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V Congresso Brasileiro de Eucalipto: Encontro de liderança florestal

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As inscrições para o V Congresso Brasileiro de Eucalipto já estão disponíveis! Este evento, reconhecido como um dos mais relevantes fóruns de intercâmbio e atualização sobre o setor florestal do país, será realizado nos dias 08 e 09 de maio, no Auditório do Centro de Treinamento Dom João Batista, na Praia do Canto, em Vitória (ES). Em sua 5ª edição, o congresso traz como tema central “Uso Múltiplo Sustentável”, buscando promover a reflexão e o compromisso do setor com práticas que conciliem o desenvolvimento econômico e social com a preservação ambiental.

Temas & Programação

Com uma programação diversificada, o congresso contará com a participação dos principais profissionais do segmento, abordando temas como:

  • Cenários e tendências do setor de florestas plantadas no Brasil;
  • Mercado consumidor da madeira de eucalipto: Desafios e Soluções;
  • Mercado de créditos de carbono com reflorestamento;
  • Inovação tecnológica e sustentabilidade no setor florestal;
  • Uso do eucalipto em consórcio com espécies nativas para restauração florestal;
  • Perspectivas da aplicação do Código Florestal Brasileiro;
  • Mecanização florestal em áreas acidentadas, entre outros.
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Para conferir a programação completa, clique aqui

Estado Anfitrião

O Estado do Espírito Santo foi escolhido para sediar esta edição do congresso devido à sua expressiva participação no setor de eucalipto. Com aproximadamente 258 mil hectares plantados, representa a 9ª maior área de cultivo no Brasil, com 5,6% do território estadual dedicado à cultura.

Setor Florestal no Brasil

O setor florestal baseado em florestas plantadas tem desempenhado um papel crucial no desenvolvimento econômico, social e ambiental do Brasil. O país possui um vasto potencial para o reflorestamento e manejo florestal sustentável, contribuindo para a conservação da biodiversidade e a redução das emissões de gases de efeito estufa.

De acordo com o Relatório Anual Ibá 2023, o Brasil possui 9,94 milhões de hectares plantados de eucalipto, pinus e outras espécies, destinados à produção de diversos produtos, como celulose, papel, energia, biomassa, entre outros. As árvores plantadas respondem por 90% de toda a madeira utilizada para fins industriais no país.

Inscrições – Vagas Limitadas

As inscrições para o V Congresso Brasileiro de Eucalipto podem ser feitas diretamente no site oficial do evento, com valor especial até o dia 29/04. As vagas são limitadas, então garanta sua participação o quanto antes!

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção avança no Maranhão e Piauí e reforça expansão agrícola do Matopiba

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A produção de grãos continua ganhando espaço no Matopiba. Maranhão e Piauí acrescentaram cerca de 43 mil hectares ao cultivo de soja na safra 2025/26 e já somam aproximadamente 2,72 milhões de hectares plantados com a oleaginosa. O avanço ocorre junto com o crescimento do milho de primeira safra, cuja área aumentou perto de 23% nos dois Estados.

Os dados são da terceira edição da série Mapas Agro, levantamento da Serasa Experian que compara as safras 2024/25 e 2025/26. Os números mostram que a expansão agrícola permanece concentrada em importantes polos de produção do Matopiba, região formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.

O Piauí apresentou o maior crescimento da soja entre os Estados analisados. A área chegou a aproximadamente 1,1 milhão de hectares, 32 mil hectares a mais que no ciclo anterior.

O avanço fica ainda mais evidente quando observado em um período maior. Desde 2020/21, o cultivo de soja no Piauí cresceu 40,2%, com a incorporação de aproximadamente 320 mil hectares. Santa Filomena e Currais lideraram a expansão mais recente, com acréscimos de 8,6 mil e 8,3 mil hectares, respectivamente.

No Maranhão, a soja ocupa cerca de 1,62 milhão de hectares, aumento de aproximadamente 11 mil hectares em uma safra. Em seis ciclos, porém, a expansão acumulada chega a 51,2%, equivalente a cerca de 550 mil novos hectares. Mirador apresentou o maior avanço municipal na temporada, com aproximadamente 5,9 mil hectares adicionais.

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Somada à Bahia, onde levantamento anterior identificou 2,27 milhões de hectares, a soja cultivada nos três Estados se aproxima de 5 milhões de hectares. Os números reforçam o peso crescente do Nordeste na produção brasileira da oleaginosa.

O milho também acompanha esse movimento. Maranhão e Piauí alcançaram juntos 322.842 hectares de milho de primeira safra em 2025/26, crescimento próximo de 23% em relação ao ciclo anterior. O Piauí responde por 166.243 hectares e o Maranhão, por 156.599 hectares.

Municípios como Uruçuí e Baixa Grande do Ribeiro, no Piauí, e Balsas e Bom Jesus das Selvas, no Maranhão, aparecem entre as áreas de expansão do cereal.

O crescimento ganha importância diante dos investimentos na cadeia de etanol de milho na região. A instalação e expansão de unidades industriais tende a criar demanda mais próxima das áreas produtoras, ampliar as alternativas de comercialização do cereal e estimular investimentos em armazenagem, transporte e outros serviços ligados à produção.

O levantamento também mostra que a expansão não ocorre de maneira uniforme no País. Acre e Amazonas, que possuem participação ainda pequena no cultivo nacional, reduziram conjuntamente a área de soja em cerca de 4 mil hectares, para aproximadamente 28 mil hectares. Mesmo assim, a área cultivada nos dois Estados ainda acumula crescimento de 232,6% desde 2020/21.

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Além de medir a evolução das lavouras, o Mapas Agro cruza informações produtivas com indicadores territoriais e socioambientais. A presença de soja em imóveis com registros de desmatamento identificados pelo Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), também integra a análise.

O registro, por si só, não caracteriza desmatamento ilegal. A regularidade depende das condições e autorizações previstas na legislação ambiental, e a documentação é exigida nas operações sujeitas às regras do Manual de Crédito Rural.

Para o produtor, a consolidação de novas áreas de grãos tem efeitos que ultrapassam a porteira. O aumento da produção tende a elevar a demanda por armazenagem, transporte, insumos, crédito e seguro rural e, ao mesmo tempo, pode favorecer a chegada de indústrias consumidoras de soja e milho.

Os números de Maranhão e Piauí mostram, sobretudo, que o Matopiba continua ampliando sua participação no mapa agrícola brasileiro, com novos polos produtivos e maior diversificação das oportunidades de comercialização de grãos.

Fonte: Pensar Agro

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