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Vindima traz novas experiências na Cooperativa Vinícola Garibaldi

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Além de perfumar a Serra gaúcha com o aroma das uvas que são colhidas dos vinhedos, o tempo de Vindima chega com novidades no Complexo Enoturístico e no Garibaldi Wine Bar, espaço de happy hour da Cooperativa Vinícola Garibaldi que vem se consolidando como um ambiente de descobertas para os apreciadores da enogastronomia.

São duas novas degustações oferecidas para surpreender os visitantes. A primeira, como bem preconiza o período de celebração à colheita da fruta, é a Degustação de uvas. A experiência traz os melhores cachos, colhidos pelos cooperativados da Garibaldi, permitindo conhecer a matéria-prima que dá origem aos espumantes, vinhos e sucos da marca. A experiência pode ser feita de forma conjunta às bebidas, sendo realizada nas salas de degustação 4 estações, no complexo enoturístico. “O participante, ao comer a uva que dá origem ao vinho tomado, conhecerá mais das características da fruta, com informações e tendo uma experiência única”, conta o Gerente de Marketing da Cooperativa Vinícola Garibaldi, Maiquel Vignatti.

A experiência ocorre com exclusividade durante o veraneio da vindima, no Complexo Enoturístico da Cooperativa Vinícola Garibaldi. As sessões ocorrem diariamente. A degustação de uvas foi incorporada ao projeto Uma história para degustar, que contempla também a degustação de cinco rótulos, visita guiada e taça exclusiva, no valor de R$ 40,00.

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Taça & Prosa estreia na Vindima e incrementa atrações permanentes

A outra novidade que a Cooperativa Vinícola Garibaldi preparou estreia na vindima e, depois, passa a incrementar de forma permanente o já consistente rol de experiências oferecidas ao público. O novo Taça & Prosa oferece uma degustação harmonizada e comentada, convidando as pessoas a se aprofundarem no mundo dos espumantes e de suas sensações. A proposta sugere a combinação de cinco diferentes tipos de espumantes – todos consagrados em concursos internacionais –, cada uma delas pensada pela sommelière da casa, Renata Dutra, para ampliar as percepções do degustador.

No roteiro, com duração aproximada de 1 hora, o visitante poderá perceber as diferentes nuances dos distintos tipos de espumantes, a partir da tipicidade de cada método de elaboração – Asti, Charmat e Tradicional – e das características sensoriais de cada um deles.

O roteiro inicia com o Garibaldi Viognier combinando sua intensidade aromática com o queijo brie envolto em geleia de damasco. A segunda harmonização reúne o Garibaldi VG Brut Rosé com a dobradinha presunto de Parma e melão. O Taça & Prosa segue com a terceira rodada, reunindo as nuances do Acordes Extra Brut, espumante super premium da marca, com o queijo pecorino toscano. Na sequência, é possível experimentar o Garibaldi Prosecco Rosé Sweet apresentado em numa combinação com bruschetta de copa com figo. A nova degustação harmonizada da Cooperativa Vinícola Garibaldi encerra colocando à mesa o premiadíssimo Garibaldi Moscatel em dueto com trufa de chocolate ao leite e espumante.

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O Taça & Prosa dura cerca de 1 hora e tem preço de R120 por pessoa (mediante agendamento ou conforme disponibilidade no local). A experiência ocorre tanto no Complexo Enoturístico quando no Garibaldi Wine Bar, de forma permanente. Os agendamentos podem ser feitos pelo WhatsApp: no Garibaldi Wine Bar, pelo (54) 99382-7266, e no no Complexo Enoturístico pelo (54) 99196-5577.

Fonte: Exata Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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Greening, safra menor e queda no consumo pressionam o setor brasileiro

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A citricultura brasileira chega à safra 2026/27 pressionada por três problemas simultâneos: quase metade das laranjeiras do principal cinturão produtivo está contaminada pelo greening, a produção deve cair cerca de 10% e o consumo mundial de suco perdeu força depois de anos de preços elevados. Embora continue líder global, o Brasil precisa controlar a doença e ampliar mercados para evitar uma pressão maior sobre produtores e indústrias.

A primeira reestimativa do Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus) aponta uma produção de 263,15 milhões de caixas de 40,8 quilos em São Paulo e no Triângulo e Sudoeste de Minas Gerais. O volume equivale a aproximadamente 10,7 milhões de toneladas de laranja.

A projeção ficou 3,1% acima da estimativa inicial, divulgada em maio, mas ainda representa uma queda de cerca de 10% diante das 292,94 milhões de caixas colhidas na temporada 2025/26. A recuperação sobre a primeira previsão ocorreu principalmente porque os frutos ganharam peso com as chuvas.

Entre maio e agosto, o cinturão citrícola recebeu 210 milímetros de chuva, volume 51% superior à média histórica do período. O peso médio estimado passou de 160 para 166 gramas por fruto, reduzindo de 255 para 246 o número de laranjas necessário para completar uma caixa.

O efeito positivo da chuva, porém, não elimina os riscos. A colheita está mais lenta e os frutos permanecem por mais tempo nas árvores, expostos a pragas, doenças e queda prematura. Até meados de agosto, apenas 27% da produção prevista havia sido retirada dos pomares.

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A taxa média de queda dos frutos foi elevada de 23,7% para 24,1%. Nas variedades tardias, que ainda têm grande parte da produção no campo, a perda projetada chega a 27,3% para Valência e Folha Murcha e a 30,9% para a variedade Natal.

O greening permanece como o maior problema da atividade. O levantamento mais recente sobre a doença mostrou que 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola estavam contaminadas em 2025. A severidade média também aumentou, passando de 18,7% para 22,7% da copa das plantas.

Transmitido pelo psilídeo, um pequeno inseto, o greening não tem cura. A doença reduz a produtividade, provoca queda precoce e produz frutos menores, deformados e amargos. O controle exige monitoramento frequente, combate ao inseto transmissor e eliminação das plantas doentes, especialmente em regiões onde a incidência ainda é baixa.

Na safra 2025/26, o greening foi responsável pela perda estimada de 49,59 milhões de caixas. A doença respondeu sozinha por 13 pontos percentuais da taxa total de queda de 23,2% registrada naquele ciclo.

A pressão não está restrita aos pomares. Depois de quatro anos de resultados elevados, o mercado internacional entrou em uma fase de ajuste. As exportações brasileiras de suco de laranja somaram 746,9 mil toneladas na safra 2025/26, praticamente o mesmo volume da temporada anterior, mas a receita caiu aproximadamente 30%.

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Os preços elevados das safras anteriores levaram parte dos consumidores a substituir o suco de laranja por bebidas mais baratas. Problemas de qualidade provocados pelo clima e pelo greening também afetaram o mercado. Na Europa, principal destino histórico do produto brasileiro, o volume adquirido caiu 10,9%. No Japão, a retração chegou a 28,6%.

O aumento das chuvas nesta temporada favoreceu o tamanho das laranjas, mas poderá reduzir a concentração de sólidos solúveis, medida pelo índice brix. Para a indústria, isso significa que pode ser necessário processar mais caixas para obter a mesma quantidade de suco concentrado, reduzindo parte do ganho trazido pelo maior peso dos frutos.

A busca por novos compradores tornou-se, portanto, uma necessidade para equilibrar a cadeia. O produto brasileiro não enfrenta grandes restrições sanitárias, mas encontra tarifas elevadas em mercados com potencial de consumo, como Japão, Coreia do Sul e Índia. A redução dessas barreiras poderia ampliar os destinos e diminuir a dependência de poucos compradores.

Maior produtora mundial de laranja e líder na exportação de suco, a citricultura brasileira mantém escala, tecnologia e capacidade industrial. O desafio agora é impedir que o avanço do greening, a queda da produtividade e o enfraquecimento do consumo reduzam a rentabilidade de uma cadeia que depende de investimentos contínuos para renovar pomares e manter a produção.

Fonte: Pensar Agro

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