AGRONEGÓCIO

Syngenta anuncia o lançamento da 4ª temporada da websérie “De Produtor Para Produtor”

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A Syngenta Proteção de Cultivos lançou a quarta temporada da websérie “De Produtor Para Produtor”. A iniciativa começou como um encontro online em 2020, como uma forma de manter a conexão com os sojicultores e levar informações relevantes a eles. Agora, se tornou uma série de vídeos sobre temas alinhados às principais tendências de marketing de conteúdo, além de atender às necessidades dos produtores ao conhecerem as experiências e desafios diários enfrentados no campo.

“O programa já impactou milhares de produtores nos últimos anos. Com a contribuição de especialistas renomados, influenciadores técnicos e profissionais focados na soja, um dos principais cultivos brasileiros, conseguimos estreitar ainda mais os laços com quem faz o agro acontecer. Ficamos muito felizes que esta ideia está crescendo e conectando pessoas”, afirma Renata Moya, Diretora de Comunicação Mercadológica da Syngenta.

A companhia visa trazer ainda mais humanização e emoção à iniciativa, compartilhando as histórias e aprendizados nesta temporada que, por sua vez, aborda a realidade de das regiões do Cerrado e Sul, que são polos de produção de grãos no Brasil. A jornalista Luísa Nogueira pegou a estrada com o Mais Agro, central de conteúdos da Syngenta, e visitou essas regiões para encontrar quem enfrenta os desafios da agricultura brasileira e compartilhar suas grandes histórias.

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Os quatro episódios, que serão lançados mensalmente, abordam temas como Sustentabilidade, Tecnologia e Inovação; Comercialização e Sucessão. O primeiro episódio, por sua vez, reforça a importância da sustentabilidade, ao mostrar um produtor que participa do Reverte®, programa da Syngenta que nasceu com o objetivo de apoiar agricultores, por meio de técnicas agronômicas e financiamento de longo prazo, a transformarem pastos degradados em terras produtivas, sem a necessidade de abertura de novas terras, suportando, assim, na preservação ambiental. Já o segundo episódio aborda o desenvolvimento tecnológico no Cerrado e explica como a tecnologia e a inovação tornaram-se ferramentas indispensáveis na vida dos produtores.

De acordo com Rafael Chioquetta, Gerente de Marketing Soja da Syngenta, a iniciativa aproxima ainda mais a companhia dos agricultores pelo País. “Estamos visitando o campo e ouvindo os desafios de quem planta. Todo um time foi mobilizado pela Syngenta para a produção da websérie a fim de acompanhar de perto a rotina destes profissionais do agro. Essa proximidade é fundamental para gerar ainda mais conexão e inspirar outros produtores que passam por realidades semelhantes. É uma troca de experiências”, afirma.

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Clique aqui e confira os primeiros episódios no canal do Youtube da companhia.

Fonte: Syngenta

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Com custos em alta, eficiência passa a definir competitividade no agro

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A combinação de juros elevados, custos de produção pressionados, instabilidade geopolítica e preços mais baixos das commodities tem imposto desafios adicionais ao agronegócio brasileiro em 2026. Na Bahia, porém, produtores apostam em ganhos de produtividade, tecnologia e gestão para atravessar um dos cenários mais complexos dos últimos anos sem comprometer a expansão da atividade. A estratégia ganha relevância às vésperas da Bahia Farm Show, principal feira agrícola do Norte e Nordeste, que começa nesta semana em Luís Eduardo Magalhães.

O desafio não é pequeno. O aumento dos custos dos fertilizantes, impulsionado pelas tensões no Oriente Médio e pela valorização do petróleo, se soma ao crédito rural mais caro e às incertezas sobre o comportamento do clima na próxima safra. Ao mesmo tempo, produtores convivem com margens mais apertadas diante da acomodação dos preços internacionais da soja, do milho e do algodão.

Mesmo assim, o agro baiano chega ao novo ciclo sustentado por um diferencial que tem chamado a atenção do setor: o avanço consistente da produtividade. No Oeste da Bahia, principal fronteira agrícola do estado, a produção de soja registrou recordes sucessivos de rendimento nos últimos anos, resultado da adoção de novas tecnologias, melhor manejo agronômico e investimentos em genética e agricultura de precisão.

Os números ajudam a explicar o otimismo cauteloso dos produtores. Em 2025, a Bahia colheu uma safra recorde superior a 12,8 milhões de toneladas de grãos, com crescimento de 12,8% sobre o ano anterior. A soja alcançou 8,6 milhões de toneladas, avanço de 14,3%, enquanto o milho cresceu 18,2%. O algodão, uma das principais culturas de exportação do estado, também ampliou sua produção.

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Para a safra 2025/26, as projeções apontam um novo avanço. Levantamentos do setor indicam que a produção baiana de grãos e fibras poderá superar 14 milhões de toneladas, consolidando a liderança do estado dentro da região do Matopiba, considerada a principal fronteira de expansão agrícola do país.

O desempenho do campo já vem refletindo diretamente na economia estadual. Dados da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia mostram que a agropecuária cresceu 12,4% no quarto trimestre de 2025, desempenho muito superior ao avanço de 2,3% registrado pelo Produto Interno Bruto (PIB) da Bahia no mesmo período. O Valor Bruto da Produção agropecuária alcançou R$ 4,9 bilhões no trimestre, confirmando o papel do setor como principal motor da economia baiana.

Além das lavouras de grãos, outras cadeias vêm reforçando a diversificação do agro estadual. A produção de café avançou 5,1% em 2025, enquanto a cacauicultura registrou crescimento de 7%, beneficiada pela forte demanda internacional e pelos elevados preços da commodity. Na pecuária, o aumento dos abates e da produção de leite também contribuiu para sustentar a renda no interior do estado.

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O principal desafio agora é manter a competitividade diante da escalada dos custos. Lideranças do setor avaliam que o produtor precisará ser ainda mais eficiente na gestão financeira, antecipando compras de insumos, reduzindo desperdícios e utilizando ferramentas de comercialização capazes de proteger margens. A palavra de ordem passou a ser planejamento.

Ao mesmo tempo, cresce a preocupação com fatores que escapam ao controle das fazendas. O comportamento do clima, a volatilidade dos mercados internacionais e possíveis interrupções nas cadeias globais de fertilizantes continuam no radar dos produtores. Para especialistas, a capacidade de combinar produtividade elevada com gestão de risco será decisiva para determinar quem conseguirá atravessar o atual ciclo de incertezas.

Se há um consenso entre lideranças do setor, é que a Bahia deixou de competir apenas pela expansão de área. O avanço do agro estadual passa cada vez mais pela capacidade de produzir mais por hectare, com maior eficiência e menor custo. Em um ambiente de margens pressionadas, a produtividade deixou de ser apenas um diferencial competitivo para se tornar uma condição de sobrevivência

Fonte: Pensar Agro

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