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Wilson Sons passa a contar com Aurora Coop em operações nos terminais de Rio Grande e Santa Clara

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A Wilson Sons, maior operador de logística portuária e marítima do mercado brasileiro, possui um novo cliente operando a partir do Tecon Rio Grande e do Tecon Santa Clara, no Estado do Rio Grande do Sul. A Aurora Coop, empresa de alimentos, iniciou sua operação este mês, exportando proteína animal de aves e suínos para diversos países incluindo Cingapura, China, Hong Kong (Ásia), Espanha (Europa) e Panamá (América Central). Inicialmente, as cargas transportadas são de produtos oriundos das unidades do frigorífico da Aurora Coop das cidades gaúchas de Erechim, Tapejara e Sarandi.

Entre os motivos para a escolha da Aurora Coop pelos terminais operados pela Wilson Sons está a garantia de uma operação eficiente, segura e sustentável. Além disso, há um melhor aproveitamento de custo para o cliente, uma vez que o Tecon Santa Clara oferece excelente capacidade logística, viabilizando o transporte de mercadorias do Estado para o terminal de Rio Grande e, posteriormente, para o mundo todo. Outro ponto positivo é a boa diversificação da malha logística e a utilização de práticas que resultam na redução de impactos ao meio ambiente durante as operações nos terminais.

Localizado em Triunfo, o Tecon Santa Clara, que atua de forma integrada com o Tecon Rio Grande pelo Rio Jacuí, além de gerar oportunidades comerciais para o mercado gaúcho com a navegação interior, é um importante aliado no desenvolvimento de projetos logísticos mais sustentáveis, utilizando o modal para a redução das emissões de gases de efeito estufa. Por sua vez, o Tecon Rio Grande, o mais automatizado do Brasil e localizado a 320 quilômetros de Porto Alegre, capital gaúcha, utiliza energia 100% proveniente de fontes renováveis para reduzir a emissão de gás carbônico na atmosfera, serviço assegurado por meio dos certificados IRECs (International Renewable Energy Certificates).

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“Nossos terminais oportunizam que produtos e insumos produzidos, no Rio Grande do Sul, possam chegar a todas as partes do mundo, o que muito nos orgulha, em especial quando temos a oportunidade de trabalhar em parceria com uma empresa tão valorosa para nosso Estado como a Aurora Coop, uma grande referência no segmento de alimentação”, afirma Paulo Bertinetti, diretor-presidente do Tecon Rio Grande. “Buscamos sempre oferecer aos nossos clientes operações personalizadas para as suas necessidades. Para isso, estamos sempre nos atualizando com as melhores e mais sustentáveis alternativas logísticas, fornecendo um pacote completo de soluções”, enfatiza.

“Para que a produção possa chegar aos destinos com maior eficiência e rapidez, é necessário que tenhamos um serviço qualificado de transporte e com olhar especial para nossas necessidades. Por isso, estabelecemos uma parceria com a Wilson Sons e estamos empolgados com a possibilidade de operar a partir de dois referenciais terminais brasileiros como o Tecon Rio Grande e o Tecon Santa Clara”, afirma Alisson Marcelo de Lima, Coordenador de Liberações Aduaneiras da Aurora Coop.

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O Tecon Rio Grande é a principal via de acesso do Rio Grande do Sul para o Brasil e o mundo, tornando-se, ao longo de seus quase 27 anos de operação, fundamental para o desenvolvimento econômico do Estado. Atualmente, conta com mais de 3 mil clientes, entre importadores e exportadores, e recebe as principais linhas que escalam o Brasil, oferecendo serviços semanais para todos os trades a partir de 13 clientes armadores. Com localização estratégica, o Tecon Rio Grande tem a capacidade de operar 1,4 milhão de TEUs e receber embarcações New Panamax com seus 900 metros de cais, produtividade, uso de tecnologia e automação, posicionando o ativo como a melhor alternativa para transbordo do Conesul.

O Tecon Santa Clara aposta na eficiência do modal hidroviário e valoriza sua pegada sustentável. Em 2022, o Tecon Santa Clara foi destacado como um dos melhores do Brasil pelo Ministério da Infraestrutura no Prêmio Portos + Brasil, na categoria Movimentação de Contêineres em Terminais Privados.

Fonte: Danthi Comunicação Integrada

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cerrado Mineiro tem um dos melhores rendimentos dos últimos anos

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A colheita do café arábica chegou a 99% nas propriedades acompanhadas pela Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocacer), no Cerrado Mineiro. Além do avanço dos trabalhos, o beneficiamento apresenta rendimento médio de 455 litros de café colhido para a formação de uma saca de 60 quilos, um dos melhores resultados registrados nos últimos anos.

O levantamento considera a situação das lavouras até 11 de setembro. Aproximadamente 90% da produção já passou pelo beneficiamento, etapa em que são retiradas a casca, a palha e as impurezas para obtenção dos grãos que serão classificados e comercializados.

O resultado de 455 litros por saca indica uma relação favorável entre o volume retirado da lavoura e a quantidade de café beneficiado. Quanto menor o volume de frutos necessário para formar uma saca de 60 quilos, melhor tende a ser o aproveitamento industrial da produção.

Esse rendimento ajuda a compensar parte dos custos da colheita, da secagem e do beneficiamento. Para o produtor, significa obter mais sacas comerciais a partir do mesmo volume colhido, embora o resultado financeiro também dependa da qualidade da bebida, da classificação dos grãos e dos preços negociados.

O Cerrado Mineiro reúne cerca de 4,5 mil produtores em 55 municípios e possui aproximadamente 255 mil hectares cultivados. A região produz, em média, 6 milhões de sacas por ano, equivalentes a 12,7% da produção brasileira, e comercializa café com mais de 30 países.

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A cafeicultura regional também se diferencia pela Denominação de Origem Cerrado Mineiro, a primeira reconhecida para cafés no Brasil. O selo identifica produtos cultivados dentro da área delimitada e que atendem aos critérios de origem, rastreabilidade e qualidade.

A etapa final da colheita está concentrada principalmente no recolhimento dos frutos que caíram no chão. A Expocacer estima que esse café represente cerca de 30% do volume da safra. Aproximadamente 80% dessa parcela já foi recuperada.

O índice médio de catação, que representa a retirada de grãos defeituosos durante o beneficiamento, está próximo de 21%. O percentual foi influenciado justamente pela maior participação do café recolhido do chão, normalmente mais sujeito à umidade, fermentação e contato com impurezas.

As chuvas registradas entre os dias 5 e 9 de setembro impediram o encerramento completo da colheita. A umidade elevada do solo dificultou o tráfego das máquinas e interrompeu temporariamente o recolhimento em algumas propriedades. Como a maioria das áreas já concluiu o trabalho, o avanço do percentual restante ocorre de forma mais lenta.

As precipitações, por outro lado, estimularam a abertura das primeiras flores da próxima safra. A florada observada corresponde, em média, a 33% do potencial estimado para as lavouras acompanhadas pela cooperativa.

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Nas áreas que produziram menos nesta temporada, a abertura das flores foi mais intensa e uniforme. Nas lavouras que sustentaram cargas elevadas, a florada apresentou menor intensidade, comportamento relacionado ao esforço realizado pelas plantas durante a formação da safra atual.

A continuidade das chuvas poderá favorecer uma segunda florada de proporção semelhante. O restante do potencial deve se distribuir entre outubro e novembro, conforme a disponibilidade de umidade e as condições de temperatura.

A abertura das flores é uma sinalização positiva, mas ainda não garante o tamanho da próxima produção. Para que se transformem em frutos, as lavouras precisarão de umidade suficiente durante o pegamento, a formação dos chumbinhos e o início da granação.

Com a safra atual praticamente recolhida, rendimento de beneficiamento favorável e as primeiras flores abertas, o Cerrado Mineiro encerra um ciclo e inicia outro. O acompanhamento das chuvas e o manejo nutricional e fitossanitário das lavouras serão decisivos para transformar o potencial observado agora em produção na próxima colheita.

Fonte: Pensar Agro

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