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Workshop e feira das mulheres empreendedoras devem alcançar mais de 350 mulheres em Cuiabá

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A Secretaria Municipal da Mulher, em parceria com o Núcleo da Primeira Dama, realiza até o dia 14 deste mês o Workshop da Mulher Empreendedora. A programação acontece na sede da Secretaria da Mulher, na Av. Getúlio Vargas, das 14h às 17h, com conteúdo novo a cada dia. A abertura ocorreu na segunda feira (10), com o tema marketing, detalhando como construir uma marca de impacto no conteúdo Branding, identidade visual e posicionamento, ministrado pela diretora de políticas públicas, Eduarda Butakka. Ao longo da semana, haverá temas oportunos para mulheres que já são empreendedoras ou desejam melhorar o currículo. Cada dia reúne um grupo de 20 participantes.

O tema desta terça-feira (11) será Conteúdo que vende – criando conteúdo para as redes sociais. Apesar de ser gratuito, é necessário fazer inscrição pelo link: https://forms.gle/rNsW34hycirB2DYM7.

O workshop abre espaço para diferentes perfis, já que cada dia recebe um novo grupo de participantes, podendo a mesma pessoa participar em todos os dias, se desejar. É mais uma das várias iniciativas desenvolvidas pela Secretaria da Mulher para mulheres que buscam independência financeira e desejam ampliar o conhecimento. São temas que fortalecem a autoconfiança, desenvolvem habilidades e ampliam as possibilidades de atuação no mercado, destacou a primeira dama e vereadora Samantha Iris.

No encerramento, previsto para o dia 19, além de uma rodada de palestras, haverá uma feira com exposição de produtos produzidos por mulheres empreendedoras que venceram seus próprios medos e desafios, demonstrando a força que motiva. Também haverá depoimentos de casos de sucesso, como fonte de inspiração para futuras empreendedoras. A inscrição pode ser feita no mesmo link citado no texto.

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Segundo a secretária da Mulher, coronel Hadassah Suzannah, esta é mais uma etapa das ações voltadas a fortalecer o protagonismo feminino nos negócios, oferecendo conhecimento, troca de experiências e ferramentas que impulsionem o crescimento pessoal e profissional de cada participante.

É importante destacar que esse tipo de programação reflete o compromisso com políticas públicas que geram autonomia econômica e oportunidades iguais para as mulheres. Aqui na Secretaria da Mulher, cada uma tem espaço para aprender, se inspirar e crescer. Quando uma mulher se fortalece, toda a comunidade avança, frisou Hadassah.

Novembro é o mês do empreendedorismo e, para comemorar, a secretaria amplia a oferta de conhecimento por meio do workshop. Fecharemos a programação com a feira da mulher empreendedora, na escola Dom João II, o antigo Médici, na Av. Mato Grosso, com diversas mulheres expondo seus produtos e serviços na área externa, no estacionamento. Na parte interna, no auditório, haverá um circuito de palestras voltado para alavancar o empreendedorismo. Estamos prevendo alcançar mais de 350 mulheres, explicou Butakka.

A feira de exposição do dia 19 será aberta ao público que queira conhecer, prestigiar e se distrair. Haverá apresentações culturais.

É uma oportunidade para todos que quiserem participar e prestigiar os produtos, saborear e comprar. Será uma forma de contribuir, motivando o trabalho. Também haverá apresentação de Siriri e Cururu e outros repertórios que estão sendo definidos para deixar a programação ainda mais atraente e descontraída. O público poderá apreciar artesanatos como crochês, semijoias, roupas, perfumes, maquiagem, doces e bolinhos, pontuou a diretora de empreendedorismo da SMM, Bruna Rangel.

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Na ocasião, as participantes conheceram mais sobre o trabalho desenvolvido pela Secretaria da Mulher, entre eles o projeto Lutadoras, o Toque de Cuidado (que oferece kit de higiene para mulheres que necessitam), o Kit Maternidade (bolsa, roupinhas, manta e outros itens de bebê) e a Escola da Mulher (cursos de capacitação).

PROGRAMAÇÃO

11/11 – Conteúdo que vende – criando conteúdo para as redes sociais
12/11 – Formalize, precifique e prospere – profissionalizando o seu negócio
13/11 – Receita de sucesso – aprenda como a Bolos da Val transformou bolos caseiros em um negócio lucrativo
14/11 – Atendimento que encanta – criando uma verdadeira experiência para o cliente

Todos no período da tarde, na sede da Secretaria da Mulher.

No dia 19, Empreendedorismo que transforma, das 14h às 17h e das 17h às 20h, com a feira de produtos. Nesse dia, o evento será na escola Dom João II (antigo colégio Médici), na Av. Mato Grosso.

#PraCegoVer

A foto que ilustra o texto mostra o ambiente onde está sendo realizado o workshop Mulheres Empreendedoras, na Secretaria da Mulher. As participantes estão acomodadas de frente para computadores, onde acompanham as atividades. A palestrante está em pé.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Milho pode perder o equivalente a 87 quilos de ureia por hectare

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Um estudo realizado durante duas safras de milho na Argentina mostrou que o uso de um inibidor de urease pode reduzir pela metade, ou até mais, a quantidade de nitrogênio perdida para a atmosfera depois da adubação. Nos ensaios, a ureia convencional perdeu até 20% do nutriente aplicado, enquanto a tratada com o inibidor limitou as perdas a, no máximo, 7%.

O trabalho foi conduzido em campo pelo Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (Inta), na região argentina de Paraná, nas temporadas 2024/25 e 2025/26. O objetivo era comparar o comportamento da ureia comum com o de uma formulação tratada para retardar a volatilização de amônia.

A volatilização ocorre quando parte do nitrogênio presente na ureia se transforma em amônia e escapa para a atmosfera. Isso significa que uma parcela do fertilizante comprado, transportado e distribuído na lavoura deixa de estar disponível para as raízes do milho.

A urease é uma enzima naturalmente presente no solo e responsável por acelerar a transformação da ureia. O inibidor desacelera esse processo durante alguns dias, ampliando a possibilidade de o fertilizante ser incorporado ao solo pela chuva e reduzindo sua exposição na superfície.

Para fazer a comparação, os pesquisadores aplicaram doses de 100 e 200 quilos de nitrogênio por hectare, além de manter uma área sem adubação. As aplicações foram realizadas após chuvas de 24 a 39 milímetros, quando o solo ainda estava úmido e apresentava condições favoráveis à volatilização. As perdas foram acompanhadas nos dias seguintes.

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A maior liberação de amônia pela ureia convencional ocorreu entre o segundo e o terceiro dia depois da aplicação. Na safra 2024/25, entre 14% e 15% do nitrogênio aplicado com essa fonte foi perdido. Com o inibidor, o índice caiu para uma faixa de 6% a 7%.

Na temporada 2025/26, a diferença aumentou. A ureia convencional perdeu entre 13% e 20% do nitrogênio, enquanto a formulação tratada ficou entre 5% e 6%. Os resultados mostram que o inibidor não elimina a volatilização, mas reduz de maneira significativa o volume desperdiçado em situações de maior risco.

Na prática, o prejuízo pode ser expressivo. Em uma adubação de 200 quilos de nitrogênio por hectare, uma perda de 20% representa 40 quilos do nutriente. Como a ureia contém aproximadamente 46% de nitrogênio, isso equivale a cerca de 87 quilos do fertilizante por hectare.

Com o inibidor, a perda observada na mesma dose corresponderia a aproximadamente 22 a 30 quilos de ureia por hectare. Na maior diferença registrada pelo estudo, o tratamento preservou o equivalente a cerca de 65 quilos de ureia em cada hectare.

Se a tonelada do fertilizante custar R$ 3 mil, apenas para ilustrar o tamanho econômico do problema, a perda máxima identificada no estudo corresponderia a R$ 261 por hectare. Em uma lavoura de mil hectares, o desperdício chegaria a R$ 261 mil. O uso do inibidor poderia preservar até R$ 196 mil desse valor, antes de descontar o custo adicional do tratamento.

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O estudo, entretanto, não encontrou diferença estatística de produtividade entre a ureia convencional e a tratada. Os rendimentos variaram de 5.277 a 11.915 quilos de milho por hectare e responderam principalmente à quantidade de nitrogênio aplicada.

Isso significa que conservar mais nitrogênio no solo não garante, isoladamente, uma colheita maior. A resposta do milho também depende da disponibilidade de água, da fertilidade, do potencial da lavoura e do equilíbrio com os demais nutrientes. O benefício imediato demonstrado pela pesquisa foi a redução do desperdício, e não um aumento comprovado da produtividade.

Os resultados também não significam que o inibidor será economicamente vantajoso em todas as aplicações. A decisão depende da diferença de preço entre as duas fontes, do risco de volatilização, das condições do solo e da possibilidade de chuva suficiente para incorporar a ureia depois da adubação.

Embora tenha sido realizado na Argentina, o estudo ajuda a dimensionar um problema enfrentado pelos produtores brasileiros. Ele mostra que, sob condições favoráveis à volatilização, o prejuízo não está apenas na eventual perda de rendimento da lavoura, mas no fertilizante pago pelo produtor que desaparece antes de cumprir sua função.

Fonte: Pensar Agro

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