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Suplementação técnica impulsiona produtividade e qualidade em confinamento paulista

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Desempenho excepcional em confinamento

A suplementação nutricional no confinamento é essencial para potencializar o desempenho dos animais, resultando em carcaças de alta qualidade e maior rentabilidade ao produtor. Um exemplo notável é o trabalho da Chácara São Luiz (Agro Moreira), localizada em Mirante do Paranapanema (SP), que recentemente encaminhou para o abate 200 novilhas Nelore com notável acabamento. Os animais apresentaram peso médio de 441,8 kg e rendimento de carcaça de 53,8%, evidenciando a eficiência do sistema de engorda adotado.

Resultados expressivos com suplementação técnica

Parceira da Premix há mais de sete anos, a propriedade comprova que o uso de tecnologias nutricionais avançadas, aliado a um manejo bem estruturado, transforma o confinamento em uma atividade altamente lucrativa. As fêmeas, confinadas por 110 dias, alcançaram uma média de 15,8 arrobas por carcaça (237 kg). Cerca de 90% dos animais apresentavam dentição entre 0 e 4 dentes, indicando precocidade e elevado desempenho produtivo. O peso inicial de 290 kg evoluiu para 441,8 kg, resultando em um ganho médio diário (GMD) de 1,38 kg e 6,18 arrobas produzidas no período.

Transformação por meio da parceria

Wellen Fernando Pinheiro, conhecido como Lelo, um dos proprietários da Chácara São Luiz, destaca a evolução proporcionada pela parceria com a Premix. “Antes, utilizávamos um suplemento genérico para todo o rebanho. Com o programa da Premix e o suporte técnico dos consultores, incorporamos práticas de manejo nutricional voltadas à eficiência máxima”, relata.

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Segundo ele, a transição para um modelo de gestão mais profissional foi desafiadora, mas os resultados superaram as expectativas. “Conseguimos transformar animais de baixo desempenho em animais sustentáveis e rentáveis. O diferencial está no ganho de carcaça e na qualidade de cobertura, convertendo bezerras em novilhas prontas para o abate”, destaca. Para Lelo, “a suplementação técnica é hoje indispensável para uma pecuária competitiva e sustentável”.

Apoio técnico personalizado

O supervisor comercial da Premix em São Paulo, Paraná e Paraguai, Fábio Procópio, ressalta a importância do acompanhamento técnico próximo e das estratégias nutricionais customizadas. “Trabalhamos em parceria com o produtor, desde a escolha dos ingredientes até a formulação das dietas, sempre em busca do melhor desempenho aliado ao melhor custo-benefício”, explica.

A Chácara São Luiz, voltada para ciclo curto e com grande volume de animais adquiridos, conta com a Premix para formular todas as estratégias de recria e terminação, desde a fase a pasto até o confinamento final.

Linha completa de produtos e foco em desempenho

A Premix fornece à propriedade um portfólio completo de soluções, que inclui suplementos para uso a pasto e rações enriquecidas com o Fator P, um aditivo exclusivo da empresa. “Como toda a linha de aditivos da Premix é utilizada na propriedade, buscamos constantemente otimizar a dieta para obter os melhores resultados em ganho de peso e rendimento de carcaça”, afirma Procópio. Ele destaca ainda que, com esse desempenho, a propriedade se posiciona entre as melhores da região em acabamento de carcaça.

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Inovação e eficiência como pilares da produção

A parceria entre Premix e Chácara São Luiz comprova como a suplementação técnica e o manejo nutricional eficiente são fundamentais para alcançar altos padrões na produção de carne. Os números alcançados reforçam o impacto positivo de estratégias personalizadas na pecuária de corte. “A propriedade é um exemplo claro de que a busca por inovação e o uso inteligente da nutrição são decisivos para o sucesso na pecuária moderna”, conclui Procópio.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mato Grosso deve ampliar produção de etanol em 16% na safra 2026/27 e reforça liderança nacional em biocombustíveis

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Mato Grosso deve consolidar ainda mais sua posição estratégica no setor brasileiro de biocombustíveis na safra 2026/27. Projeção divulgada pelo Bioind-MT, com elaboração do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), aponta crescimento de 16,08% na produção estadual de etanol, que poderá atingir 8,44 milhões de metros cúbicos no próximo ciclo.

O avanço será liderado principalmente pelo etanol de milho, segmento em que Mato Grosso já responde por 62% da produção nacional de etanol de cereais. O crescimento também será sustentado pela entrada de novas plantas industriais e pela ampliação da moagem de milho destinada à produção de biocombustíveis.

Segundo o presidente do Bioind-MT e da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Silvio Rangel, o setor ganha importância crescente na matriz energética brasileira e no processo de descarbonização dos transportes.

“O avanço do etanol de milho fortalece a segurança energética e amplia o papel estratégico do Brasil na oferta de combustíveis renováveis, inclusive para setores como aviação e navegação marítima”, afirma.

Produção de etanol de milho deve crescer quase 19%

Antes mesmo da safra 2026/27, Mato Grosso já deve encerrar o ciclo 2025/26 com forte expansão na produção de etanol. A estimativa aponta crescimento de 8,52%, alcançando 7,27 milhões de metros cúbicos, enquanto a produção nacional deverá ficar praticamente estável, com leve alta de 0,22%.

Com esse desempenho, o estado mantém a segunda posição no ranking brasileiro de produção de etanol, atrás apenas de São Paulo.

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Na safra atual, a produção de etanol de milho deverá atingir 6,18 milhões de metros cúbicos, avanço de 9,89% em relação ao ciclo anterior. Já o etanol de cana-de-açúcar deve alcançar 1,09 milhão de metros cúbicos, com crescimento mais moderado de 1,37%.

Para 2026/27, a expectativa é de aceleração ainda maior no segmento de milho. A produção deverá subir 18,67%, alcançando 7,33 milhões de metros cúbicos. O etanol de cana, por sua vez, deve crescer 1,42%, chegando a 1,11 milhão de metros cúbicos.

O levantamento também mostra expansão significativa da moagem de milho para etanol. O volume processado deve atingir 13,81 milhões de toneladas em 2025/26, alta de 10,45%. Já para 2026/27, a projeção é de crescimento de 18,52%, totalizando 16,36 milhões de toneladas.

A entrada de duas novas plantas industriais no estado aparece como um dos principais fatores de impulso para o setor.

Cadeia de coprodutos amplia relevância econômica

Além do combustível, a indústria de etanol de milho segue fortalecendo a produção de coprodutos utilizados principalmente na nutrição animal e na indústria de alimentos.

A produção de DDG e DDGS — coprodutos proteicos derivados do processamento do milho — deverá crescer 16,14% na safra 2026/27, chegando a 3,41 milhões de toneladas.

Já a produção de óleo de milho deve avançar 12,9%, alcançando 338,9 mil toneladas.

No segmento sucroenergético, a moagem de cana-de-açúcar deverá permanecer praticamente estável no próximo ciclo, com previsão de 18,61 milhões de toneladas, alta de 0,39%.

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A produção de açúcar, por outro lado, poderá registrar leve retração de 1,42%, ficando em 579,7 mil toneladas.

Segundo o superintendente do Imea, Cleiton Gauer, o setor vem ampliando sua participação em diferentes segmentos da economia.

“A cadeia de bioenergia em Mato Grosso amplia sua relevância na produção de combustíveis renováveis, coprodutos para nutrição animal, óleo vegetal, bioenergia e créditos de descarbonização”, destaca.

Mato Grosso pode dobrar produção até 2033

As projeções de longo prazo indicam continuidade do forte crescimento da indústria de biocombustíveis no estado.

Segundo o levantamento, Mato Grosso poderá alcançar produção de 15,02 milhões de metros cúbicos de etanol até a safra 2033/34 — mais que o dobro do volume estimado para o ciclo atual.

O estudo também destaca os impactos ambientais positivos da cadeia de bioenergia. Desde o início do programa de Créditos de Descarbonização (CBIOs), o setor já contribuiu para mitigação equivalente a 189,64 milhões de toneladas de CO₂, sendo 40,06 milhões de toneladas apenas em 2025.

Além da relevância energética e ambiental, a cadeia produtiva do etanol em Mato Grosso também amplia sua importância econômica e social. Atualmente, o setor gera mais de 12 mil empregos diretos e movimenta arrecadação superior a R$ 2,5 bilhões em ICMS no estado.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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