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Sumitomo Chemical reforça posicionamento agronômico do Excalia Max® na Expodireto Cotrijal

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Nessa etapa final do manejo da soja, o agricultor gaúcho está vendo uma safra bastante marcada pela pressão da ferrugem asiática, além do atraso do plantio em 2023 devido ao excesso das chuvas.

A Sumitomo Chemical, uma das principais empresas do mundo de pesquisa e desenvolvimento de soluções para o campo, está na Expodireto Cotrijal, que aconteceu no município de Não-Me-Toque (RS), de 4 a 8 de março, para auxiliar os produtores e reforçar o posicionamento técnico do fungicida Excalia Max®, lançado na safra de 22/23, considerado uma novidade e fundamental para compor o manejo de forma eficaz.

A solução da empresa atua nas quatro principais doenças da soja: a ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi), a mancha-alvo (Corynespora cassiicola), o crestamento foliar (Cercospora kikuchii) e a mancha parda (Septoria glycines), além da podridão dos grãos e das sementes e o quebramento das hastes da soja, que prejudicam intensamente as lavouras.

O Excalia Max tem a combinação de Tebuconazol com um novo ingrediente ativo do grupo das Carboxamidas, o impirfluxam, promovendo a máxima proteção, com segurança e versatilidade para o manejo da lavoura de soja. Ele também é rapidamente absorvido pelas folhas, sendo resistente à lavagem pela chuva. Dessa forma, o agricultor tem um portfólio de A à Z para a soja, que protege o potencial produtivo do grão e, consequentemente, a rentabilidade.

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Para reforçar a oferta de ferramentas que auxiliam os produtores, os visitantes também conhecerão um pouco mais do programa SOJA+, com os reguladores de crescimento vegetal MaxCel®, que induz a formação de mais hastes laterais para uma melhor arquitetura produtiva da planta, e ProGibb®, que diminui significativamente o abortamento de flores e vagens, resultando em mais grãos e maior produtividade. O tradicional herbicida pré-emergente ZethaMaxx® também integra o portfólio.

“Diferentemente de anos anteriores, o Rio Grande do Sul está prevendo uma safra promissora, mesmo após enfrentar estiagens. A expectativa é que os produtores procurem nosso estande em busca de informações cruciais para aprimorar a gestão eficiente de suas lavouras”, destaca o coordenador de Trade Marketing da companhia, Samuel Bianchi, que destaca a importância desse foco na gestão para potencializar os resultados agrícolas.

A linha de soluções para Tratamento de Sementes está no estande com um conjunto de produtos eficientes que aumentam a rentabilidade do produtor. São eles o inseticida Maestro FS®, o nematicida Aveo FS®, o inseticida Inside FS® e o MycoApply EndoFuse® e MycoApply EndoMaxx®, soluções voltadas para melhorar a qualidade biológica do solo, promovendo maior longevidade, saúde e sustentabilidade.

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Para auxiliar o agricultor no desafio que é a presença de pragas na lavoura, a Sumitomo Chemical expõe três inseticidas na feira. O Decision®, que tem amplo espectro de ação com foco nos sugadores, com diferencial de poder ser aplicado durante a floração da lavoura, sem afetar insetos polinizadores, como as abelhas. O outro é o Abaday®, produto que apresenta duplo efeito no controle de lagartas na soja, milho e algodão, com choque e residual. Por fim, o Legion®, para o controle do percevejo da soja e do bicudo-do-algodoeiro, sendo um produto de choque focado na primeira aplicação.

A Sumitomo Chemical leva ainda duas soluções da linha de Pastagem, o Azbany® e o Longar®, voltados para controle de plantas daninhas de folha larga.

Fonte: Sumitomo Chemical

Fonte: Portal do Agronegócio

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Confinamento de bovinos deve ter oferta favorável de insumos no 2º semestre de 2026, impulsionado por safra recorde de grãos

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O segundo semestre de 2026 deve apresentar um cenário mais favorável para a compra de insumos destinados à nutrição animal no confinamento bovino. A avaliação é de especialistas do setor, que projetam melhora na relação de troca entre boi gordo e matérias-primas, impulsionada pela maior oferta de grãos e subprodutos industriais.

Safra recorde de soja amplia oferta de farelo

De acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra de soja deve atingir níveis recordes, elevando o volume de processamento e, consequentemente, a disponibilidade de farelo de soja no mercado.

O insumo, antes menos utilizado por grandes confinamentos, ganha espaço nas formulações de dietas devido à maior oferta e competitividade de preços.

DDG e farelo de algodão entram no radar do confinamento

Outro destaque é o DDG (grãos secos de destilaria), que deve registrar maior regularidade de oferta ao longo do semestre.

Segundo o coordenador de Planejamento de um grupo do setor pecuário, ajustes operacionais realizados no início do ano devem ser normalizados, ampliando a disponibilidade do insumo.

“Algumas usinas passaram por ajustes operacionais no início do ano, mas a tendência é de normalização ao longo do segundo semestre. Quem se antecipou na compra garantiu melhores condições”, explica Fabiano Carvalho.

O farelo de algodão também pode apresentar oportunidades pontuais de aquisição, especialmente diante dos estoques industriais e da proximidade da nova safra, exigindo atenção ao timing de compra.

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Produção de etanol de milho reforça oferta de subprodutos

A expansão da produção de etanol de milho no Brasil, estimada em cerca de 20 bilhões de litros anuais segundo a União Nacional do Etanol de Milho, também deve contribuir para o aumento da oferta de subprodutos utilizados na nutrição animal.

Com mais milho direcionado à produção industrial, cresce a disponibilidade de coprodutos utilizados nas dietas de confinamento.

Cautela com o milho diante de volatilidade global

Apesar do aumento de oferta, especialistas recomendam cautela na aquisição do milho, principal componente da dieta de confinamento.

“O milho, como qualquer commodity, está sujeito a oscilações influenciadas por fatores geopolíticos. É fundamental considerar possíveis variações de preços”, alerta Fabiano Carvalho.

Estratégias de compra ganham importância na gestão do confinamento

Ao longo de 2025, estratégias de aquisição escalonada mostraram-se fundamentais para proteger margens e reduzir riscos de volatilidade. Entre as principais práticas adotadas por grupos do setor estão:

  • Fixação parcial e escalonada de insumos
  • Gestão de margem por lote
  • Monitoramento diário dos mercados físico e futuro
  • Controle rigoroso da conversão alimentar
  • Uso de tecnologia para acompanhamento de desempenho individual
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Segundo especialistas, essas práticas ajudam a reduzir a exposição às oscilações de mercado e aumentam a previsibilidade do custo por arroba produzida.

Eficiência produtiva passa a ser determinante na rentabilidade

Além do controle de custos, indicadores como ganho de carcaça e produção de arrobas ganham protagonismo na análise de desempenho dos confinamentos.

“O peso vivo pode variar, mas o ganho de carcaça e a produção de arrobas no período de engorda refletem o resultado real da operação e a margem no frigorífico”, destaca Fabiano Carvalho.

Perspectiva para 2026 reforça profissionalização do confinamento

O cenário para 2026 aponta para a manutenção do confinamento como ferramenta estratégica na pecuária brasileira, com maior exigência de gestão profissionalizada, uso de tecnologia e disciplina na compra de insumos.

Para especialistas do setor, a combinação entre oferta favorável de alimentos e gestão eficiente de custos deve sustentar a competitividade das operações mais tecnificadas ao longo do ano.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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