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Preço do leite volta a cair no Paraná e média ao produtor fecha fevereiro em R$ 2,11

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O preço pago ao produtor de leite no Paraná voltou a registrar queda em fevereiro. Os dados constam no Boletim Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (5) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), órgão vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

De acordo com o levantamento, o mercado segue com pressão sobre os valores pagos ao produtor, refletindo também no comportamento dos principais derivados lácteos comercializados no atacado.

Preço médio do leite ao produtor no Paraná

Segundo o Deral, o litro do leite pago ao produtor no estado foi cotado, em média, a R$ 2,11 no fechamento de fevereiro.

A pesquisa semanal mais recente de preços recebidos pelos produtores reforça esse cenário. Conforme o departamento, entre os dias 23 e 27 de fevereiro, o litro do leite entregue à indústria foi negociado por R$ 2,13, em média.

Os números indicam a continuidade do movimento de recuo nos valores pagos ao produtor paranaense.

Comportamento dos derivados no atacado

No mercado atacadista, os derivados lácteos apresentaram variações distintas ao longo do mês de fevereiro.

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O queijo minas registrou queda próxima de 4% no período. Já o queijo muçarela apresentou leve alta de 0,66%, demonstrando estabilidade nos preços ao longo do mês.

Derivados acumulam queda em 12 meses

Apesar das oscilações observadas em fevereiro, ambos os produtos acumulam retração significativa no comparativo anual.

De acordo com o Deral, o queijo minas registra queda de 20,09% nos últimos 12 meses, enquanto o queijo muçarela apresenta recuo de 12,68% no mesmo período.

O cenário evidencia os desafios enfrentados pela cadeia leiteira, com impacto tanto na remuneração do produtor quanto no desempenho do mercado de derivados.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Paraná exporta 6,72 milhões de toneladas de soja e registra alta de 8% no complexo soja em 2026

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Colheita do milho impulsiona vendas de soja no Paraná

O ritmo acelerado da colheita da segunda safra de milho no Paraná tem impactado diretamente o mercado de soja no Estado. Produtores estão intensificando as vendas do grão para liberar espaço nos armazéns, em preparação para o recebimento da nova produção.

De acordo com o Boletim Conjuntural divulgado pelo Deral, vinculado à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, o Estado exportou 6,72 milhões de toneladas do complexo soja nos cinco primeiros meses de 2026.

O volume representa um crescimento de 8% em relação ao mesmo período de 2025, refletindo tanto a demanda externa quanto o bom desempenho logístico do setor no Estado.

Soja em grão lidera embarques do complexo

Entre os produtos exportados, a soja em grão respondeu pela maior fatia dos embarques, com 71% do total. O farelo de soja representou 24%, enquanto o óleo de soja participou com 5% das exportações no período analisado.

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O destaque do período ficou justamente para o óleo de soja, que registrou o maior crescimento proporcional dentro do complexo. As exportações somaram 338 mil toneladas entre janeiro e maio, alta de 59% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior.

Receita das exportações cresce e reforça importância do setor

Em termos financeiros, o desempenho também foi positivo. Segundo o Deral, as exportações do complexo soja geraram aproximadamente US$ 2,94 bilhões para a balança comercial paranaense nos cinco primeiros meses de 2026, um avanço de 18% em comparação com igual período de 2025.

O resultado reforça a relevância da cadeia da soja para a economia do Paraná, especialmente em um momento de forte movimentação logística ligada à colheita do milho e à necessidade de escoamento da produção agrícola.

Brasil também registra crescimento nas exportações de soja

No cenário nacional, o desempenho segue a mesma tendência. No acumulado de 2026 até maio, o Brasil exportou 66,2 milhões de toneladas do complexo soja, crescimento de 7% em volume.

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Em termos de receita, as exportações brasileiras somaram US$ 27,62 bilhões no período, alta de 15% em relação ao ano anterior, segundo dados consolidados do comércio exterior.

Perspectivas para o mercado de soja

Com a colheita do milho avançando no Paraná e a necessidade de liberação de armazenagem, a tendência é de manutenção do ritmo de comercialização da soja nas próximas semanas. No mercado externo, a demanda global segue firme, sustentando o fluxo de exportações brasileiras do complexo soja, que continua sendo um dos principais pilares da balança comercial do país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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