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UPL lança Thunder, novo herbicida para controle de capim pé-de-galinha e buva na safra 2025/26

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A UPL Brasil, integrante do Grupo UPL, anuncia o lançamento do Thunder, herbicida sistêmico voltado ao controle de plantas daninhas de difícil manejo, como capim pé-de-galinha (Eleusine indica) e buva (Conyza spp.). O produto é indicado para soja, milho, algodão, trigo e feijão, especialmente em programas de manejo antecipado, contribuindo para a preservação do potencial produtivo e da rentabilidade das lavouras.

O lançamento foi apresentado durante o OpenAg Experience, evento da UPL voltado à inovação no agro, reforçando o compromisso da companhia com agricultura colaborativa e sustentável.

Thunder oferece diferencial contra plantas daninhas resistentes

Segundo Rogério Castro, CEO da UPL Brasil, a buva e o capim pé-de-galinha são desafios históricos na produção de cereais, com aumento constante na área tratada com defensivos agrícolas. “Thunder chega para potencializar resultados e elevar a rentabilidade, garantindo maior qualidade da lavoura”, afirma.

As espécies têm alta capacidade de infestação, competindo por água e nutrientes e apresentando resistência crescente a herbicidas tradicionais, incluindo graminicidas e glifosato. O Thunder surge como uma alternativa eficaz e segura, atuando em plantas de até 15 centímetros de altura, etapa em que outros produtos têm menor eficácia.

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Mecanismo de ação exclusivo

De acordo com Rafael Rovêa, gerente de marketing de herbicidas da UPL, o ingrediente ativo do Thunder inibe a enzima di-hidropteroato sintase (DHPS), essencial para a síntese do ácido fólico, comprometendo o crescimento e a reprodução celular das plantas daninhas.

Diferente de herbicidas auxínicos, que podem causar deriva e danos a cultivos sensíveis, o Thunder oferece controle seguro da buva em diferentes estágios de desenvolvimento, reduzindo riscos para culturas vizinhas.

Eficiência potencializada com adjuvantes

Para garantir máxima eficácia, o Thunder deve ser aplicado com adjuvantes à base de óleo metilado de soja, como o Strides, desenvolvido pela UPL. Esses produtos aumentam a aderência e penetração do herbicida nas folhas, potencializando o controle das plantas daninhas e tornando o manejo mais eficiente.

Compromisso com a sustentabilidade e inovação no agro

O lançamento do Thunder reforça o compromisso da UPL em oferecer soluções inovadoras e sustentáveis para o agricultor brasileiro, enfrentando desafios de resistência e aumentando a produtividade das lavouras, sem comprometer a segurança ambiental e operacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de café na Ásia enfrenta escassez de oferta e preocupa traders com riscos climáticos do El Niño

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O mercado de café no Sudeste Asiático segue operando com oferta restrita e baixa liquidez nas últimas semanas, em um cenário marcado pela retenção de vendas no Vietnã, atrasos na colheita da Indonésia e crescente preocupação com os impactos climáticos associados ao possível retorno do fenôeno El Niño. A avaliação é da Hedgepoint Global Markets, que monitora o comportamento do mercado global da commodity.

Segundo a análise, o Vietnã — maior produtor mundial de café robusta — registrou forte desempenho nas exportações até abril da safra 2025/26, embarcando 18,6 milhões de sacas, volume 23,9% superior ao observado no mesmo período do ciclo anterior.

Vietnã reduz disponibilidade de café após vendas aceleradas

De acordo com a Hedgepoint Global Markets, os produtores vietnamitas aproveitaram os preços elevados, a maior oferta da safra e a menor presença do Brasil nas exportações nos últimos meses para intensificar as vendas no início da temporada.

Com grande parte da produção já comercializada e o país entrando no período de entressafra, os produtores passaram a reduzir o ritmo de novos negócios, diminuindo a disponibilidade de café no mercado internacional.

Esse movimento levou compradores a buscar alternativas na Indonésia. No entanto, o país também enfrenta dificuldades de oferta.

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Chuvas atrasam colheita de café na Indonésia

As chuvas intensas registradas nas últimas semanas provocaram atrasos no início da colheita da safra 2026/27 da Indonésia, reduzindo a disponibilidade imediata do produto e limitando os volumes exportados.

“A safra 26/27 da Indonésia tinha previsão de começar em abril, com volumes maiores chegando ao mercado a partir de maio. No entanto, chuvas intensas ao longo do mês passado atrasaram o início da colheita, limitando a disponibilidade de café”, afirma Laleska Moda, analista de Inteligência de Mercado da Hedgepoint Global Markets.

Oferta restrita sustenta preços do café robusta

O cenário de menor disponibilidade na Ásia também tem sustentado os preços internacionais do café robusta, principalmente porque a entrada da safra brasileira 2026/27 ainda ocorre de forma lenta, apesar da expectativa de produção recorde.

Outro fator que contribui para o suporte das cotações é o fortalecimento do real frente ao dólar, condição que reduz o interesse de produtores brasileiros em acelerar vendas no curto prazo.

El Niño amplia preocupações para próximas safras

Além das restrições imediatas de oferta, o clima segue no radar do mercado cafeeiro global. No Vietnã, abril registrou chuvas abaixo da média após um março mais úmido, aumentando as preocupações sobre a floração e o desenvolvimento das lavouras.

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As atenções do mercado se concentram na possibilidade de formação de um novo episódio de El Niño ao longo do segundo trimestre, fenômeno que pode afetar a disponibilidade hídrica nas regiões produtoras.

“Até o momento, nenhum impacto negativo foi relatado, e chuvas adicionais são esperadas nos próximos dias, o que deve proporcionar algum alívio aos agricultores”, destaca Laleska Moda.

Segundo a analista, os maiores riscos climáticos ainda estão concentrados nas próximas temporadas.

“Os principais riscos são vistos atualmente para a safra 27/28, já que o El Niño poderia restringir a disponibilidade de água para irrigação e atrasar a floração do café”, afirma.

Mercado segue atento à oferta global de café

Com estoques reduzidos no Vietnã, atraso da colheita na Indonésia e incertezas climáticas para os próximos ciclos, o mercado internacional de café segue monitorando de perto a evolução da oferta asiática.

A combinação entre menor disponibilidade imediata e riscos climáticos futuros mantém o setor em alerta e reforça a volatilidade nas cotações globais do café robusta.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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