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Veiling Market deve antecipar a compra de 60% da produção de flores para o Dia da Mães

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A expectativa é de que 166 produtores de flores e plantas ornamentais participem desta grande “feira de negócios”, a ser realizada pela Cooperativa Veiling Holambra nos dias 21 e 22 de março. O evento é uma oportunidade para os clientes (supermercados e autoatendimento, Centrais de Abastecimento, floriculturas, distribuidoras, lojistas, decoradores etc.) promoverem negociações diretas com produtores, a médio e longo prazos. Setor envolve paisagismo, jardinagem e áreas verdes, entre outros.

A Cooperativa Veiling Holambra realiza, nos dias 21 e 22 de março, a sua maior feira de negócios: a 27ª edição do Veiling Market. Além de apresentar as flores e plantas ornamentais que estarão disponíveis em todo o Brasil em 2024, permite o contato direto dos produtores com os compradores, sejam eles supermercados, autoatendimento, Centrais de Abastecimento, floriculturas, distribuidoras, lojistas e decoradores, entre outros. O CEO da Cooperativa Veiling, Jorge Possato, com base nas edições anteriores do evento, acredita que os produtores de plantas e flores associados consigam vender, antecipadamente, cerca de 60% da produção planejada para o Dia da Mães.

O evento atrai os principais atacadistas de todo o Brasil, redes de autosserviço, floriculturas, shoppings e garden centers, centrais de abastecimento, além de lojas, floriculturas e decoradores. Na 27ª edição do Veiling Market, clientes e visitantes são convidados a conhecer as novas variedades e as tendências da floricultura nacional, com a oportunidade de promover negociações diretas a médio e longo prazos. O evento acontecerá no dia 21, das 8h às 18h, e no dia 22, das 8h às 16h. Para participar do evento, basta fazer a inscrição no link https://veiling.com.br. Este ano, 166 dos 450 cooperados apresentarão ao mercado as novidades para 2024, com foco especial nas datas comemorativas do primeiro semestre – Dia das Mães e Dia dos Namorados. Para esta edição especial, que celebrará os 35 anos da Cooperativa Veiling Holambra, o evento contará com uma “Vitrine de Tendências”, um espaço destinado à exposição de produtos que detêm efetivos potenciais de inovação para o futuro do mercado, onde instituições nacionais, como Embrapa e Esalq, por exemplo, estarão ao lado de melhoristas internacionais para apresentar as “flores do futuro”. Melhoristas, ou breeders, como são chamados no mercado floricultor, são profissionais de empresas que promovem melhoramentos genéticos para a criação de novas variedades de flores e plantas. Na edição de março do ano passado, o Veiling Market contou com 161 cooperados e recebeu 2.268 visitantes, registrando um crescimento de 18% em relação a 2022.

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Lançamentos

Entre os lançamentos que os produtores apresentarão no Veiling Market estão plantas ornamentais bem interessantes, como a “Nepeta Cataria”, a “Aveia”, a “Zea Mays” e o “Milho Aveia Milheto” (Clorophila Brasil); o philodendron “Florida” e o “Ghost” (produtor Marcelo Almeida), o “Vime Salix Discolos” (Aoki Flores); e as novas variedades da aglaonema – “Karat”, “Tricolor” e “Red Emerald” – e da monstera, “Thai Contelation” (Sítio Acosta). Entre as flores de corte, também há novidades, como a rosa “Steffi”, da Flora Brasiliae, e os cravos “Paru”, “Greenshot”, “Montezuma” e “Nahema”, da MS Flores. A gérbera “Joybera” é um dos destaques entre as flores de vaso do Panorama Flores.

Outras atrações

O 27º Veiling Market também contará com apresentações de artistas florais – entre eles, Jab Pasollini, Paulo Yoshida e Karina Saab – e palestras com conteúdo que amplie a visão de mercado e agregue valor ao segmento, (Como aumentar a lucratividade do seu negócio”, com Thiago Nigro, e “Como vender mais com as redes sociais”, com Carol Costa). Haverá também espaços interativos – como o “Trade Marketing”, com uma exposição da loja modelo para a apresentação de novos expositores – desenvolvidos para melhorar a exibição das flores e plantas no ponto de venda, principalmente nas redes de lojas, e o “Espaço Veiling”, um “ponto de contato” entre os clientes e visitantes com as diversas áreas da Cooperativa, como Material Circulante, Centro de Testes, Comercial etc. Serão promovidos, ainda, eventos específicos em comemoração aos 35 anos da CVH. Durante a semana, leilões beneficentes acontecem em prol de instituições das cidades de Santo Antônio de Posse, Holambra, Jaguariúna, Artur Nogueira, Mogi Mirim, Mogi Guaçu, Valinhos e Sumaré. Em 2023, somando o valor arrecadado em dois leilões beneficentes (R$ 294 mil) aos atendimentos das necessidades específicas das instituições, a CVH investiu, no total, R$ 328 mil na realização de 58 ações de responsabilidade social que impactaram mais de 5.500 pessoas.

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Fonte: Ateliê da Notícia

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produtor tem até 30 de setembro para entregar a DITR

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O produtor rural tem até 30 de setembro para entregar a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2026 e não precisa adotar automaticamente o valor da terra divulgado pelo município ou por órgãos estaduais. As tabelas servem como referência, mas o valor informado deve refletir as características e o preço de mercado de cada imóvel.

O esclarecimento foi feito pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab). Segundo o órgão, os preços publicados representam médias regionais e não substituem uma avaliação individual da propriedade.

O Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) é autodeclaratório. Isso permite que o contribuinte utilize um valor diferente da tabela, desde que consiga demonstrar como chegou ao resultado. Diferenças sem justificativa podem levar a Receita Federal ou o município conveniado a revisar a declaração e cobrar imposto adicional, juros e multa.

O Valor da Terra Nua (VTN) deve corresponder ao preço de mercado do imóvel em 1º de janeiro de 2026. O cálculo precisa considerar fatores como localização, acesso, logística, relevo, qualidade do solo e aptidão agrícola.

Propriedades formadas por áreas com características diferentes não devem ter todos os hectares avaliados pelo mesmo preço. A orientação é separar os talhões entre lavoura de aptidão boa, regular ou restrita, pastagem, silvicultura e áreas de preservação. Depois, a área de cada parcela é multiplicada pelo valor correspondente à sua capacidade de uso.

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Uma área próxima de rodovias, com solo fértil e condições adequadas para mecanização, por exemplo, tende a valer mais do que um talhão com acesso difícil, relevo acidentado ou limitações produtivas. Essas particularidades podem justificar um VTN diferente da média municipal.

Quando houver diferença relevante, especialmente se o valor declarado estiver abaixo da referência pública, o produtor deve manter um laudo de avaliação elaborado por profissional habilitado. O documento precisa identificar o imóvel, explicar a metodologia adotada e apresentar os elementos utilizados para determinar o preço.

Também é necessário separar o valor da terra nua dos investimentos existentes na propriedade. Construções, instalações e benfeitorias, como casas, galpões, currais, cercas e sistemas de irrigação, não entram no VTN. O mesmo vale para culturas, pastagens cultivadas ou melhoradas e florestas plantadas.

Matas nativas e pastagens naturais, entretanto, compõem o valor da terra nua. Áreas de preservação permanente, reserva legal e outras áreas ambientalmente protegidas podem ser excluídas da área tributável quando atendidos os requisitos legais, mas isso não significa que desapareçam do cálculo do valor total da terra.

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A declaração pode ser entregue pelo serviço Minhas Declarações do ITR, disponível no Portal de Serviços da Receita Federal. O acesso exige conta gov.br Prata ou Ouro. Pessoas físicas com imóveis de até 100 hectares também podem utilizar o Programa ITR 2026.

A entrega fora do prazo gera multa de 1% ao mês ou fração sobre o imposto devido, respeitado o valor mínimo de R$ 50. A quota única ou a primeira parcela do imposto também vence em 30 de setembro.

A tabela pública oferece uma referência para o preenchimento, mas não substitui a avaliação da propriedade. O produtor que declarar um valor diferente deve estar preparado para demonstrar que o cálculo representa as condições reais do imóvel.

Fonte: Pensar Agro

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