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UPL Recebe Cooperativas Agrícolas em Visita ao Seu Centro de Pesquisa em São Paulo

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A UPL Ltd. (NSE: UPL, BSE: 512070, LSE: UPLL), empresa global dedicada a soluções agrícolas sustentáveis, proporcionou uma experiência exclusiva a 26 profissionais de comunicação de importantes cooperativas brasileiras. No dia 15 de outubro, o grupo visitou a Estação de Pesquisa e Desenvolvimento UPL, localizada em Pereiras, a 166 quilômetros de São Paulo. Esta ação faz parte da iniciativa Cooper UP Comunica, que integra o programa Cooper UP, voltado para o relacionamento da UPL com cooperativas agrícolas de destaque no Brasil.

A unidade abrange cerca de 70 hectares e conta com cinco casas de vegetação, além de mais de 30 profissionais dedicados. A Estação dispõe de modernos laboratórios especializados em entomologia, fitopatologia, herbicidas, nematologia, tratamento de sementes e tecnologia de aplicação. Esses seis laboratórios são essenciais para promover inovações em defesa fitossanitária e desenvolver biossoluções para a agricultura no Brasil e no mundo, sendo a Estação UPL também reconhecida como o Centro Global de Pesquisa e Desenvolvimento sobre nematoides da empresa.

Mariana Bittencourt Amaral, gerente da Estação de Pesquisa e Desenvolvimento UPL, enfatiza: “Nosso centro experimental simula uma propriedade comercial e as condições de cultivo de diversas espécies agrícolas essenciais para o país. Esse ambiente permite que nossos cientistas desenvolvam novas soluções e testem a eficiência das inovações globais, criadas no OpenAg Center, nos Estados Unidos, levando em consideração as particularidades da agricultura brasileira. Esse processo assegura que nossos lançamentos tenham resultados positivos no campo, contribuindo para a proteção das culturas e o aumento da produtividade”.

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Durante a visita, os profissionais de comunicação das cooperativas puderam conhecer o planejamento da Estação, com ênfase na safra de verão 2024. Neste período, as equipes estão dedicadas ao desenvolvimento de pesquisas, analisando os resultados da safra anterior e delineando as atividades futuras. Além disso, a UPL realiza reuniões periódicas para discutir o andamento dos projetos, alinhar expectativas do mercado e garantir o cumprimento de objetivos e metas.

Esse processo inclui a avaliação de solicitações de testes, tanto globais quanto regionais, promovendo novas soluções e ajustes nas abordagens. Para ilustrar o trabalho da Estação, na safra 2023/2024, foram realizados 367 experimentos, com uma expectativa de aumento para 474 em 2024/2025. O volume de horas dedicadas à pesquisa deve crescer de 25.397 para 25.675, evidenciando o comprometimento da UPL em investir em Pesquisa e Desenvolvimento para oferecer soluções inovadoras e eficazes, fortalecendo a agricultura brasileira.

Rogério Castro, CEO da UPL Brasil, destaca a relevância da iniciativa: “Nosso compromisso com as cooperativas é essencial para promover uma agricultura mais eficiente e sustentável. Durante a visita ao nosso Centro Experimental, apresentamos nossas inovações e aprendemos com as experiências dos cooperados. Com o fortalecimento dessas parcerias, por meio do Cooper UP, temos a certeza de contribuir para as reais necessidades do setor produtivo, permitindo colheitas mais abundantes e sustentáveis”.

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Representantes de diversas cooperativas agrícolas participaram da visita, incluindo Agrária, C.Vale, Camda, Camnpal, Capal, Coamo, Cocamar, Cocari, Comigo, Coopatrigo, Coopavel, Coopercitrus, Coopermota, Copacol, Copagril, Copasul, Copercana, Coplacana, Cotribá, Cotrijal, Cotrijuc, Cotripal, Frísia, Holambra, Integrada e Lar.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Bolsas globais avançam com tecnologia chinesa, enquanto Ibovespa opera sob pressão de tensões geopolíticas e tarifas dos EUA

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Os mercados financeiros iniciaram esta terça-feira (2) divididos entre o otimismo gerado pelo avanço das empresas de tecnologia e inteligência artificial na Ásia e a cautela provocada pelo agravamento das tensões geopolíticas no Oriente Médio e pelas novas ameaças tarifárias dos Estados Unidos.

Na China, os principais índices acionários encerraram o pregão em alta. O índice de Xangai avançou 0,4%, enquanto o CSI 300 registrou valorização de 1,5%, refletindo o fortalecimento das ações ligadas à inovação tecnológica e ao setor de inteligência artificial.

O destaque da sessão ficou para Hong Kong, onde o índice Hang Seng disparou 2,5%, impulsionado principalmente pela forte valorização da Tencent. As ações da gigante chinesa saltaram mais de 10% após notícias sobre o desenvolvimento de uma nova ferramenta de inteligência artificial integrada ao WeChat, plataforma com centenas de milhões de usuários.

Tensões entre EUA e Irã mantêm investidores em alerta

Apesar do bom desempenho das bolsas asiáticas, o cenário internacional continua marcado pela aversão ao risco.

Os investidores acompanham com atenção o aumento das tensões entre Estados Unidos e Irã, após a interrupção das negociações indiretas entre os dois países e a troca de novas ameaças diplomáticas e militares. O conflito tem provocado volatilidade nos mercados globais e sustentado os preços internacionais do petróleo em patamares elevados.

Além do Oriente Médio, o mercado segue monitorando os desdobramentos das políticas comerciais americanas e possíveis novas tarifas de importação que podem impactar fluxos globais de comércio e crescimento econômico.

Ibovespa busca estabilidade após sequência de quedas

No Brasil, o Ibovespa iniciou o pregão próximo da estabilidade, operando na faixa dos 172 mil pontos, após encerrar a sessão anterior no menor nível desde janeiro. O mercado doméstico continua refletindo o ambiente de cautela observado no exterior, especialmente diante do cenário geopolítico e das incertezas sobre a economia global.

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Na segunda-feira (1º), o principal índice da B3 fechou em queda de 0,91%, aos 172.197 pontos, acumulando cinco pregões consecutivos de perdas. O movimento foi influenciado principalmente pela realização de lucros, pela pressão sobre ações de mineração e bancos e pelo aumento da busca por ativos considerados mais seguros.

Petrobras lidera negócios e acompanha alta do petróleo

Entre as ações mais negociadas da bolsa brasileira, a Petrobras voltou a ocupar posição de destaque.

Os papéis da estatal são beneficiados pela valorização do petróleo no mercado internacional, sustentada pelas incertezas envolvendo a oferta global da commodity. A companhia aparece como um dos principais fatores de suporte ao Ibovespa neste início de semana.

Já a Vale opera com viés mais cauteloso, acompanhando oscilações do mercado de commodities metálicas e preocupações com o ritmo da atividade econômica global.

No setor financeiro, ações de grandes bancos como Itaú Unibanco e Banco do Brasil apresentam desempenho mais moderado, contribuindo para limitar uma recuperação mais consistente do índice.

Tecnologia e varejo lideram altas na B3

Entre os destaques positivos do pregão, empresas ligadas à tecnologia e ao consumo apresentam desempenho superior ao mercado.

A Totvs figura entre as maiores altas do índice, impulsionada por revisões positivas de instituições financeiras e pela perspectiva de crescimento da demanda por soluções digitais. O setor de varejo também registra avanço, com destaque para as ações da Lojas Renner.

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Na ponta negativa, empresas ligadas à siderurgia, mineração e proteínas animais enfrentam maior pressão dos investidores. Entre os destaques de baixa aparecem CSN e Minerva, refletindo ajustes de mercado e oscilações nas expectativas para demanda global.

Dólar recua e agenda econômica segue no radar

No mercado de câmbio, o dólar comercial voltou a operar próximo de R$ 5,01, mantendo a trajetória de enfraquecimento observada ao longo de 2026.

A valorização do petróleo tem favorecido moedas de países exportadores de commodities, como o Brasil, ajudando a sustentar o real mesmo em um ambiente internacional mais turbulento.

Ao longo do dia, investidores permanecem atentos aos indicadores de inflação da Zona do Euro e aos dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos, considerados fundamentais para as próximas decisões de política monetária das principais economias do mundo.

Agronegócio acompanha impacto dos mercados globais

Para o agronegócio brasileiro, o comportamento dos mercados internacionais continua sendo um fator estratégico. A evolução do dólar, dos preços das commodities, do petróleo e do ambiente geopolítico influencia diretamente os custos de produção, os preços agrícolas, a competitividade das exportações e o fluxo de investimentos para o setor.

Com a volatilidade global em alta, produtores rurais, exportadores e agentes financeiros seguem monitorando atentamente os desdobramentos econômicos e políticos que podem definir o rumo dos mercados nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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