AGRONEGÓCIO

Tecnologia amplia produtividade da safrinha de milho em 10,6 sacos por hectare

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A aplicação de tecnologias que controlam os estresses abióticos das plantas trouxe um incremento de 10,6 sacos por hectare na safrinha de milho, ou seja, 640 quilos a mais de produtividade por hectare. É o que mostra a pesquisa feita pela Elicit Plant Brasil nas áreas em que foram testadas as tecnologias da empresa, observando claramente um incremento em todos os componentes de rendimento como número e peso de grãos.

O produto aplicado foi o Bomafit, solução natural a base de extratos de plantas, atuando nas plantas tratadas tornando-as mais resistentes a ação prejudicial dos fatores climáticos os quais podem afetar a produtividade, dentre estes a falta ou o excesso de Água, extremos de temperatura, seja o frio ou o calor e a luminosidade, seja o excesso ou a falta como em dias nublados. “Nestes trabalhos, quando aplicado o Bomafit comparado a plantas sem aplicação, pudemos observar uma melhora na capacidade da planta de suportar a extremos de clima e explorar seu próprio potencial produtivo. Observamos plantas mais vigorosas e mais aptas a produzir”, destaca o gerente de Desenvolvimento da Elicit Plant Brasil, Karol Czelusniak.

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Conforme o especialista, nesta safrinha do milho se observou uma grande variação nas condições climáticas, um desafio extra aos agricultores e que persiste agora no início da safra de verão. “É consenso entre pesquisa e campo que as condições climáticas influenciam diretamente sobre o potencial produtivo e grande parte das publicações técnicas sugerem que fatores climáticos seguramente podem comprometer em mais 50% o potencial produtivo, sendo preciso aprofundar o conhecimento de como ajudar as plantas e obter soluções para enfrentar estes desafios assegurando a produção alimentar”, observa.

Para o desenvolvimento desta nova tecnologia, nesta safra a Elicit Plant Brasil contou com o apoio de 12 renomadas e conceituadas instituições de pesquisa bem como 23 agricultores que cultivam nos Estados do Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás. “Nestes, conduzimos trabalhos buscando demonstrar a performance e eficiência de Bomafit”, ressalta Czelusniak.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Elicit Plant

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Cúpula do agro liga inovação e rastreabilidade ao acesso a mercados

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Acesso a mercados, rastreabilidade e uso de tecnologia para reduzir riscos estão no centro da proposta da Cúpula da Inovação e Tecnologia do Agro Brasileiro, a Citagro 2026, marcada para 16 de novembro, em São Paulo. O encontro pretende aproximar empresas, investidores e pesquisadores em torno da competitividade da produção brasileira.

A questão chega à porteira por meio das exigências dos compradores. Para cadeias que abastecem mercados com regras ambientais específicas, comprovar a origem da mercadoria e as condições de produção passa a integrar o trabalho de comercialização. Sistemas digitais de rastreabilidade ajudam a organizar as informações necessárias para atender a esses critérios.

Um exemplo é o Regulamento Europeu Antidesmatamento (EUDR), cuja aplicação começa em 30 de dezembro de 2026 para grandes e médios operadores, segundo a Comissão Europeia. A norma abrange bovinos, soja, café, cacau, óleo de palma, borracha, madeira e determinados derivados. Para a maior parte dos micro e pequenos operadores, o prazo é 30 de junho de 2027.

As regras exigem comprovação de que os produtos foram obtidos conforme a legislação do país de origem e não estão associados a desmatamento posterior a 31 de dezembro de 2020. A verificação envolve informações sobre fornecedores e localização das áreas produtivas. Mesmo produtores brasileiros que vendem a uma cooperativa ou empresa intermediária recebem demandas por esses dados dos compradores.

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Outra mudança é o Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira da União Europeia (CBAM), em sua fase definitiva desde janeiro de 2026. Seu alcance inclui determinados fertilizantes e outros produtos industriais. Nesses casos, as emissões da fabricação entram no cálculo das obrigações dos importadores europeus, acrescentando uma variável ambiental à relação comercial.

O material de apresentação da Citagro também destaca a inteligência de mercado como instrumento para antecipar cenários. A proposta associa competitividade à capacidade de acompanhar mudanças tarifárias, exigências regulatórias e movimentos da demanda, usando essas informações no planejamento das empresas e na diversificação de destinos para a produção.

Para o produtor, essa discussão envolve decisões concretas: quais informações manter sobre a propriedade, quais tecnologias adotar e quais requisitos serão necessários para vender a determinados compradores. A conexão entre pesquisa e produção, outro eixo da iniciativa, busca aproximar o desenvolvimento de soluções das necessidades das cadeias agropecuárias e das regiões produtoras.

A apresentação defende ainda maior articulação entre empresas, governos e instituições de pesquisa nas negociações internacionais. O objetivo anunciado é combinar inovação no campo com participação brasileira na definição de padrões comerciais e ambientais que influenciam o acesso a mercados.

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Serviço

  • Evento: Cúpula da Inovação e Tecnologia do Agro Brasileiro — Citagro 2026
  • Data: 16 de novembro de 2026
  • Horário: das 18h às 22h
  • Cidade: São Paulo (SP)

Fonte: Pensar Agro

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