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Synerjet Apresenta Aeronave Agrícola Autônoma Pelican Spray na Show Safra Mato Grosso 2025

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Durante a Show Safra Mato Grosso 2025, que ocorrerá em Lucas do Rio Verde entre os dias 24 e 28 de março, a Synerjet Corp., em parceria com a Pyka, apresentará o Pelican Spray, uma aeronave agrícola autônoma e 100% elétrica. Este evento se configura como uma oportunidade estratégica para a Synerjet, que irá expor suas inovações e soluções tecnológicas voltadas para o setor agrícola, reafirmando seu compromisso com a excelência no mercado de aviação executiva e agrícola.

A aeronave Pelican Spray será comercializada na América Latina pela Synerjet, após o anúncio da parceria comercial entre as empresas, ocorrido em janeiro deste ano. “A Show Safra será a chance de apresentar o Pelican Spray para o mercado agropecuário e permitir que nossos clientes conheçam de perto a qualidade e o potencial de um produto que tem o poder de transformar o setor”, declara Mateus Dallacqua, diretor de Vendas e Inovação da Synerjet.

O evento terá como principal atrativo o voo de demonstração da aeronave, programado para o dia 26 de março, às 15h. “O Pelican Spray traz uma evolução significativa para a aviação agrícola, oferecendo mais eficiência, segurança e sustentabilidade. O voo de demonstração será uma oportunidade única para que os visitantes vejam de perto essa tecnologia inovadora”, acrescenta Dallacqua.

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Além da aeronave Pelican Spray, a Synerjet também exibirá o Pilatus PC-12 NGX, um monomotor turboélice suíço de última geração, e os aviões agrícolas EMB-203 Ipanema, fabricados pela Embraer. Ambos os modelos serão comercializados pela empresa na América Latina.

A Show Safra Mato Grosso 2025 é um dos maiores eventos do agronegócio brasileiro, com uma expectativa de público superior a 150 mil pessoas (em 2024, o evento contou com 127 mil visitantes). Serão 525 expositores, representando mais de 1.500 marcas, com previsão de movimentação de negócios que ultrapassa os R$ 10 bilhões.

Mais sobre a aeronave Pelican Spray

O Pelican Spray é um exemplo de tecnologia avançada no campo da pulverização agrícola. Sua capacidade de aplicar produtos agrícolas com precisão e reduzir a deriva é um grande diferencial. A aeronave possui capacidade para transportar até 300 litros de carga útil e é equipada com cinco conjuntos de baterias intercambiáveis, garantindo operação contínua 24 horas por dia, sete dias por semana. Com uma capacidade de cobertura de até 90 hectares por hora, a aeronave aplica uma taxa de 10 litros por hectare.

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A parceria entre a Synerjet e a Pyka tem como objetivo a venda de até 20 unidades da aeronave ainda neste ano, com a entrega das primeiras unidades começando em 2026, e um plano de expansão considerável para os próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Embarques de milho aceleram com entrada da segunda safra

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O Brasil exportou 1,18 milhão de toneladas de milho nos primeiros cinco dias úteis de agosto, impulsionado pela entrada da segunda safra e pela maior disponibilidade do cereal nos portos. Apesar da aceleração em relação a julho, a média diária dos embarques ainda ficou 27,4% abaixo da registrada em agosto do ano passado.

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Entre os dias 3 e 7 de agosto, o país enviou ao exterior 1.183.719 toneladas, média de 236.744 toneladas por dia.

Em agosto de 2025, os embarques alcançaram 6,85 milhões de toneladas em 21 dias úteis, com média diária de 326.127 toneladas. Os primeiros números deste mês representam 17,3% daquele total, mas não indicam, por enquanto, que o Brasil superará o resultado do ano passado.

Se a média observada nos primeiros cinco dias for mantida até o fim do mês, as exportações chegarão a aproximadamente 4,97 milhões de toneladas. O volume ficaria cerca de 1,88 milhão de toneladas abaixo do registrado em agosto de 2025. Trata-se de uma projeção simples, que poderá mudar conforme a programação dos portos e os novos contratos de venda.

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A recuperação é mais evidente na comparação com julho. No mês passado, a média diária dos embarques terminou em 84.488 toneladas. O ritmo registrado no início de agosto foi quase três vezes maior, movimento esperado para esta época do ano, quando o avanço da colheita do milho segunda safra aumenta a oferta disponível para exportação.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o Brasil colherá 141,7 milhões de toneladas de milho na safra 2025/26. A segunda safra deverá responder por 109,4 milhões de toneladas, mantendo-se como a principal fonte do cereal destinado ao mercado externo durante o segundo semestre.

Embora o volume diário exportado ainda esteja abaixo do ano passado, o preço médio avançou 22,3%. Cada tonelada embarcada no início de agosto alcançou valor equivalente a aproximadamente R$ 1.247, considerando a cotação de R$ 5,15. Esse valor corresponde ao produto exportado e não deve ser confundido com o preço recebido diretamente pelo produtor na fazenda.

As vendas realizadas nos cinco primeiros dias úteis movimentaram o equivalente a R$ 1,48 bilhão. A média diária da receita, contudo, permaneceu 11,2% inferior à de agosto de 2025, porque a valorização da tonelada não compensou integralmente a redução do volume embarcado.

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Para o produtor, o desempenho das exportações é importante porque define quanto da segunda safra será retirado do mercado interno. Se os embarques ganharem força nas próximas semanas, poderão reduzir a pressão provocada pela entrada do milho colhido e dar maior sustentação às cotações nas regiões produtoras.

Caso o ritmo permaneça abaixo do registrado no ano passado, uma parcela maior da safra ficará disponível no mercado doméstico, elevando a necessidade de armazenagem e aumentando a disputa entre produtores por espaço nos silos. O efeito será mais intenso nas regiões distantes dos portos, onde o custo do frete limita a competitividade do cereal.

O resultado de agosto dependerá da demanda dos compradores, dos preços internacionais, da programação dos navios e da capacidade dos portos de absorver o aumento da oferta. Com a colheita avançando, o Brasil entra agora no período decisivo para transformar a safra elevada em exportações e evitar excesso de milho no mercado interno.

Fonte: Pensar Agro

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