AGRONEGÓCIO

Tecnologia amplia produtividade da safrinha de milho em 10,6 sacos por hectare

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A aplicação de tecnologias que controlam os estresses abióticos das plantas trouxe um incremento de 10,6 sacos por hectare na safrinha de milho, ou seja, 640 quilos a mais de produtividade por hectare. É o que mostra a pesquisa feita pela Elicit Plant Brasil nas áreas em que foram testadas as tecnologias da empresa, observando claramente um incremento em todos os componentes de rendimento como número e peso de grãos.

O produto aplicado foi o Bomafit, solução natural a base de extratos de plantas, atuando nas plantas tratadas tornando-as mais resistentes a ação prejudicial dos fatores climáticos os quais podem afetar a produtividade, dentre estes a falta ou o excesso de Água, extremos de temperatura, seja o frio ou o calor e a luminosidade, seja o excesso ou a falta como em dias nublados. “Nestes trabalhos, quando aplicado o Bomafit comparado a plantas sem aplicação, pudemos observar uma melhora na capacidade da planta de suportar a extremos de clima e explorar seu próprio potencial produtivo. Observamos plantas mais vigorosas e mais aptas a produzir”, destaca o gerente de Desenvolvimento da Elicit Plant Brasil, Karol Czelusniak.

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Conforme o especialista, nesta safrinha do milho se observou uma grande variação nas condições climáticas, um desafio extra aos agricultores e que persiste agora no início da safra de verão. “É consenso entre pesquisa e campo que as condições climáticas influenciam diretamente sobre o potencial produtivo e grande parte das publicações técnicas sugerem que fatores climáticos seguramente podem comprometer em mais 50% o potencial produtivo, sendo preciso aprofundar o conhecimento de como ajudar as plantas e obter soluções para enfrentar estes desafios assegurando a produção alimentar”, observa.

Para o desenvolvimento desta nova tecnologia, nesta safra a Elicit Plant Brasil contou com o apoio de 12 renomadas e conceituadas instituições de pesquisa bem como 23 agricultores que cultivam nos Estados do Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás. “Nestes, conduzimos trabalhos buscando demonstrar a performance e eficiência de Bomafit”, ressalta Czelusniak.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Elicit Plant

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Consumo de vinho bate recorde no Brasil e cresce 41,9% em 2025; especialistas destacam benefícios à saúde

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O consumo de vinho no Brasil atingiu um marco histórico em 2025, consolidando o país como um dos principais destaques positivos do setor vitivinícola mundial. Enquanto diversos mercados internacionais registraram retração no consumo da bebida, os brasileiros ampliaram significativamente a demanda, impulsionando toda a cadeia produtiva nacional.

Dados da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) mostram que o país consumiu 4,4 milhões de hectolitros de vinho ao longo do ano, volume recorde que representa crescimento de 41,9% em relação ao período anterior.

O avanço reforça a expansão da cultura do vinho entre os consumidores brasileiros e abre novas oportunidades para produtores, vinícolas, distribuidores e demais segmentos ligados ao agronegócio da uva e do vinho.

Vitivinicultura brasileira mantém trajetória de expansão

O crescimento do consumo foi acompanhado pela evolução da produção nacional. Pelo quinto ano consecutivo, o Brasil ampliou sua área cultivada com vinhedos, alcançando 91 mil hectares em 2025.

O aumento de 9,6% em comparação ao ano anterior demonstra a confiança do setor na expansão do mercado interno e na valorização dos produtos nacionais.

A vitivinicultura tem se consolidado como uma importante atividade agroindustrial, especialmente nas regiões Sul e Sudeste, contribuindo para a geração de renda, empregos e desenvolvimento regional.

Além da produção de vinhos, o segmento movimenta cadeias relacionadas ao turismo rural, gastronomia, logística e exportações, fortalecendo a presença do agronegócio brasileiro em mercados de maior valor agregado.

Interesse pela bebida cresce entre consumidores

O aumento do consumo reflete mudanças nos hábitos dos brasileiros, que passaram a incorporar o vinho com maior frequência em ocasiões sociais, refeições e experiências gastronômicas.

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Especialistas apontam que a popularização da bebida também está associada ao maior acesso à informação sobre variedades, harmonizações e processos de produção, além da ampliação da oferta de rótulos nacionais e importados.

O cenário tem impulsionado investimentos em vinícolas, modernização de propriedades rurais e expansão de áreas destinadas ao cultivo de uvas viníferas.

Estudos associam consumo moderado à saúde cardiovascular

O crescimento da demanda ocorre paralelamente ao interesse da população por pesquisas científicas que investigam os efeitos do consumo moderado de vinho sobre a saúde.

Segundo a nutróloga e professora da Afya Educação Médica Montes Claros, Dra. Juliana Couto Guimarães, o vinho contém compostos bioativos, especialmente polifenóis, que apresentam ação antioxidante e ajudam a combater os radicais livres, moléculas associadas ao envelhecimento celular e ao desenvolvimento de doenças crônicas.

Entre os compostos mais estudados está o resveratrol, encontrado principalmente na casca das uvas tintas, substância que vem sendo relacionada à proteção cardiovascular e à redução de processos inflamatórios.

Pesquisa aponta redução de risco cardiovascular

Estudos apresentados durante o American College of Cardiology (ACC) indicaram que o consumo moderado de vinho esteve associado a uma redução de 21% no risco de morte por doenças cardiovasculares quando comparado a indivíduos que não consumiam álcool ou o faziam apenas ocasionalmente.

De acordo com a especialista, esses resultados costumam ser observados em populações que seguem padrões alimentares semelhantes aos da dieta mediterrânea, reconhecida internacionalmente pelos benefícios à saúde.

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Nesse modelo alimentar, o vinho é consumido em pequenas quantidades e integrado a uma rotina baseada em frutas, verduras, legumes, azeite de oliva, peixes e prática regular de atividades físicas.

Os compostos presentes na bebida podem contribuir para a proteção dos vasos sanguíneos, auxiliar na redução da oxidação do colesterol LDL e favorecer a saúde cardiovascular quando inseridos em um contexto de hábitos saudáveis.

Consumo deve ser feito com moderação

Apesar dos potenciais benefícios observados em estudos científicos, especialistas reforçam que o vinho não deve ser encarado como tratamento médico ou estratégia isolada de prevenção de doenças.

A recomendação para adultos saudáveis que optam pelo consumo da bebida é que ela seja ingerida com moderação e, preferencialmente, durante as refeições.

Além disso, o consumo de bebidas alcoólicas não é indicado para gestantes, lactantes, crianças, adolescentes, pessoas com doenças hepáticas, histórico de dependência alcoólica ou que utilizem medicamentos com potencial de interação com o álcool.

Setor vê oportunidades para os próximos anos

Com recorde de consumo, expansão dos vinhedos e fortalecimento da produção nacional, a cadeia vitivinícola brasileira entra em uma nova fase de crescimento.

A combinação entre aumento da demanda, valorização dos produtos nacionais e investimentos em tecnologia e qualidade cria perspectivas favoráveis para produtores rurais, cooperativas e vinícolas, consolidando o vinho como uma das cadeias agroindustriais de maior potencial de agregação de valor dentro do agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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