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Dermatologista Mariana Correa em Estocolmo: compartilhando inovações

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Dermatologista Mariana Correa em Estocolmo: compartilhando inovações
Mariana Correa

Dermatologista Mariana Correa em Estocolmo: compartilhando inovações

No último dia 1º de junho, tive a oportunidade incrível de participar do evento BTS Beauty Through Science , em Estocolmo, Suécia. Esse evento é um dos maiores encontros de dermatologistas e cirurgiões plásticos da Europa , reunindo cerca de 600 médicos. Fui convidada pelo comitê científico para compartilhar algumas das minhas técnicas de embelezamento natural. Foi uma honra enorme.

Protocolo Thin Face: Rosto Leve e Natural

Um dos pontos altos da minha apresentação foi o Protocolo Thin Face. Muitas pacientes me procuram querendo um rosto mais leve e levantado, mas com naturalidade. Desenvolvi um protocolo em cinco etapas que estimula o efeito lifting sem cirurgia e ainda promove a produção de colágeno. Cada tratamento é personalizado de acordo com as necessidades de cada paciente.

Para ilustrar, mostrei dois casos de antes e depois. Os resultados apareceram após três sessões na clínica, com o uso de injetáveis e tecnologias avançadas, e a melhora foi visível em três meses. Normalmente, os resultados mais notáveis acontecem entre três a seis meses. Além das tecnologias e estímulo de colágeno, também usei produtos que reduzem o volume da gordura facial. E o melhor de tudo, o procedimento é praticamente indolor!

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Inovações com Toxina Botulínica

Também falei sobre as inovações com a toxina botulínica, o famoso Botox. Estudos recentes mostram que, além de paralisar temporariamente os músculos, a toxina pode melhorar a qualidade da pele, dependendo da técnica utilizada. Mostrei um caso em que apenas usei a toxina botulínica para um efeito lifting, deixando a paciente com um visual mais elegante e rejuvenescido.

Rejuvenescimento das Mãos

As mãos muitas vezes entregam a idade de uma pessoa, mesmo quando o rosto está bem cuidado. Usei o exemplo da cantora Madonna para mostrar essa diferença. Apresentei o caso de uma paciente de 56 anos que tratou as mãos, mostrando como é importante cuidar de todas as áreas expostas para um rejuvenescimento completo.

A Escolha do Profissional

Durante a apresentação, destaquei a importância de escolher bem o profissional que realizará os procedimentos dermatológicos. Expliquei a anatomia do rosto e como é crucial ter um conhecimento profundo e prática para garantir a segurança e a eficácia dos tratamentos. Não é apenas uma questão de injetar ou aplicar uma tecnologia; a complexidade dos músculos e artérias do rosto exige um profissional bem capacitado.

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Satisfação do Paciente

A satisfação do paciente é sempre meu objetivo principal. Apresentei a história de um paciente que está em tratamento comigo há alguns anos, ressaltando a importância da continuidade e da confiança no mesmo profissional. Trocas constantes de médicos podem dificultar a manutenção dos resultados a longo prazo. A pele, sendo o maior órgão do corpo humano, precisa de cuidados consistentes e especializados para evitar problemas futuros.

Conclusão

Participar do BTS Beauty Through Science em Estocolmo foi uma experiência enriquecedora. Tive a chance de compartilhar minhas técnicas e aprender com alguns dos melhores profissionais do mundo. Continuo dedicada a oferecer tratamentos de alta qualidade aos meus pacientes, com a garantia de resultados naturais e seguros.

Dra. Mariana Correa, dermatologista pela SBD: e specialista em Dermatologia Estética Regenerativa e reconhecida por seus resultados naturais e elegantes. Palestrante convidada nos principais congressos do Brasil e exterior, o que garante sua constante atualização e dedicação à ciência. Ama compartilhar seus conhecimentos de cuidados com a a pele e procedimentos faciais por meio de palestras e dicas no seu instagram (@dramaricorrea e @grupomarianacorrea).

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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