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Produção de tomate industrial em 2024 retrocede, impactada por condições climáticas desfavoráveis

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Os produtores de tomate industrial no Brasil enfrentam mais um ano desafiador, conforme revela o recente levantamento realizado pela Tomate BR, associação que representa os processadores e usuários desse importante produto agrícola. O estudo aponta que as condições climáticas adversas, influenciadas pelo fenômeno El Niño, e o aumento da presença de pragas, como a mosca branca, deverão impactar significativamente a produtividade das lavouras, com expectativa de retorno aos níveis de 2022.

Revisão de Projeções e Expectativas

Segundo Vlamir Breternitz, diretor da Tomate BR, a área de cultivo deverá ultrapassar os 19 mil hectares, uma revisão em relação às projeções anteriores divulgadas pela associação no início deste ano, quando se esperava um aumento de 7% na área plantada. A produção estimada é de cerca de 1,7 milhão de toneladas, com números de colheita projetados para se aproximarem dos registrados em 2022, conforme indicam as últimas projeções da entidade.

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Breternitz destaca que o ano de 2023 foi particularmente desafiador para o cultivo de tomates, com condições climáticas extremas. As altas temperaturas nos primeiros meses do ano facilitaram a disseminação de pragas, como a mosca branca, provenientes de culturas como a soja, causando danos significativos às lavouras.

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Impactos Climáticos e Estratégias dos Produtores

Além disso, as chuvas intensas registradas em março deste ano dificultaram o transplante das mudas, atrasando o cronograma de plantio e reduzindo a área cultivada em algumas lavouras. O diretor da Tomate BR ressalta que muitos produtores perderam mudas ainda nos viveiros devido a esse atraso, enquanto outros reduziram a área de plantio para evitar períodos de risco climático mais elevado. Isso é especialmente relevante considerando a previsão da chegada do fenômeno climático La Niña no segundo semestre, caracterizado por fortes chuvas a partir de setembro nas regiões onde se concentram as principais lavouras do país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cuiabá mantém cenário de normalidade para meningite e reforça vacinação na rede municipal

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou nesta quinta-feira (30) a Nota Informativa nº 02/2026 com o panorama da meningite na capital. O documento, elaborado pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS), indica que o município segue em situação de normalidade epidemiológica, apesar da confirmação de casos e óbitos neste ano.

Até abril de 2026, foram registrados sete casos confirmados de meningite, com três mortes. A taxa de incidência é de 1,01 caso por 100 mil habitantes, índice inferior à média nacional, que é de 1,4.

Em Cuiabá, os registros são predominantemente de meningites não meningocócicas, que apresentam menor letalidade em comparação aos tipos mais graves da doença.

A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, e pode ser causada por vírus, bactérias, fungos e outros agentes. No Brasil, a doença é considerada endêmica, com ocorrência contínua ao longo dos anos.

A transmissão ocorre principalmente por meio de gotículas respiratórias, como secreções do nariz e da garganta, além da via fecal-oral, por ingestão de água ou alimentos contaminados ou contato com fezes infectadas.

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Por atingir o sistema nervoso central, a doença pode evoluir rapidamente e causar complicações graves, podendo levar à morte.

Os casos registrados em 2026 atingiram diferentes faixas etárias, incluindo bebês, adultos e idosos. Entre as causas identificadas estão vírus, bactérias como Staphylococcus e fungos como Cryptococcus. Há registros de pacientes que receberam alta, óbitos e também casos em investigação.

No mês de abril, até a data de publicação do boletim, não houve novos registros da doença na capital.

Entre os principais sintomas estão febre alta, dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos e prostração. Sinais mais graves incluem rigidez na nuca, sensibilidade à luz, manchas na pele, convulsões e alterações respiratórias, que exigem atendimento imediato. Em bebês, irritabilidade e choro persistente também são indicativos de alerta.

A vacinação é a principal forma de prevenção contra a meningite, especialmente nos casos mais graves. Em Cuiabá, as doses estão disponíveis em 72 Unidades de Saúde da Família (USFs) distribuídas por toda a capital.

Algumas unidades contam com horário estendido, garantindo maior acesso da população:

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Região Leste (07h às 19h):
Bela Vista/Carumbé; Terra Nova/Canjica; Jardim Eldorado; Dom Aquino; Pico do Amor; Areão; Jardim Imperial.

Região Norte:
Jardim Vitória I (07h às 19h); CPA I e II (07h às 21h); Paiaguás (07h às 19h); CPA IV (07h às 19h); CPA III (07h às 19h); Ilza Terezinha Piccoli (07h às 21h).

Região Oeste (07h às 19h):
Despraiado; Ribeirão da Ponte; Novo Terceiro; Sucuri; Jardim Independência.

Região Sul:
Tijucal (07h às 21h); Parque Ohara (07h às 21h); Pedra 90 II, III e CAIC (07h às 19h); Parque Cuiabá (07h às 19h); Cohab São Gonçalo (07h às 17h); Santa Laura/Jardim Fortaleza (07h às 19h); Industriário (07h às 19h); Residencial Coxipó I e II (07h às 19h).

Zona Rural (07h às 19h):
Distrito de Nossa Senhora da Guia.

Em caso de suspeita, a orientação é procurar imediatamente uma Unidade Básica de Saúde, UPA ou policlínica. A notificação deve ser feita em até 24 horas à Vigilância Epidemiológica.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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