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VLI Registra Crescimento Sólido no Primeiro Semestre de 2024 com Avanço nos Indicadores Financeiros

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A VLI, empresa especializada em soluções logísticas que atua em ferrovias, portos e terminais, apresentou resultados financeiros expressivos no primeiro semestre de 2024, consolidando sua trajetória de crescimento. A receita líquida da companhia atingiu R$ 5 bilhões, um aumento de 14% em relação ao mesmo período de 2023, enquanto o EBITDA registrou um crescimento de 19%, totalizando R$ 2,66 bilhões.

Esse desempenho positivo foi resultado do foco contínuo da VLI em segurança e eficiência operacional, com ênfase em inovação e disciplina na gestão. A geração de caixa operacional alcançou R$ 2,44 bilhões, dos quais R$ 1,84 bilhões foram reinvestidos no negócio, representando um aumento de 44% em comparação ao ano anterior.

Fábio Marchiori, CEO e CFO da VLI, destacou que a empresa mantém seu compromisso com a satisfação dos clientes e a segurança operacional. “Continuamos focados em atender às demandas das ferrovias e portos onde operamos, garantindo a estabilidade e segurança das operações. Nossa gestão financeira sustentável visa proporcionar retorno aos nossos investidores, que colaboram conosco na construção do futuro da logística nacional”, afirmou Marchiori.

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A VLI também registrou um crescimento expressivo nas operações rodoviárias por meio da plataforma Trato, desenvolvida internamente para otimizar a logística dos caminhões que acessam os terminais. No primeiro semestre de 2024, a plataforma movimentou 1,37 milhão de toneladas, um aumento de 62% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Realizações Importantes no Semestre

No primeiro semestre de 2024, a VLI alcançou marcos significativos em diversas áreas. Entre eles, destaca-se o recorde histórico de movimentação de açúcar na safra 2023/2024, com 6,1 milhões de toneladas transportadas pelas ferrovias e 5,1 milhões de toneladas movimentadas no Terminal Integrador Portuário Luiz Antonio Mesquita (Tiplam), representando aumentos de 24% e 28%, respectivamente, em comparação à safra anterior.

Outro destaque foi a entrega de 168 novos vagões graneleiros para a Ferrovia Norte-Sul (FNS), adquiridos em 2023 junto à fabricante Greenbrier Maxion, de Hortolândia (SP), em um investimento total de R$ 200 milhões, que incluiu também a compra de três locomotivas para operação na região.

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Além disso, a VLI emitiu duas debêntures no valor total de R$ 1,85 bilhão durante o semestre. A controlada VLI Multimodal (VMM) captou R$ 1 bilhão, que será direcionado a investimentos na Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), enquanto a Ferrovia Norte-Sul (FNS) emitiu R$ 850 milhões, destinados à recompra da FENS11 e à recomposição do caixa. Ambas as emissões receberam a classificação AAA da Fitch Ratings.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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