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Timbro investirá no mercado de etanol e pretende comercializar 50 milhões de litros em 2024

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A Timbro, uma plataforma de negócios e comércio internacional, anunciou sua entrada no mercado de etanol após receber a autorização da Agência Nacional do Petróleo (ANP). A empresa tem planos ambiciosos: comercializar 50 milhões de litros de etanol no primeiro ano de operação.

Bruno Russo, sócio-fundador da Timbro, destaca a estratégia da empresa para se diferenciar no mercado. “Nossa operação é altamente verticalizada na comercialização, o que nos confere uma vantagem competitiva significativa”, explica Russo. “A Timbro quer oferecer soluções inovadoras para os produtores, estabelecendo uma sinergia eficaz entre nossos negócios de açúcar e as usinas parceiras. Isso nos coloca em uma posição forte para entregar soluções comerciais e financeiras eficientes.”

Com uma rede de mais de 30 usinas de açúcar localizadas nas regiões Centro-Sul e Nordeste do Brasil, a Timbro está preparada para expandir sua atuação no mercado de biocombustíveis. Além de atender à demanda interna, a empresa planeja exportar etanol para a Ásia e a Europa, aproveitando a crescente procura por fontes de energia limpas e renováveis.

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Pietro Costantino, diretor de açúcar e etanol da Timbro, reforça a importância do mercado de biocombustíveis para o futuro. “Temos uma sólida estrutura comercial, construída ao longo dos anos com a compra de açúcar de diversas usinas brasileiras. Vemos o mercado de biocombustíveis como fundamental não só para o Brasil, mas para o mundo, e estamos comprometidos em explorar novas oportunidades para contribuir para um futuro mais sustentável”, afirma Costantino.

Com foco na sustentabilidade, a Timbro busca se posicionar como um ator importante no mercado de etanol, impulsionando não apenas o crescimento econômico, mas também contribuindo para a preservação do meio ambiente em linha com sua agenda ESG.

Com essa abordagem, a Timbro espera se tornar um player-chave no mercado de etanol, promovendo uma economia mais sustentável e inovadora, além de fortalecer sua presença global no setor de biocombustíveis.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do Rio Grande do Sul somam US$ 4,4 bilhões no 1º trimestre de 2026, com destaque para carnes

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As exportações do Rio Grande do Sul totalizaram US$ 4,4 bilhões no primeiro trimestre de 2026. Em termos nominais, o resultado representa o quarto maior valor da série histórica iniciada em 1997, evidenciando a relevância do estado no comércio exterior brasileiro.

Carnes impulsionam desempenho da pauta exportadora

Entre os principais produtos exportados, o destaque ficou para o segmento de proteínas animais e animais vivos.

As exportações de carne suína registraram crescimento expressivo de 49,6%, com incremento de US$ 75,8 milhões. Também apresentaram avanço:

  • Vendas de bovinos e bubalinos vivos: alta de US$ 57,2 milhões;
  • Carne bovina: aumento de US$ 33,7 milhões.

O desempenho positivo desses produtos contribuiu para amenizar as perdas em outros segmentos relevantes da pauta exportadora.

Exportações caem em relação a 2025

Na comparação com o mesmo período de 2025, o valor total exportado pelo estado apresentou retração de 7,5%, o equivalente a uma queda de US$ 357,4 milhões.

O recuo foi influenciado principalmente pela redução nas vendas de produtos estratégicos:

  • Soja em grão: queda de 77,0% (-US$ 188,3 milhões);
  • Fumo não manufaturado: retração de US$ 172,9 milhões;
  • Celulose: recuo de US$ 68,1 milhões;
  • Polímeros de etileno: diminuição de US$ 45,5 milhões.
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Estado mantém posição no ranking nacional

Apesar da retração no valor exportado, o Rio Grande do Sul manteve a sétima colocação entre os principais estados exportadores do país.

O estado ficou atrás de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará e Paraná. No entanto, houve redução na participação relativa, que passou de 6,2% para 5,3% no período analisado.

Diversificação de destinos marca exportações gaúchas

No primeiro trimestre de 2026, o Rio Grande do Sul exportou para 169 destinos, reforçando a diversificação de mercados.

Os principais compradores foram:

  • União Europeia: 12,2% das exportações;
  • China: 9,2%;
  • Estados Unidos: 7,3%.

Entre os parceiros comerciais, a China apresentou a maior queda em termos absolutos, com retração de US$ 301,6 milhões, impactada pela redução nas compras de soja e fumo.

Os Estados Unidos também registraram recuo relevante (-US$ 148,7 milhões), influenciado principalmente pelos setores florestal e de armas e munições.

Egito e Filipinas ganham destaque nas compras

Em contrapartida, alguns mercados ampliaram significativamente suas importações de produtos gaúchos.

Destacam-se:

  • Egito: aumento de US$ 105,1 milhões;
  • Filipinas: alta de US$ 104,5 milhões.
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O crescimento foi impulsionado principalmente pelas vendas de cereais e carnes.

Cenário internacional pressiona comércio exterior

O desempenho das exportações do estado ocorre em meio a um ambiente global de incertezas.

As vendas para o Irã, que representaram 1,8% do total exportado, recuaram 5,5% no período, refletindo impactos de sanções econômicas e restrições financeiras que historicamente afetam as relações comerciais com o país.

No caso dos Estados Unidos, a queda de 31,9% nas exportações foi superior à média geral do estado. O resultado está ligado, entre outros fatores, ao desempenho do setor de armas e munições, sensível a mudanças regulatórias e tarifárias.

Perspectivas indicam cenário desafiador

Apesar do bom desempenho de segmentos como o de carnes, a retração em produtos-chave como soja e celulose evidencia os desafios enfrentados pelo estado no comércio internacional.

O cenário para os próximos meses seguirá condicionado à demanda global, às condições de mercado e ao ambiente geopolítico, fatores que devem continuar influenciando o desempenho das exportações gaúchas ao longo de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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