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BRB distribui R$ 2 bilhões a beneficiários de programas sociais do GDF

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BRB distribui R$ 2 bilhões a beneficiários de programas sociais do GDF
Redação GPS

BRB distribui R$ 2 bilhões a beneficiários de programas sociais do GDF

Para reafirmar a cada dia o seu papel como banco público que contribui para a transformação social, o fomento e o desenvolvimento econômico, social e humano de suas regiões de atuação, o Banco BRB atua em parceria com o Governo do Distrito Federal para o desenvolvimento de soluções que melhoram a qualidade de vida dos brasilienses.

Desde 2019, o BRB já operacionalizou 26 programas do GDF e superou o montante de R$ 2 bilhões em benefícios, auxiliando 374 mil famílias em situação de vulnerabilidade.
“Seguimos com nosso propósito de transformar a vida das pessoas e levar dignidade às famílias do Distrito Federal, seja por meio dos programas sociais, do acesso ao crédito, do atendimento de excelência e do apoio a iniciativas que promovam o desenvolvimento econômico e social da nossa cidade e que impactem positivamente a vida dos cidadãos. A atuação do BRB com os programas sociais do GDF se tornou referência para outras unidades da Federação. Hoje somos exemplo no segmento social e já planejamos expandir nossa frente de atuação para outros entes”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.
Somente no primeiro semestre de 2024, foram distribuídos R$ 337,9 milhões, com valor médio mensal de R$ 56,3 milhões, que contemplaram mais de 232 mil famílias no DF, beneficiárias dos 17 programas disponíveis atualmente. Esse montante aumentou 900% nos últimos 5 anos.
Além de colaborar para a transformação social no DF, a operacionalização dos programas sociais permite a inclusão financeira, o acesso da população a serviços bancários personalizados e a um portfólio completo de soluções desenvolvidas para atender as necessidades de cada cidadão. E, com o atendimento a esses novos clientes, o serviço também gerou para o BRB um resultado líquido de aproximadamente R$ 1,05 milhão no 1S, um aumento de 12% em relação ao mesmo período de 2023.
Essa frente de atuação do Banco contribui, ainda, para o impulsionamento da economia do DF, uma vez que os valores repassados para as famílias promovem uma potente rede de fomento, a exemplo da edição de 2024 do Cartão Material Escolar, que distribuiu R$ 54,2 milhões, com aumento de 22,17% em relação a 2023. Ao todo, 516 papelarias foram credenciadas, aptas a vender o material da lista fornecida pelas escolas da rede pública. Além disso, o Programa Cartão Creche registrou aumento significativo de 51,51% no montante distribuído em 2024 comparado ao mesmo período de 2023, totalizando R$ 30,1 milhões.
Entre os destaques deste ano, está o Programa Acolher Eles e Elas da Secretaria da Mulher (SMDF), que oferece apoio financeiro a órfãos que perderam suas mães por feminicídio, assegurando que suas necessidades básicas como alimentação, moradia, educação, saúde, cultura e lazer sejam atendidas. Com um investimento previsto de R$ 1,4 milhão por ano, o programa já conta com 115 beneficiários e distribuiu R$ 635 mil em 4 meses de operação.
Para os próximos meses, ainda há novidades. Está prevista a operacionalização financeira do Programa DF Alfabetizado, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEE-DF), conforme regulamentação pela Lei Distrital nº 5.134/2013.
Operacionalização
A atuação do BRB em cada programa tem início com a celebração do contrato com a secretaria gestora, quando são avaliadas as melhores soluções para pagamento, de acordo com as características do Programa.
Nos casos dos benefícios pagos via cartão pré-pago, o BRB é responsável pela logística de confecção e entrega segura dos plásticos nas agências, onde os beneficiários realizam a retirada pessoalmente. Por meio do site Sistema de Cadastro Sócio-Econômico , é possível consultar o local e a data de retirada dos cartões.
A distribuição dos valores dos benefícios ocorre mensalmente, ou conforme periodicidade de pagamento do programa, após a disponibilização do recurso financeiro ao BRB pelas secretarias gestoras.
A seleção dos beneficiários também é realizada pelas secretarias, após o cidadão realizar cadastro prévio e preencher requisitos que podem envolver critérios de renda, moradia no DF e outras situações de vulnerabilidade.
Para atendimento às famílias contempladas nos programas sociais, o BRB disponibiliza uma ampla rede de agências, duas centrais de atendimento: 3029-8440 (para cartão pré-pagos) e 3322-1515 (para os programas que utilizam C/C ou poupança), além do APP BRB Social, para acompanhamento dos cartões e respectivos saldos.

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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