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Trigo Registra Alta em Chicago e Destaque no Mercado Nacional

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O mercado de trigo encerrou o último dia útil de 2024 com resultados positivos, tanto no mercado internacional quanto no doméstico. Segundo informações da TF Agroeconômica, os contratos futuros de trigo na Bolsa de Chicago alcançaram patamares superiores aos do ano anterior, consolidando uma trajetória de alta ao longo do ano.

O contrato de março do trigo brando SRW, referência para produtores e exportadores brasileiros, subiu 0,59%, encerrando a $551,50 por bushel. Já o contrato de maio avançou 0,63%, cotado a $562,50 por bushel. Na Euronext de Paris, o trigo para moagem também apresentou valorização significativa, com alta de 1,28%, fechando a 237,25 euros por tonelada.

No Brasil, o desempenho do trigo foi ainda mais expressivo. No Rio Grande do Sul, os preços avançaram 2,48% ao longo de 2024, enquanto no Paraná a valorização atingiu impressionantes 10,66%. O farelo de trigo destacou-se como o subproduto agrícola com maior variação nominal, registrando alta de 26,31% no ano, sendo o terceiro maior crescimento entre os produtos monitorados pela TF Agroeconômica.

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Esse cenário de alta contrasta com o mercado de soja, que registrou uma queda de 2,41% nos preços em 2024, em comparação ao final de 2023. A resiliência do trigo, especialmente no mercado interno, reflete uma combinação de fatores, incluindo maior demanda por subprodutos, flutuações cambiais e condições climáticas favoráveis para a safra brasileira.

A valorização no mercado internacional, aliada ao fortalecimento dos preços no mercado doméstico, ressalta a competitividade do trigo brasileiro em um contexto de desafios econômicos globais. Para 2025, os dados destacam a importância de um monitoramento atento das cotações, essencial para definir estratégias eficazes de comercialização.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho safrinha no Sul de Minas exige atenção redobrada com clima irregular, pragas e janela de plantio

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O milho safrinha 2025/2026 no Sul de Minas Gerais avança em um cenário de atenção máxima no campo. Produtores da região lidam com desafios simultâneos que impactam diretamente o potencial produtivo das lavouras, como instabilidade das chuvas, pressão crescente de pragas e atrasos na semeadura em função do calendário da soja.

O cenário regional acompanha as projeções nacionais da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que estima produção de 108,4 milhões de toneladas na segunda safra de milho no país. No Sul de Minas, no entanto, o desempenho das lavouras varia conforme o momento de plantio e as condições climáticas de cada área.

Plantio fora da janela ideal amplia riscos produtivos

A principal preocupação dos especialistas está relacionada ao atraso na semeadura, que em muitos casos ocorreu após a colheita da soja. Esse fator resultou em lavouras com estágios de desenvolvimento distintos, aumentando a necessidade de manejo individualizado.

Segundo o diretor comercial da Agrobom, Marco Castelli, o momento exige atenção redobrada do produtor rural.

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“Cada produtor vive uma realidade diferente nesta safrinha. Quem conseguiu semear dentro da janela adequada tem lavouras mais uniformes e com melhor potencial produtivo. Já quem atrasou o plantio precisa redobrar o monitoramento do clima e das pragas, pois qualquer falha pode comprometer o resultado final”, afirma.

Irregularidade das chuvas preocupa fase reprodutiva do milho

De acordo com especialistas, a instabilidade das chuvas durante as fases críticas de florescimento e enchimento de grãos é um dos principais fatores de risco para a produtividade da segunda safra.

A irregularidade hídrica pode provocar redução significativa no rendimento das lavouras, especialmente nas áreas semeadas mais tardiamente, que ficam mais expostas a períodos de estresse climático.

Pressão de pragas exige monitoramento constante

Além do clima, o avanço de pragas como a lagarta-do-cartucho também preocupa os produtores. As condições de calor e umidade favorecem a proliferação, exigindo acompanhamento frequente das áreas cultivadas e resposta rápida no controle.

O manejo preventivo e a tomada de decisão ágil são apontados como fatores determinantes para evitar perdas de produtividade neste estágio do ciclo.

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Planejamento e comercialização ganham importância no cenário atual

Para a Agrobom, o momento também exige atenção ao mercado de milho, que segue com forte volatilidade de preços influenciada pelo desempenho da segunda safra em nível nacional.

Segundo Castelli, o acompanhamento das cotações é essencial para o produtor que ainda avalia o melhor momento de comercialização.

“O milho é uma cultura estratégica para o Sul de Minas. O planejamento, o acompanhamento constante da lavoura e decisões rápidas no campo fazem diferença tanto na produtividade quanto na comercialização”, destaca o executivo.

Gestão técnica e mercado definem resultado da safrinha

A combinação entre manejo adequado no campo e leitura correta do mercado é apontada como fator decisivo para o desempenho da safra 2025/2026 na região.

Com lavouras em diferentes estágios de desenvolvimento e clima instável, especialistas reforçam que o monitoramento contínuo será determinante para reduzir riscos e garantir melhores resultados na segunda safra de milho no Sul de Minas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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