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Vaccinar Lança Programa Nutricional Eleva: Inovação e Sustentabilidade para Impulsionar a Suinocultura

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A Vaccinar, empresa referência em nutrição animal, apresenta ao mercado o Programa Nutricional Eleva, uma linha de produtos destinada a transformar a eficiência na suinocultura. Focada nas fases de creche, engorda e reprodução, a linha foi desenvolvida para garantir alta performance, saúde e bem-estar animal, utilizando tecnologias avançadas e ingredientes de elevada digestibilidade e biodisponibilidade.

Testes realizados em diversas unidades de produção e centros de pesquisa apontaram resultados significativos, como o aumento do Ganho de Peso Diário (GPD) e a melhora consistente na conversão alimentar dos animais. Além disso, os estudos demonstraram melhorias na saúde intestinal, fator essencial para o desenvolvimento saudável dos suínos, e uma redução nos impactos ambientais, devido ao melhor aproveitamento dos ingredientes da dieta.

“O desenvolvimento do Programa Nutricional Eleva foi baseado em experimentos rigorosos. Conseguimos comprovar que nossos produtos não apenas aumentam a produtividade, mas também contribuem para uma suinocultura mais sustentável, com menor desperdício de recursos”, afirma Sebastião Borges, Diretor de Nutrição da Vaccinar.

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Estrutura do Programa Eleva

Thiago Cruz, Gerente de Tecnologia, Serviços e Produtos da linha de Suínos da Vaccinar, detalha as duas frentes principais do programa: Eleva HD e Eleva PRO. Ambas oferecem concentrados e núcleos de alta inclusão, compostos por ingredientes cuidadosamente selecionados, como proteínas de alto valor biológico, minerais quelatados, aditivos funcionais, probióticos, prebióticos e óleos essenciais. Esses componentes visam garantir não apenas o crescimento adequado dos suínos, mas também sua saúde e bem-estar.

Os produtos são ajustados para cada fase da produção:

  • Eleva Creche: suporte nutricional específico para leitões, promovendo crescimento saudável desde o desmame.
  • Eleva Engorda: fórmulas que maximizam o ganho de peso e a eficiência alimentar durante a fase de crescimento.
  • Eleva Reprodução: nutrição direcionada para fêmeas reprodutoras de alta prolificidade, aumentando o número de leitões desmamados e prolongando a longevidade das matrizes.
Produção e Qualidade Garantida

O processo de produção da linha Eleva é meticuloso, com matérias-primas de alta qualidade e rigorosamente controladas desde a seleção até a formulação final. “Utilizamos tecnologias de ponta para garantir que cada ingrediente mantenha seu valor nutricional máximo. O resultado são produtos que entregam exatamente o que prometem: eficiência, saúde e lucratividade”, destaca Borges.

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A Vaccinar também oferece suporte técnico especializado, com consultores que auxiliam os produtores na aplicação das soluções Eleva, ajustando-as conforme as necessidades específicas de cada granja e genética.

Compromisso com a Sustentabilidade

Além da performance, o Programa Eleva reflete o compromisso da Vaccinar com a sustentabilidade. O melhor aproveitamento dos ingredientes reduz a excreção de nutrientes no ambiente, minimizando impactos como a poluição de solos e águas.

“A inovação na nutrição animal não se resume a produzir mais, mas sim a produzir melhor e com responsabilidade. Este é o nosso compromisso com o setor e com o futuro da suinocultura no Brasil”, conclui Sebastião Borges.

O Programa Nutricional Eleva já está disponível para produtores em todo o Brasil. Mais informações podem ser obtidas no site www.vaccinar.com.br ou pelo telefone 0800 031 5959.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Abelhas elevam produtividade da soja em até 18%

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A presença de abelhas nas proximidades das lavouras pode aumentar, em média, 13% a produtividade da soja, segundo estudos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Em alguns experimentos, o ganho chegou a 18%, resultado obtido sem ampliação da área plantada.

Embora a soja seja considerada uma planta capaz de se autopolinizar, as visitas das abelhas às flores melhoram o processo de fecundação. Os efeitos podem aparecer no aumento do número de grãos por vagem, na redução de vagens vazias e, ao final do ciclo, na quantidade colhida por hectare.

Os percentuais não representam uma garantia automática para todas as propriedades. O resultado depende da cultivar, das condições climáticas, da população de polinizadores, da paisagem ao redor da lavoura e das práticas adotadas durante o florescimento. Ainda assim, as pesquisas mostram que a polinização deve ser considerada parte do sistema produtivo, e não apenas um benefício ambiental.

A contribuição econômica das abelhas vai muito além da produção de mel. Um estudo citado pela Embrapa estimou em aproximadamente R$ 43 bilhões o valor anual do serviço de polinização para a produção brasileira de alimentos, com base nos dados agrícolas de 2018.

Entre 141 espécies cultivadas no Brasil para alimentação humana, produção animal, fibras e biocombustíveis, cerca de 85 dependem, em algum grau, da polinização realizada por animais. As abelhas são os principais agentes desse processo. Café, laranja, maçã, melão, maracujá, castanha-do-brasil, canola e algodão estão entre as culturas beneficiadas.

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A dimensão desse serviço também começou a ser mais bem compreendida nas áreas de soja. Pesquisa divulgada pela Embrapa em 2026 identificou 53 espécies de abelhas em lavouras e fragmentos de vegetação nativa no sudoeste de Goiás. Desse total, 27 eram novos registros de espécies associadas à cultura na região.

O levantamento mostra que a soja não recebe apenas a visita da abelha-africanizada, normalmente utilizada na produção comercial de mel. Diferentes espécies nativas também percorrem as flores e participam da polinização. Essa diversidade reduz a dependência de um único polinizador e aumenta a capacidade de o ambiente responder a mudanças de temperatura, umidade e disponibilidade de alimento.

A manutenção de vegetação nativa próxima às áreas produtivas tem papel importante nesse processo. Matas, reservas legais, áreas de preservação permanente, corredores de vegetação e faixas com plantas floridas oferecem abrigo e alimento às abelhas antes e depois da florada da cultura comercial.

Para o produtor, essas áreas podem funcionar como infraestrutura biológica da propriedade. A contribuição será maior quando houver conexão entre os ambientes naturais e a lavoura, permitindo que os insetos encontrem locais para nidificação, água e fontes de néctar e pólen durante diferentes períodos do ano.

A integração também pode abrir uma fonte complementar de renda. Dados da Embrapa indicam que apicultores com bom manejo e colmeias instaladas próximas às lavouras podem obter até 50 quilos de mel por colmeia durante a florada da soja. Ao mesmo tempo que as abelhas encontram alimento, o produtor de grãos recebe o serviço de polinização.

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A convivência, entretanto, exige planejamento. A localização dos apiários precisa ser conhecida, e agricultores, responsáveis técnicos e apicultores devem manter comunicação sobre o calendário da lavoura e as aplicações de defensivos.

O manejo integrado de pragas ajuda a evitar pulverizações desnecessárias. Quando o controle químico for indispensável, devem ser respeitados o registro do produto, as orientações da bula, as condições meteorológicas e as técnicas destinadas a reduzir deriva. Sempre que tecnicamente possível, a aplicação deve considerar os horários de menor atividade das abelhas.

O vento, a temperatura e a umidade interferem diretamente na dispersão da calda. Uma pulverização feita em condições inadequadas pode atingir flores, vegetação próxima e fontes de água frequentadas pelos insetos, mesmo quando as colmeias estão fora da área cultivada. Por isso, regulagem do equipamento, escolha correta das pontas e acompanhamento das condições ambientais são medidas decisivas.

Também cabe ao apicultor manter as colmeias identificadas, bem manejadas e instaladas em locais adequados. A comunicação antecipada permite avaliar medidas de proteção sem comprometer as necessidades fitossanitárias da lavoura.

A preservação das abelhas não deve ser tratada como uma obrigação separada da produção. Os estudos mostram que esses insetos participam da formação da safra e podem melhorar o aproveitamento da área já cultivada. Para o produtor, proteger os polinizadores significa conservar um serviço natural capaz de elevar a produtividade, diversificar a renda e fortalecer a estabilidade do sistema agrícola.

Fonte: Pensar Agro

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