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Tratores Compactos Potencializam a Colheita de Frutas no Verão

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O verão, estação marcada pela abundância de frutas como uva, caqui, pêssego, goiaba, atemoia e acerola, exige um trabalho intenso nas lavouras para garantir uma colheita otimizada e sem danos às plantas. Nesse contexto, a utilização de tratores compactos, com características específicas para esse tipo de cultura, se torna imprescindível. Esses equipamentos, com menor altura e tamanho reduzido, circulam pelas ruas das plantações sem comprometer os galhos das árvores, proporcionando maior segurança para os operadores.

No cultivo de uvas, por exemplo, os tratores desempenham papéis fundamentais ao longo de toda a safra. Além de prepararem o solo e a área cultivada, esses equipamentos realizam a pulverização e o transporte de adubo e da fruta colhida. A mecanização dos parreirais tem se mostrado uma solução eficaz para otimizar o tempo nas lavouras e garantir maior produtividade.

A Agritech, empresa pioneira na fabricação de tratores e implementos agrícolas voltados para a agricultura familiar no Brasil, apresenta uma linha de tratores especialmente projetada para os parreirais. “Oferecemos tratores menores e mais estreitos, que permitem aos produtores operar com facilidade entre as linhas de parreiras, realizando manobras eficientes nas áreas de cultivo”, explica Cesar Roberto Guimarães de Oliveira, coordenador de Vendas e Marketing da Agritech.

Uva no Brasil: Importância Econômica e Desafios na Colheita

O estado do Rio Grande do Sul, que inicia a colheita das uvas em janeiro, destaca-se como uma das principais regiões produtoras do país, com uma área cultivada de aproximadamente 48 mil hectares e uma expectativa de produção superior a 700 mil toneladas para 2025. O Vale do São Francisco, por sua vez, é a única região do Brasil onde se consegue produzir uva até três vezes por ano.

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Petrolina (PE), localizada nesse vale, é considerada a “capital da uva” no Brasil devido à grande produção e faturamento da cultura. Em 2024, a cidade registrou o segundo maior número de vendas dos produtos da Agritech. “Para garantir uma colheita eficiente, é necessário um trator com altura adequada para operar sob as parreiras sem danificar as frutas e que seja estreito o suficiente para circular entre os corredores da lavoura”, detalha Oliveira.

A mesma exigência se aplica a outras frutas como caqui, pêssego, goiaba, atemoia e acerola, cujos plantios são estruturados de forma a criar um “túnel” entre as ruas, demandando tratores de dimensões adequadas, com especial atenção à altura. Nesse cenário, as linhas de tratores 1155 e 1160 fruteiro se destacam como opções ideais para o cultivo dessas frutas.

Tratores Especiais para Culturas Perenes

Os tratores da Agritech se caracterizam por serem mais baixos e estreitos, evitando danos às plantações e, ao mesmo tempo, sendo leves e com boa distribuição de peso, o que minimiza a compactação do solo, essencial para culturas perenes como as das frutas citadas. A linha 1155, que utiliza Biodiesel B8, oferece potência garantida pelo motor Yanmar, silencioso e de alto desempenho, e o menor raio de giro do mercado, com apenas 2.250 mm, permitindo manobras rápidas em espaços restritos. O modelo também conta com um autolift com capacidade de elevação de até 1.500 kg, além de outras características que garantem conforto ao operador.

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Já a série 1160 é conhecida por sua versatilidade, podendo ser utilizada desde o preparo do solo até o transporte da colheita. Com reversor de velocidade, tomada de força econômica, proporcional e independente, e câmbio sincronizado, esse modelo se adapta a diversas necessidades do produtor.

Brasil no Mercado Global de Frutas

O Brasil ocupa atualmente o terceiro lugar no ranking mundial de produção de frutas, superado apenas por China e Índia. O setor responde por 16% da mão de obra do agronegócio, conforme a Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas). Em 2024, as exportações de frutas brasileiras ultrapassaram a marca de US$ 1 bilhão, consolidando a importância da agricultura frutífera para a economia nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Com prazo do ITR no fim, produtores pedem mais 15 dias para declarar

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A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) pediu à Receita Federal que prorrogue por 15 dias o prazo de entrega da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2026. A entidade afirma ter recebido relatos de travamentos, lentidão e dificuldade para concluir o envio. Até agora, o pedido não mudou o calendário: o prazo termina nesta quarta-feira (30.09), às 23h59, no horário de Brasília.

A solicitação foi encaminhada por ofício na segunda-feira (28). Segundo a Faep, parte dos problemas atingiu proprietários de imóveis rurais com mais de 100 hectares, que inicialmente precisavam preencher a declaração pelo serviço online. Inconsistências em dados cadastrais que não eram recuperados pelo sistema dificultaram a conclusão do procedimento, afirma a entidade.

Em 21 de setembro, a Receita passou a permitir que esses contribuintes também utilizassem o Programa ITR 2026, instalado no computador. Para a federação, a abertura dessa alternativa a poucos dias do vencimento reforça a necessidade de conceder mais tempo a quem encontrou dificuldades na plataforma.

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“Os produtores precisam de condições para cumprir essa obrigação. A lentidão no sistema e a mudança nas opções de entrega nos últimos dias justificam a prorrogação”, afirmou o presidente da Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

Enquanto não houver anúncio oficial de prorrogação, o produtor deve considerar o prazo de 30 de setembro. Quem ainda não entregou a declaração pode consultar as orientações para declarar o ITR e evitar multa publicadas ontem pelo Pensar Agro (clique aqui).

A entrega fora do prazo sujeita o contribuinte a multa de 1% ao mês ou fração de atraso sobre o imposto devido, respeitado o mínimo de R$ 50. A quota única ou a primeira parcela do imposto também vence nesta quarta-feira. A Receita ainda não anunciou mudança para nenhum desses vencimentos.

Fonte: Pensar Agro

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