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Em Paris para as Olímpiadas, Clayton Camargos dá dicas para quem quer conhecer a França

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Em Paris para as Olímpiadas, Clayton Camargos dá dicas para quem quer conhecer a França
Pedro Reis

Em Paris para as Olímpiadas, Clayton Camargos dá dicas para quem quer conhecer a França

Paris, a cidade-luz, está ainda mais iluminada com a presença dos Jogos Olímpicos. Clayton Camargos, nutricionista e especialista do GPS | Brasília , está na capital francesa para assistir às competições e aproveitou para compartilhar suas dicas preciosas para quem deseja explorar a França.

Conhecido por suas orientações de saúde e bem-estar, Clayton agora mostra que também entende muito de viagens, combinando seu amor pela culinária com uma paixão por explorar o mundo.

Clayton Camargos na abertura dos Jogos Olímpicos de Paris 2024 - foto cortesia
Clayton Camargos na abertura dos Jogos Olímpicos de Paris 2024 | Foto: cortesia

Passagem pelas Olimpíadas

Clayton está em Paris acompanhado de seu marido, Caio Mendonça, que já morou na cidade. “É a 20ª vez que viemos juntos a Paris. Caio fez residência aqui e temos uma relação muito próxima com a cidade” , contou Clayton.

Eles estão na cidade desde terça-feira (23) e ficarão até domingo (28), quando seguirão para Portugal. Clayton e Caio assistiram à abertura dos Jogos no Quai de Seine, às margens do rio Sena. “Foi tudo muito bem organizado, com uma fila longa devido à segurança reforçada na cidade” , relatou.

Restaurantes recomendados

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Clayton recomenda diversos restaurantes em Paris que valem a visita. O Kong, localizado próximo ao shopping La Samaritaine, oferece uma vista deslumbrante da cidade com sua cúpula de vidro. Para quem deseja uma experiência no Louvre, o Loulou é uma ótima opção, permitindo desfrutar de uma refeição enquanto explora o museu.

No bairro Marais, o Le Trésor serve pratos tradicionais como escargot e confit de canard, representando a cozinha do sudoeste francês. Outra excelente escolha é o Bonnie, na cobertura do hotel SO/ Paris, que oferece uma vista panorâmica de 360 graus de Paris.

Restaurante Bonnie - foto reprodução
Restaurante Bonnie | Foto: reprodução

Locomoção na Cidade

Com a segurança reforçada e diversas áreas fechadas devido às competições, o melhor meio de transporte em Paris atualmente é o metrô. “A cidade está sendo usada para as provas, então setores são fechados, dificultando a locomoção. O metrô é a melhor opção” , explicou Clayton.

Passeios imperdíveis

Mesmo com a agitação das Olimpíadas, Clayton destaca alguns passeios imperdíveis em Paris. O Louvre, que está com uma nova experiência de exposição do mundo invertido, é um destino que vale a pena conferir. O Instituto do Mundo Árabe, sempre com exposições incríveis, oferece dois passeios em um. Além disso, fazer um passeio pelo palácio de Versailles e assistir às provas de hipismo que acontecem lá é uma experiência única e memorável.

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Hospedagem ideal

Clayton recomenda hospedar-se em Marais, uma região viva e cheia de charme. “A Plaza de Vosges e a região da République são excelentes opções. Para quem quer uma experiência mais monumental, a área central próxima à Concorde e a região da Torre Eiffel são ótimas escolhas” , sugeriu.

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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