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Viva a Vida na Melhor Idade: Idosos recebem atendimento em saúde bucal nos Centros de Convivência

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Os idosos assistidos pelos Centros de Convivência da Prefeitura de Cuiabá receberam, nesta terça-feira (19), atendimentos voltados à saúde bucal. Desde as primeiras horas da manhã, as unidades estavam cheias de idosos aguardando atendimento. A ação foi uma iniciativa conjunta entre as Secretarias Municipais de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência e Saúde, por meio do projeto “Ação em Saúde Bucal – Viva a Vida na Melhor Idade”. A ação aconteceu simultaneamente nos quatro Centros de Convivência: Padre Firmo, João Guerreiro, Maria Ignês e Aidee Pereira. O objetivo foi facilitar o acesso dos idosos aos serviços de saúde bucal, destacando a importância da higiene oral e da prevenção de doenças.

Durante o evento, foram realizadas palestras sobre a importância da saúde bucal, orientações sobre higiene oral e cuidados com próteses dentárias. Além disso, os idosos passaram por triagens para identificar suas necessidades específicas e foram encaminhados para unidades de referência. Kits de higiene bucal também foram distribuídos.

“Realizamos uma avaliação inicial para, posteriormente, encaminhá-los para um serviço mais completo. Avaliamos lesões na cavidade bucal e a necessidade de tratamento dos dentes ainda existentes. Muitos pacientes precisam de novas próteses, pois as atuais, com vida útil de 5 a 7 anos, já têm mais de 10 anos de uso. Vamos fazer essa triagem e encaminhar os dados para a coordenadoria de Saúde Bucal para os devidos encaminhamentos e colocação de novas próteses,” explicou a cirurgiã dentista Rejane Cristina da Cruz Nascimento, da Clínica da Família do CPA I.

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Elir Nascimento, de 67 anos, aproveitou o evento para verificar qual seria o tratamento mais adequado para seu caso. Ele compartilhou que, durante um tratamento anterior, um raio-X revelou um dente escondido sob outro. “Ainda não estava incomodando, mas agora quero tirar a dúvida sobre a necessidade de remoção. Essas ações são muito boas porque nos ajudam a cuidar da saúde de forma preventiva,” comentou ele, destacando que participa das atividades do CCI Maria Ignês há mais de sete anos.

“A saúde começa pela boca. Estudos mostram que gestantes com doenças gengivais têm mais predisposição para partos prematuros. Aqui, no programa Viva a Vida na Melhor Idade, focamos na terceira idade, enfatizando a educação e cuidados com a saúde bucal, incluindo a higienização correta das próteses. Problemas como a gengivite podem evoluir para doenças periodontais, que levam à perda de ossos e dentes. Higienizar corretamente é fundamental,” afirmou Rejane.

A ação reforçou a importância da prevenção e do cuidado com a saúde bucal, especialmente entre os idosos, promovendo qualidade de vida e bem-estar para todos. Dona Marcina Ferreira, de 80 anos, viúva, destacou a importância de cuidar dos dentes e compartilhou sua própria experiência: “Eu estava tratando uma doença que os médicos não descobriram. Acabei descobrindo por conta própria, durante um churrasco, quando percebi que o céu da minha boca estava estranho. Fui para casa, olhei no espelho e vi que havia uma área esbranquiçada. Procurei tratamento e, graças a Deus, estou aqui. Temos que nos observar e cuidar, especialmente porque o câncer, por exemplo, não dói. Qualquer coisa diferente deve ser investigada,” alertou Dona Marcina.

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“Mais uma vez, ficamos muito satisfeitos com o resultado de mais uma ação especial voltada para os nossos idosos. A gestão do prefeito Emanuel Pinheiro e da primeira-dama Márcia Pinheiro tem um cuidado especial com o público da terceira idade, buscando sempre proporcionar mais qualidade de vida. Além dessa ação de Saúde Bucal, continuaremos com outros atendimentos voltados para essa área,” concluiu Jenail Almeida, gerente do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), responsável pelas ações nos centros de convivência.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Espírito Santo testa secagem de café com gás natural e aposta em inovação para elevar qualidade do conilon

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O Espírito Santo iniciou um projeto inédito que pode transformar a secagem do café conilon no Brasil. A partir da safra de maio, produtores capixabas começam a testar o uso de gás natural no processo de secagem dos grãos, em uma iniciativa voltada ao aumento da qualidade, eficiência operacional e sustentabilidade da produção cafeeira.

Os testes serão realizados na Fazenda Chapadão, em Linhares, no norte do Espírito Santo, durante a colheita do conilon. O projeto faz parte do programa de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da ES Gás e conta com aprovação da Agência de Regulação de Serviços Públicos do Espírito Santo (ARSP).

A iniciativa reúne representantes da cadeia cafeeira, instituições de pesquisa e empresas de tecnologia em uma estratégia que busca modernizar uma das etapas mais críticas da produção de café.

Secagem do café entra em nova fase tecnológica

Tradicionalmente, a secagem do café utiliza lenha e outras biomassas como fonte de energia térmica. O novo projeto avalia o gás natural como alternativa capaz de proporcionar maior controle de temperatura, uniformidade no processo e redução das emissões ambientais.

A expectativa do setor é que a tecnologia contribua diretamente para ganhos de qualidade do café capixaba, especialmente no segmento de cafés especiais e de exportação.

Segundo Fabrício Tristão, presidente do Centro do Comércio de Café de Vitória (CCCV), o Espírito Santo já ocupa posição de destaque mundial na produção de café conilon e agora busca avançar também em qualidade e valor agregado.

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De acordo com ele, a etapa da secagem ainda representava um dos principais gargalos para ganhos mais expressivos na padronização e valorização do produto nos mercados internacionais.

Projeto busca ampliar competitividade do café capixaba

A iniciativa acompanha o movimento de modernização da cafeicultura brasileira, marcado pelo avanço tecnológico no campo, maior rastreabilidade e exigências crescentes dos compradores internacionais.

Para a ES Gás, o uso do gás natural na secagem pode abrir novas oportunidades para o agronegócio capixaba, além de estimular investimentos e ampliar o acesso do café brasileiro a mercados premium.

O diretor-presidente da companhia, Raphael Pereira, destacou que o gás natural já possui participação relevante em etapas industriais da cadeia do café, como torrefação e descafeinação, e agora passa a atuar também como ferramenta de inovação na produção rural.

Safra de conilon servirá como laboratório em ambiente real

Os testes ocorrerão em condições reais de safra, com monitoramento técnico e coleta de dados diretamente no campo. O objetivo é avaliar a viabilidade da tecnologia em diferentes aspectos:

  • Técnico-operacional
  • Econômico-financeiro
  • Socioambiental
  • Regulatório
  • Qualidade final do café

Os resultados servirão de base para analisar a possibilidade de expansão do modelo para outros polos produtores nos próximos ciclos agrícolas.

Projeto reúne universidades, setor produtivo e empresas de tecnologia

Além do CCCV e da ES Gás, o projeto conta com participação do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), da Base 27 e de empresas responsáveis pelo fornecimento e adaptação dos equipamentos utilizados no sistema de secagem.

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O professor Aldemar Polonini Moreli, coordenador do Coffee Design no Ifes, destacou que a busca por cafés conilon especiais vem acelerando o desenvolvimento de novas técnicas de pós-colheita, especialmente na secagem.

Segundo ele, a inovação pode ampliar a sustentabilidade da cafeicultura e aumentar a disponibilidade de cafés de qualidade superior no mercado.

Sandbox regulatório permitirá testes inéditos no meio rural

Por envolver o uso de gás canalizado em ambiente rural, o projeto será conduzido dentro de um modelo de sandbox regulatório, com acompanhamento da ARSP.

A proposta permitirá avaliar novas aplicações do gás natural no agronegócio dentro de um ambiente controlado de inovação regulatória.

Para a diretora de Gás Canalizado da ARSP, Débora Niero, o projeto representa uma convergência entre inovação tecnológica, desenvolvimento regional e descarbonização da economia capixaba.

Investimento supera R$ 1 milhão em pesquisa e desenvolvimento

Com aporte aproximado de R$ 1,1 milhão em recursos de Pesquisa e Desenvolvimento, a iniciativa busca consolidar um modelo mais eficiente e sustentável para a cafeicultura do Espírito Santo.

A expectativa do setor é que os resultados fortaleçam ainda mais o protagonismo capixaba na produção nacional de café conilon, elevando a competitividade do produto brasileiro no mercado internacional e ampliando as oportunidades de exportação para os produtores rurais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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