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Trump diz que ordenou ataques ao Irã para impedir programas nucleares e de mísseis

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Trump anuncia que ordenou ofensiva para deter programas de Teerã

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira que havia ordenado às forças armadas ataques contra o Irã com o objetivo de impedir o desenvolvimento de um programa nuclear e de mísseis balísticos que, segundo ele, vinha crescendo rapidamente. As declarações foram feitas em pronunciamento público na Sala Leste da Casa Branca e em entrevistas ao longo do fim de semana.

Objetivos declarados da campanha — evitar arma nuclear, reduzir capacidade de mísseis e desarticular apoio a militantes

O presidente descreveu três objetivos principais da campanha: impedir que o país adquirisse arma nuclear, desmantelar a capacidade de mísseis de longo alcance e limitar o suporte a grupos militantes na região. Ele afirmou que uma nação iraniana com mísseis de longo alcance e ogivas nucleares representaria uma ameaça intolerável ao Oriente Médio e aos americanos. Essas alegações foram repetidas em várias entrevistas, embora o presidente não tenha apresentado provas públicas que comprovem a iminência da ameaça.

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Afundamento de embarcações e balanço de forças — números e tom confiante

Em seu discurso, o presidente disse que forças americanas já haviam destruído e afundado embarcações navais do país alvo — declarando que “estão no fundo do mar” — e afirmou que as operações estavam adiantadas em relação ao cronograma previsto. Reportagens sobre a operação mencionaram números variados fornecidos pela administração, incluindo a destruição de múltiplos navios iranianos. Autoridades de defesa e órgãos de imprensa continuam a verificar as informações e a confirmar danos e baixas.

Duração prevista da campanha e possibilidade de prolongamento

Segundo o presidente, a campanha americana foi planejada inicialmente para durar cerca de quatro a cinco semanas, mas ele admitiu que o conflito poderia se estender além desse prazo caso as circunstâncias exigissem. Em comentários ao longo do fim de semana, ele também não descartou o emprego de mais forças se necessário, mantendo aberta a opção de ações adicionais.

Perdas americanas e justificativa moral da missão

O presidente mencionou a perda de quatro militares norte-americanos até o momento e afirmou que, em memória desses soldados, os EUA prosseguiriam “com determinação feroz e inflexível” para neutralizar a ameaça que descreveu como terrorismo estatal. Observadores e analistas externos têm chamado atenção para a necessidade de evidências claras ao justificar ações militares dessa escala.

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Reações e verificação de informações

Enquanto a Casa Branca apresenta os objetivos e resultados das operações, veículos internacionais e especialistas seguem checando declarações sobre capacidades nucleares, afundamento de embarcações e a escala dos ataques. Fontes independentes de inteligência e jornalistas têm procurado confirmar detalhes que foram afirmados pelo presidente, já que algumas declarações ainda carecem de documentação pública imediata.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Agro tem até dia 30 para escolher tributação que pode alterar competitividade em 2027

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Empresas do agronegócio enquadradas no Simples Nacional têm até 30 de outubro para decidir se manterão o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) dentro do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) ou se recolherão os dois tributos pelo regime regular a partir de janeiro de 2027. A escolha poderá afetar o valor dos créditos aproveitados pelos clientes e, consequentemente, a competitividade dos fornecedores.

Quem não fizer a opção continuará automaticamente no modelo tradicional, com IBS e CBS incluídos no DAS. A mudança interessa principalmente às empresas que vendem para cooperativas, indústrias, exportadores e outros compradores que aproveitam créditos tributários.

Essa limitação pode pesar na negociação. Uma cerealista, agroindústria ou fornecedora de insumos que gere pouco crédito poderá se tornar menos atraente para compradores empresariais, sobretudo quando concorrer com fornecedores capazes de transferir créditos maiores.

A alternativa prevista na reforma tributária é permanecer no Simples Nacional para os demais tributos, mas calcular IBS e CBS pelo regime regular. É o chamado modelo híbrido. A empresa continua recolhendo pelo DAS os tributos que permanecerem no Simples, enquanto apura IBS e CBS separadamente.

Nesse modelo, poderá aproveitar os créditos permitidos sobre máquinas, equipamentos, energia, serviços e outros bens e insumos adquiridos. Também poderá gerar créditos pelo regime regular para seus clientes. Em contrapartida, terá mais obrigações fiscais, necessidade de controlar entradas e saídas e possível aumento do custo contábil.

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Por isso, não existe uma resposta única para o agronegócio. Manter IBS e CBS dentro do Simples pode continuar sendo vantajoso para empresas que vendem principalmente ao consumidor final, possuem poucos gastos capazes de gerar créditos e valorizam uma operação tributária mais simples.

Já a apuração pelo regime regular merece ser simulada por empresas que vendem predominantemente a outras pessoas jurídicas, realizam investimentos elevados ou compram grande quantidade de insumos tributados. Nesses casos, os créditos podem compensar parte do aumento da burocracia e preservar a competitividade comercial.

A conta também precisa incluir os tratamentos diferenciados concedidos ao setor. A legislação prevê redução de 60% das alíquotas de IBS e CBS para determinados produtos agropecuários, aquícolas, pesqueiros, florestais e extrativistas in natura, além de insumos agropecuários incluídos nas listas legais. Há ainda operações sujeitas a alíquota zero, diferimento ou créditos presumidos.

Esses benefícios, entretanto, não alcançam automaticamente toda empresa ligada ao agronegócio. A aplicação depende do produto, da operação, da classificação fiscal e das condições previstas na legislação. Uma empresa pode ter receitas submetidas a tratamentos diferentes dentro da mesma atividade.

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A decisão, portanto, não deve considerar apenas o percentual atualmente pago no DAS. É necessário comparar o valor total dos tributos, os créditos aproveitáveis nas compras, os créditos transferidos aos clientes, o perfil das vendas, o efeito sobre os preços, o fluxo de caixa e o custo adicional de cumprimento das obrigações fiscais.

A Receita Federal informa que a opção pelo regime regular de IBS e CBS poderá ser feita até 30 de outubro de 2026. Quem não optar continuará recolhendo os dois tributos dentro do Simples. A escolha poderá ser cancelada entre 3 de novembro e 20 de dezembro. Haverá uma nova oportunidade em março de 2027, com efeitos a partir de julho.

Para as empresas do agro, o Simples não deixou de ser uma boa opção. O que terminou foi a segurança de escolhê-lo apenas porque a alíquota parece menor. A partir de 2027, o crédito tributário concedido ao comprador pode ser tão importante quanto o imposto pago pelo fornecedor.

Fonte: Pensar Agro

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