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Trecho da Rua Comandante Costa  ficará interditado por 5 dias para obras da Águas Cuiabá

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A partir das 8h30 desta quarta-feira (11), o trecho da Rua Comandante Costa entre a Rua 12 de Outubro e a Avenida Mato Grosso será totalmente interditado para execução de obras de drenagem. A ação será realizada pela Concessionária Águas Cuiabá e contará com o apoio da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública para orientar o trânsito. Estimativas preveem que o bloqueio ocorra por cinco dias, das 8h30 às 16h, exceto aos sábados e domingos.

A interdição é necessária para a continuidade das obras de drenagem da bacia da Prainha. Na Avenida Marechal Deodoro, as obras foram concluídas, o que favorece a interdição em um novo ponto da região.

A recomendação é que os condutores que trafegam pela Rua Comandante Costa evitem usar a via até o cruzamento com a Rua 12 de Outubro. A alternativa é virar antes da Rua Voluntários da Pátria, pegar a Alzira Santana e depois retornar para a Rua Marechal Deodoro, que já está liberada.

Caso o condutor chegue até o cruzamento da Rua 12 de Outubro com a Rua Comandante Costa, a opção será pegar a Rua 12 de Outubro pela direita, atravessar a Rua Barão de Melgaço, entrar na Rua Pedro Celestino, pegar a Governador Rondon e sair novamente na Avenida Mato Grosso.

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Ou escolher outro caminho para chegar ao destino pretendido, contribuindo, assim, com o trânsito e evitando possível lentidão e congestionamento no entorno.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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