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Turismo e Desenvolvimento Econômico de Cuiabá é destaque em fórum

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Quase 2 mil pessoas, entre autoridades locais e nacionais, além de líderes do setor produtivo, acompanharam o discurso vibrante do secretário municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Fernando Medeiros, que encerrou as falas do Fórum de Sustentabilidade e Desenvolvimento Econômico, na manhã desta quinta-feira (28), no Espaço Reali, Buffet Leila Malouf, em Cuiabá.

“Falamos da cidade que desejamos: pujante e próspera. Com o trabalho do prefeito Abilio, alinhando todas as secretarias,Cuiabá será transformada na melhor capital para se viver, empreender e prosperar”, afirmou Medeiros.

“Tapete verde e amarelo” aos empresários

No ponto alto de sua fala, o secretário destacou o peso estratégico da capital no crescimento de Mato Grosso. Segundo ele, todo o potencial econômico do estado passa, necessariamente, por Cuiabá. Medeiros garantiu aos investidores que o prefeito Abílio Brunini, em parceria com o governo estadual, tem trabalhado para facilitar a chegada de novos empreendimentos.

O secretário também reforçou as boas-vindas a potenciais empreendedores. “Estamos de portas abertas para os senhores empresários que aqui estão, estendendo o tapete verde e amarelo, como diz o prefeito Abílio, não vermelho, para que haja um ambiente mais favorável ao investimento. Nosso foco é desburocratizar e facilitar o ato de empreender”, declarou.

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O secretário também destacou o caráter internacional que a atual gestão busca imprimir à capital mato-grossense. “A gestão do prefeito Abilio vai fazer a diferença e colocar Cuiabá no cenário mundial. Vamos dar sentido ao que disse aqui o professor Rabello de Castro: valorizar o centro geodésico da América do Sul, o coração do continente, que alimenta o mundo, contribui para a qualidade de vida global e garante a segurança alimentar”, afirmou Medeiros.

Resgate da pasta

Medeiros lembrou que a Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico foi relegada nos últimos anos e anunciou um processo de reconstrução. Citou o trabalhado em conjunto com a Secretaria Estadual de Desenvolvimento (SEDEC), que já criou a InvestMT, o estado criou a primeira agência de atração de investimentos estadual.

“Ficamos oito anos de costas para o desenvolvimento do estado. Agora, estamos resgatando essa secretaria e recolocando Cuiabá no mapa do desenvolvimento econômico. O desafio é preparar o terreno de forma estruturada e organizada para que a capital seja prioridade na atração de investimentos. Nesse sentido, teremos a primeira cidade a criar, a primeira agência de atração de investimentos municipal. Porque, afinal de contas, o investimento ocorre no município”, afirmou.

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O evento

O Fórum de Sustentabilidade e Desenvolvimento Econômico é uma realização do LIDE Mato Grosso, em parceria com a Assembleia Legislativa (ALMT). Ao longo de dois dias, reuniu nomes de destaque da política e do setor produtivo, entre eles o ex-presidente Michel Temer, o ex-governador João Doria, o ex-presidente do BNDES Paulo Rabello de Castro, o superintendente da Fundação Amazônia Sustentável Virgílio Viana, o deputado federal Arnaldo Jardim (SP), o governador de Mato Grosso em exercício, Otaviano Pivetta, do presidente da ALMT, deputado estadual Max Russi, o presidente da Fiemt, Silvio Rangel, bem como os secretários municipais Ana Karla Costa (Comunicação), Felipe Wellaton (Limpurb) Jhonny Everson (Cultura), e Gustavo Vandoni (adjunto de Turismo e Desenvolvimento Econômico).

#PraCegoVer

O secretário municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Fernando Medeiros, discursa durante o Fórum de Sustentabilidade e Desenvolvimento Econômico, promovido pelo LIDE Mato Grosso, em Cuiabá. Ao fundo, painel com a identidade visual do evento e da Assembleia Legislativa (ALMT)..

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Produtividade da soja cai 14,8% no Rio Grande do Sul após irregularidade das chuvas na safra 2025/26

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A colheita da soja da safra 2025/26 foi concluída no Rio Grande do Sul, encerrando um ciclo marcado pela forte irregularidade das chuvas e por perdas significativas de produtividade. Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, restam apenas áreas pontuais de soja de segunda safra, sem representatividade estatística para o resultado estadual.

Os dados consolidados mostram que o desempenho das lavouras ficou abaixo das expectativas iniciais, refletindo os impactos do déficit hídrico registrado em diferentes momentos do ciclo produtivo.

Produtividade estadual fica quase 15% abaixo da estimativa inicial

De acordo com a Emater/RS-Ascar, a produtividade média da soja no Rio Grande do Sul foi revisada para 2.707 quilos por hectare, resultado 14,8% inferior à projeção inicial de 3.180 quilos por hectare, divulgada antes do início do plantio.

A área cultivada com a oleaginosa no Estado foi estimada em 6.697.172 hectares, consolidando o Rio Grande do Sul entre os principais produtores nacionais de soja.

Segundo o levantamento, a redução da produtividade está diretamente relacionada à distribuição irregular das chuvas durante o desenvolvimento da cultura. Enquanto algumas regiões receberam precipitações suficientes para manter o potencial produtivo, outras enfrentaram longos períodos de estiagem justamente nas fases mais sensíveis da lavoura, comprometendo o enchimento de grãos e o rendimento final.

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Chuvas irregulares provocaram grandes diferenças entre regiões

A Emater destaca que a variabilidade climática resultou em diferenças expressivas de produtividade entre regiões, municípios e até mesmo entre propriedades vizinhas.

Esse comportamento evidencia como a distribuição das chuvas, mais do que o volume total precipitado, foi determinante para o desempenho das lavouras na safra.

Região de Ijuí registra contrastes no rendimento das lavouras

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Ijuí, a colheita também foi totalmente finalizada, confirmando a forte disparidade entre os municípios.

Os menores rendimentos foram registrados em áreas de Augusto Pestana, Coronel Barros e Jóia, onde a escassez de chuvas durante os períodos críticos do desenvolvimento da soja limitou significativamente o potencial produtivo.

Em contrapartida, o município de Santa Bárbara do Sul apresentou um dos melhores desempenhos da região, alcançando produtividade média superior a 3.600 quilos por hectare, favorecido por condições climáticas mais adequadas ao longo do ciclo.

Clima reforça desafios para a produção gaúcha

O encerramento da colheita confirma mais uma safra em que o comportamento climático foi determinante para os resultados da soja no Rio Grande do Sul.

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As diferenças observadas entre as regiões reforçam a vulnerabilidade da produção agrícola aos eventos climáticos extremos e evidenciam a importância de estratégias de manejo, planejamento e tecnologias capazes de reduzir os impactos da variabilidade das chuvas sobre a produtividade das lavouras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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