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Transformação Digital na Pecuária: DSM-Firmenich Inova com Pecuária de Precisão para Vencer Desafios de 2023

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Com um recorde de 6,39 milhões de toneladas de carne produzidas nos primeiros nove meses do ano, o país destaca-se como líder mundial no setor, mesmo com uma queda de 5% no valor das exportações em comparação com 2022, conforme aponta relatório da Secex.

A DSM-Firmenich lança a “Pecuária de Precisão,” uma abordagem que integra tecnologia, nutrição e consultoria para impulsionar a eficiência e sustentabilidade nas fazendas, marcando um avanço significativo no setor. O Censo de Confinamento da DSM-Firmenich apresenta estabilidade, com 7,029 milhões de bois confinados em 2023.

A produção recorde de carne no Brasil reflete um aumento de 8,37% em relação ao mesmo período de 2022. Mesmo com uma queda nas exportações, a aceitação internacional das carnes brasileiras permanece sólida. O país exportou mais de 1,6 milhão de toneladas de carne bovina in natura em 2023, mantendo uma presença significativa no mercado global.

Enquanto isso, o setor de leite enfrentou um ano desafiador, marcado por desvalorizações no preço ao produtor. A DSM-Firmenich destaca as condições climáticas adversas e o aumento das importações como fatores que contribuíram para esse cenário. A empresa prevê estabilidade nos preços e uma ligeira tendência de alta no último bimestre.

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Para a pecuária de leite, a DSM-Firmenich oferece tecnologias avançadas, incluindo a reformulação da linha Bovigold®. A empresa ressalta a importância da adoção de tecnologias para impulsionar a produtividade, eficiência e rentabilidade na pecuária, destacando o papel fundamental dos produtores nesse processo.

A DSM-Firmenich destaca a evolução constante da pecuária brasileira e o papel crucial das tecnologias para alcançar resultados produtivos eficientes e seguros. A empresa lançou recentemente a “Pecuária de Precisão,” uma categoria que inclui soluções digitais integradas para gestão eficiente das fazendas.

O Censo de Confinamento da DSM-Firmenich revela que 7 milhões de bois estão confinados em 2023, demonstrando estabilidade em comparação com o ano anterior. A tecnologia é apontada como uma aliada estratégica para os pecuaristas, contribuindo para melhorar a produtividade do rebanho.

Em um contexto de transformação digital, a DSM-Firmenich enfatiza o lançamento da “Pecuária de Precisão,” uma categoria que integra soluções digitais para impulsionar a eficiência e sustentabilidade nas fazendas. A empresa destaca o sucesso dessas plataformas digitais inovadoras, que já estão presentes em 6 mil fazendas, com mais de 15 mil usuários e monitoramento de mais de 5 milhões de animais.

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A DSM-Firmenich reconhece o protagonismo da atividade pecuária na economia brasileira e destaca o compromisso contínuo com a inovação, oferecendo soluções que atendam às demandas de um setor em constante evolução. A empresa acredita que a adoção de tecnologias economicamente viáveis é um caminho irreversível para obter resultados positivos em períodos de economia em alta ou maior volatilidade do mercado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado se aproxima de 1 milhão de toneladas e 1/4 do algodão brasileiro

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A Bahia caminha para a maior safra de algodão de sua história, com produção estimada em 986,4 mil toneladas de pluma no ciclo 2025/26, crescimento de 17% sobre a temporada anterior. O volume representa quase 24% da safra brasileira prevista pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e mantém o estado na segunda posição nacional, atrás de Mato Grosso.

O destaque está no rendimento das lavouras. Em aproximadamente 418 mil hectares, a produtividade estimada chega a 2.360 quilos de pluma por hectare, cerca de 14% acima da média brasileira calculada com os dados da Abrapa. São aproximadamente 284 quilos adicionais por hectare, uma diferença que ajuda a distribuir os custos de produção por um volume maior de fibra.

Para o Brasil, a associação apresentou em setembro uma estimativa de 4,144 milhões de toneladas, cultivadas em 1,996 milhão de hectares. Mato Grosso lidera com produção projetada em 2,74 milhões de toneladas. Juntos, os dois estados concentram aproximadamente 90% do algodão nacional.

O resultado baiano aumenta a oferta em um momento de maior atenção à comercialização. Os preços da pluma continuavam em queda no início de outubro, depois do recuo registrado em setembro, conforme acompanhamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Universidade de São Paulo. Para o produtor, a produtividade maior ajuda na conta, mas o ganho final depende também do preço recebido, dos custos e da qualidade da fibra.

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A retirada do algodão da lavoura é apenas uma etapa desse processo. Segundo relatório da Abrapa divulgado em 9 de outubro, a colheita brasileira havia atingido 99% até 25 de setembro, enquanto o beneficiamento estava em 49%. É nessa operação que a fibra é separada do caroço e preparada para venda. Os volumes estaduais ainda estavam sujeitos à consolidação.

O mercado externo será importante para absorver a produção. Entre agosto de 2025 e julho de 2026, o Brasil exportou 3,37 milhões de toneladas de algodão, recorde e avanço de 19% sobre o ano comercial anterior. Esse calendário é diferente do ciclo agrícola e inclui a comercialização de algodão colhido anteriormente.

Dentro do país, a indústria enfrenta dificuldades para ampliar o consumo da fibra. Dados apresentados pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) à Câmara Setorial do Algodão, em setembro, apontaram queda de 1,9% na produção têxtil acumulada em 12 meses. A fabricação de vestuário recuou 4,2%, enquanto as importações de roupas cresceram 50,3% entre janeiro e agosto de 2026.

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Para a Bahia, ampliar o escoamento pelo Porto de Salvador é uma das alternativas discutidas pelo setor. A rota pode reduzir a concentração dos embarques em Santos, mas sua vantagem depende do custo do frete, da disponibilidade de contêineres e da regularidade das linhas marítimas.

A qualidade também pesa na negociação. Compradores avaliam características como comprimento, resistência e uniformidade da fibra, que interferem na fabricação dos fios. Uma colheita volumosa precisa chegar ao beneficiamento e à armazenagem em boas condições para preservar seu valor comercial.

O avanço das lavouras baianas fortalece a participação do estado no mercado nacional. Com a safra próxima de 1 milhão de toneladas, o desafio agora é transformar o rendimento obtido no campo em vendas que remunerem o produtor e sustentem o próximo plantio.

Fonte: Pensar Agro

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