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Suplementação Estratégica Eleva Desempenho de Rebanho e Reduz Custos na Fazenda Água Preta

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A Fazenda Água Preta, situada em Cocalinho (MT), é um exemplo notável de como a suplementação eficiente pode elevar o desempenho do rebanho e reduzir custos operacionais. Com o apoio técnico da Premix, a fazenda conseguiu antecipar o período de confinamento e economizou cerca de R$ 600 mil em diárias, além de superar as expectativas de peso dos animais.

Com a orientação da Premix, a Fazenda Água Preta conseguiu encaminhar 2.700 animais para a terminação 30 dias antes do previsto, resultando em uma média de peso 25 kg superior à projetada. A equipe técnica da Premix desenvolveu um plano nutricional personalizado para os animais, ajustando com precisão a formulação dos suplementos para garantir um ganho de peso contínuo e uniforme.

“Durante a seca, aumentamos progressivamente o nível proteico da suplementação conforme o consumo e o escore de fezes dos animais, o que foi crucial para manter o desempenho dos rebanhos”, explica Giancarlo Cerom, consultor técnico de Confinamentos da Premix.

Graças a esses ajustes, a média de peso dos lotes destinados ao abate superou as expectativas da fazenda. “Esperávamos abater os animais com médias de 320 kg a 325 kg, mas obtivemos lotes com 354 kg e até 364 kg, resultando em uma média de 25 kg a mais do que o previsto”, relata João Paulo Massonetto, gerente geral da Fazenda Água Preta.

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A equipe da Premix monitorou constantemente o consumo e o desempenho dos animais, utilizando formulações adaptadas às necessidades da fazenda. “Esse acompanhamento contínuo foi essencial para garantir que os ganhos de peso médio diário superassem as expectativas em 25 kg. A experiência prévia da propriedade com suplementação facilitou a adaptação às novas formulações”, acrescenta Giancarlo Cerom.

Os 25 kg adicionais por animal geraram uma economia significativa. André Pastori D’Aurea, coordenador técnico da Premix, destaca que a antecipação do confinamento resultou em uma economia de quase R$ 600 mil em diárias, considerando que o custo diário por animal varia entre R$ 7 e R$ 10. “Além disso, essa produção extra foi alcançada a pasto, mantendo os custos dentro do esperado e sem necessidade de intervenções extraordinárias”, explica D’Aurea.

D’Aurea ressalta que a precisão nos ajustes de formulação e o timing adequado das intervenções foram fundamentais para o sucesso do projeto. Ele acredita que os resultados podem ser replicados em outras propriedades, desde que o trabalho técnico seja adaptado às condições específicas e objetivos de cada fazenda.

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Os resultados da Fazenda Água Preta ilustram o potencial da suplementação estratégica para otimizar a produção e a rentabilidade na pecuária de corte. A parceria com a Premix permitiu à fazenda superar suas metas e alcançar um nível de excelência que pode servir de modelo para outros produtores.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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