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Festa do Morango de Brazlândia celebra 28ª edição com shows e sabores únicos

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Festa do Morango de Brazlândia celebra 28ª edição com shows e sabores únicos
Redação GPS

Festa do Morango de Brazlândia celebra 28ª edição com shows e sabores únicos

Brazlândia se prepara para mais uma edição da tradicional Festa do Morango , que em 2024 chega à sua 28ª realização. O evento, marcado para ocorrer entre os dias 6 e 9 e 12 e 15 de setembro, destaca a importância da produção de morango na região e promete movimentar a economia local com uma ampla programação cultural.

Com entrada gratuita mediante a doação de um quilo de alimento não perecível, a festa contará com a participação de cerca de 40 produtores locais, que apresentarão o fruto em diversas formas, desde o tradicional morango in natura até produtos artesanais como geleias, tortas, sucos, e até mesmo chope de morango.

A festividade, organizada pela Rosa dos Ventos e pela Associação Rural e Cultural Alexandre de Gusmão (Arcag), em colaboração com diversas entidades governamentais e de apoio ao agronegócio, celebra a força do agronegócio de Brazlândia, responsável por mais de 5 mil toneladas de morangos produzidos anualmente na região.

Programação Cultural

A Festa do Morango de 2024 também promete ser um grande evento cultural, com shows de renomados artistas nacionais. O cantor Leonardo será a principal atração, se apresentando no dia 7 de setembro. A programação musical inclui ainda apresentações de Grelo na abertura, Gino & Geno, Dilsinho, Trio Parada Dura, e o encerramento com a dupla César Menotti e Fabiano, no dia 15 de setembro.

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Além dos grandes nomes da música sertaneja e popular brasileira, o evento também abrirá espaço para artistas locais, valorizando a cultura da região. “É uma oportunidade de destacar o talento e a criatividade dos artistas de Brasília, ao lado de atrações consagradas no cenário nacional”, comenta um dos organizadores do evento.

Atrações

O evento acontecerá na Associação Rural Cultural Alexandre de Gusmão, em Brazlândia, e oferece atrações para todas as idades, com a presença da Morangolândia, Florabraz, feira de artesanato, Fazendinha, Salão do Produtor, além de uma praça de alimentação e parque de diversões. As atividades ocorrerão das 18h às 2h às quintas e sextas-feiras, e das 10h às 2h aos sábados e domingos.

Com foco no agronegócio e na economia criativa, a Festa do Morango de Brazlândia já se consolidou como um evento de grande relevância para a região, atraindo visitantes de todo o Distrito Federal e reafirmando a importância de Brazlândia como a maior produtora de morangos do DF.

SERVIÇO

Festa do Morango de Brasília 2024
– Data: de 6/9 (sexta-feira) a 8/9 (domingo); de 12/9 (quinta-feira) a 15/9 (domingo).
– Horários: quinta e sextas das 18h às 2h; sábados e domingos, das 10h às 2h.
– Local: Associação Rural Cultural Alexandre de Gusmão (Arcag), Núcleo Rural Alexandre de Gusmão, Incra 6, Brazlândia-DF.
– Classificação: livre (menores de 16 anos deverão estar acompanhados pelos responsáveis).
– Entrada franca, mediante doação de um quilo de alimento
– Organização: Rosa dos Ventos e Associação Rural e Cultural Alexandre de Gusmão (Arcag).
– Apoio: Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Secretaria de Estado de Turismo do Distrito Federal, Administração Regional de Brazlândia, Emater-DF, Ministério da Agricultura e Pecuária e Polícia Militar do Distrito Federal.

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PROGRAMAÇÃO
– Dia 6 de setembro: Grelo
– Dia 7: Leonardo
– Dia 8: Gino e Geno
– Dia 13: Dilsinho
– Dia 14: Trio Parada Dura
– Dia 15: César Menotti e Fabiano

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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