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Tecnologia, dados e manejo impulsionam eficiência na produção de matrizes avícolas no Brasil

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Avicultura brasileira avança com integração entre ciência, gestão e tecnologia

A evolução da avicultura de matrizes no Brasil tem sido impulsionada pela integração entre tecnologia, análise de dados, manejo e biosseguridade, fatores considerados essenciais para elevar a eficiência produtiva, a qualidade da progênie e a sustentabilidade do setor.

Com foco nesses desafios, a Fundação de Apoio à Ciência e Tecnologia Animal (FACTA) promoverá o Simpósio de Incubação e Matrizes, nos dias 16 e 17 de setembro, em Chapecó (SC). O evento reunirá especialistas, pesquisadores, técnicos e profissionais da cadeia avícola para discutir avanços e boas práticas do segmento.

Evento aborda manejo, incubação e eficiência dos incubatórios

A programação do simpósio será voltada à atualização técnica sobre os principais fatores que impactam o desempenho das matrizes pesadas e dos incubatórios.

Entre os temas previstos estão:

  • Manejo de recria e fertilidade
  • Programas de iluminação e nutrição
  • Controle ambiental e biosseguridade
  • Sanidade, vacinação e automação
  • Uso de indicadores e análise de dados para tomada de decisão

O encontro também vai discutir estratégias para aumentar a eficiência operacional dos incubatórios, com foco em manejo de ovos, ventilação, embriodiagnóstico, controle de qualidade e monitoramento de processos.

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Gestão, tecnologia e dados ganham protagonismo na avicultura

Além dos aspectos produtivos, o simpósio também abordará temas ligados à gestão de pessoas, retorno sobre investimento em tecnologias e uso estratégico de dados para melhoria contínua dos resultados.

A proposta é conectar conhecimento científico e aplicação prática, fortalecendo a tomada de decisão dentro das granjas e incubatórios.

FACTA destaca importância estratégica das matrizes para a cadeia avícola

Para o presidente da FACTA, Ariel Mendes, o evento foi estruturado para atender às demandas atuais da avicultura moderna, com foco em eficiência e competitividade.

Segundo ele, as etapas de produção de matrizes e incubação são fundamentais para o desempenho de toda a cadeia avícola, exigindo atualização constante e adoção de novas tecnologias.

Informações do evento

O evento em Chapecó reforça o papel da inovação, da gestão técnica e do uso de dados como pilares para o avanço da avicultura brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Energia solar no agronegócio reduz custos e transforma a produção rural no Brasil

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Energia solar avança no agronegócio e se consolida como ferramenta estratégica no campo

A energia solar tem ganhado espaço no agronegócio brasileiro e vem transformando a gestão de custos e a operação de propriedades rurais de diferentes portes. A tecnologia, cada vez mais presente no campo, já é aplicada em atividades como irrigação, bombeamento de água, resfriamento de leite, armazenagem de grãos e climatização de estruturas agrícolas.

Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o agronegócio representa cerca de 29% da energia renovável consumida no Brasil, reforçando o papel do setor na transição energética nacional.

Com isso, a energia fotovoltaica passa a ser vista não apenas como alternativa sustentável, mas como solução estratégica para aumentar a eficiência produtiva e reduzir custos operacionais.

Redução de custos e previsibilidade financeira impulsionam adoção no campo

Um dos principais fatores que explicam a expansão da energia solar no meio rural é a redução significativa das despesas com energia elétrica, que representam uma parcela relevante dos custos operacionais do agronegócio.

De acordo com especialistas do setor, a geração própria de energia permite maior previsibilidade financeira, reduzindo a exposição às variações tarifárias e melhorando o planejamento da produção.

“O produtor que consegue reduzir essa despesa de forma consistente ganha competitividade, melhora o fluxo de caixa da propriedade e consegue investir mais em produtividade e tecnologia”, afirma Raphael Brito, CEO da Solarprime.

Irrigação e armazenagem de grãos lideram aplicações da energia solar no agro

Entre as principais aplicações da energia solar no campo, os sistemas de irrigação se destacam pelo alto consumo energético. Em culturas que dependem de bombeamento constante de água, especialmente em períodos de estiagem, a tecnologia pode reduzir os custos com energia em até 90%, dependendo do sistema adotado e do uso de armazenamento.

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Além disso, a energia fotovoltaica tem sido amplamente utilizada em silos, câmaras frias, galpões e sistemas de ventilação, estruturas que exigem fornecimento contínuo de energia durante o ciclo produtivo.

Essas aplicações contribuem diretamente para a redução de perdas pós-colheita e para a melhoria da eficiência logística dentro das propriedades rurais.

Tecnologia amplia autonomia energética e fortalece a operação rural

Segundo especialistas, a energia solar deixou de ser apenas uma solução ambiental para se tornar uma ferramenta de gestão dentro das propriedades rurais.

“O produtor busca eficiência, previsibilidade e mais autonomia energética para sustentar o crescimento da operação”, explica Raphael Brito.

Na pecuária, a tecnologia também vem sendo adotada em sistemas de ordenha, resfriamento de leite e abastecimento de água para o rebanho. Em regiões mais afastadas dos centros urbanos, onde o fornecimento de energia pode ser instável, a geração própria garante maior segurança operacional.

Energia solar ganha espaço como investimento de longo prazo no agronegócio

Além da economia direta na conta de luz, fatores como longa vida útil dos equipamentos e baixa necessidade de manutenção reforçam a atratividade da energia solar no campo.

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Para o setor, a tecnologia se consolida como um investimento de longo prazo, alinhado à busca por maior eficiência e sustentabilidade econômica.

“O produtor rural brasileiro está cada vez mais atento à gestão do negócio. A energia solar entra como uma ferramenta importante para aumentar a eficiência, reduzir desperdícios e tornar a operação mais sustentável economicamente no longo prazo”, finaliza o CEO da Solarprime.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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