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Ubyfol lança adjuvante de alta performance para elevar produtividade na lavoura

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A Ubyfol, multinacional brasileira referência em nutrição vegetal, anuncia o lançamento do Satus Ultra – adjuvante agrícola de alta performance desenvolvido para melhorar o desempenho de aplicações de defensivos agrícolas.

O adjuvante não iônico é indicado para todas as culturas – como soja, milho, arroz e demais grãos, além de algodão e hortifruti – e seu uso favorece a compatibilidade da mistura de defensivos e fertilizantes foliares, proporcionando proteção às plantas e melhoria da produtividade.

A solução chega ao mercado apoiada em toda a expertise dos 38 anos de atuação no mercado da Ubyfol, que segue investindo em tecnologia para agregar valor e sinergia, de modo verticalizado e inovador, ao seu portfólio. Com o Satus Ultra, produtores e cooperativas terão acesso a um manejo mais eficiente para controlar doenças agrícolas, minimizando perdas e impulsionando os índices de produção.

Composto por tensoativo não iônico – o D´limoneno – um surfactante de ação detergente, emulsificante, dispersante, solubilizante, e livre de nonilfenol, o produto possui elevada capacidade para a redução de espuma e a absorção de ativos da mistura logo após aplicação na folha.

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“Essa nova formulação contribui para a melhoria da estabilidade das misturas no tanque e maior eficiência na aplicação e na rentabilidade, sem alterar o pH das misturas, potencializando o uso dos insumos”, diz Carlos Landerdahl, diretor de Marketing e Vendas da Ubyfol. Além disso, a novidade, recém-lançada, intensifica a absorção dos ingredientes ativos pela planta, contribuindo para o efeito rainfastness (resistência à ação da chuva). Dessa forma, a solução pode ser aplicada no começo, meio ou final da mistura de agroquímicos, possibilitando ao produtor aumentar a eficiência da aplicação, inclusive gerando ganhos no rendimento operacional”, ressalta.

Carlos ainda destaca que lançamentos como esse reforçam o compromisso da empresa de oferecer continuamente ao mercado soluções inovadoras e eficientes. “Tais soluções são resultado de investimentos contínuos em pesquisa e desenvolvimento de produtos que apoiem o agricultor brasileiro em seu desafio de aumentar a produtividade com sustentabilidade”, conclui.

O que é um adjuvante?

A principal característica de um adjuvante agrícola é sua atuação no auxílio e na modificação da ação do defensivo. Ele não possui propriedades fitossanitárias e são adicionados durante a preparação de caldas com defensivos para aumentar a sua eficiência ou até mesmo modificar as suas propriedades, a fim de otimizar o seu funcionamento.

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Os adjuvantes facilitam a absorção dos componentes pelas plantas, ajudam a diminuir o desperdício de produtos e atuam como umectantes, o que evita a evaporação. Outra característica importante dessa categoria é ação redutora de deriva, já que com os adjuvantes agrícolas as gotas são formadas no tamanho certo, sem o risco de comprometer o tratamento da lavoura.

Fonte: Ubyfol

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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