Universal Orlando Resort lançará a terceira área de Harry Potter

Orlando segue sendo um reduto de turistas brasilienses e, para a alegria de quem está de viagem marcada novamente para o destino, há novidades nos parques. Em 2025, o Universal Orlando Resort lançará a terceira área temática de Harry Potter , com The Wizarding World of Harry Potter – Ministry of Magic – um dos cinco mundos que chegarão no ano que vem.

Situada na mágica Paris dos filmes Animais Fantásticos e no Ministério da Magia britânico da série de filmes Harry Potter, a novidade inclui restaurantes fantásticos, lojas extravagantes, entretenimento e a atração mais ambiciosa e inovadora que a Universal já criou.

Além do portal ornamentado do novo mundo, os visitantes viajarão primeiro de um parque Trouxa em Paris para o espetáculo da Place Cachée de 1920, um distrito comercial escondido e movimentado, repleto de edifícios Haussmannianos, lojas, cafés nas calçadas e cúpulas parisienses.

Lá, os visitantes poderão lançar feitiços pelas ruas usando varinhas interativas, encontrarão feras fantásticas em um circo itinerante e — pela primeira vez no The Wizarding World of Harry Potter — viajam através dos países e do tempo para a Londres dos anos 90 usando o Métro-Floo para uma aventura dentro do Ministério da Magia Britânico.

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Foto: Cortesia

Confira as novas atrações da área:

Harry Potter and the Battle at the Ministry

A aventura começa quando os visitantes viajam pelo Métro-Floo para chegar até o Ministério da Magia Britânico, para o tão esperado julgamento de Dolores Umbridge.

Ao chegar, os convidados entrarão no grande átrio do Ministério e se aventurarão por outros departamentos antes de embarcar em elevadores mágicos e omnidirecionais para assistir ao julgamento até que Umbridge tente escapar;

Foto: Cortesia

Le Cirque Arcanus

Pela primeira vez no The Wizarding World of Harry Potter, os visitantes poderão desfrutar de uma experiência teatral ao vivo e em grande escala no coração da área com o Le Cirque Arcanus. Esse show conta com artistas ao vivo e arenialistas, marionetes, efeitos especiais brilhantes e muito mais;

Cosme Acajor Baguettes Magique

Os visitantes podem comprar algumas das melhores varinhas do mundo projetadas pelo estimado fabricante artesanal de varinhas Cosme Acajor na principal loja de varinhas de Paris, a Cosme Acajor Baguettes Magique;

Foto: Cortesia

Inspiring Wand Magic

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Enquanto os visitantes exploram as ruas da Paris mágica, eles podem usar suas varinhas interativas para criar experiências mágicas ao lançar feitiços em vários locais, interagir com feras fantásticas como Nifflers, Bowtruckles e um Demiguise, e se envolver com objetos encantados em muitas das vitrines das lojas, além de outras áreas em toda a maravilhosa Place Cachée;

Foto: Cortesia

Os visitantes também podem saborear deliciosos pratos internacionais e comprar souvenirs e produtos durante sua visita ao The Wizarding World of Harry Potter – Ministry of Magic, em restaurantes e lojas altamente temáticas.

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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