AGRONEGÓCIO

Suinocultura: sanidade proporciona bem-estar ao animal e progresso ao setor

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A suinocultura brasileira está em constante crescimento e ano após ano é cada vez mais relevante nos mercados interno e externo. Algo que sem dúvida alguma contribui fortemente para essa relevância no mercado são os índices de produtividade que as granjas brasileiras vêm apresentando com o passar dos anos. Se observarmos os dados da Agriness, notamos que as TOP 50 granjas produtoras de desmamados atingiram a média de 35,54 DFA (desmamado fêmea ano), onde comparado com dados de 2008, tiveram um crescimento de 10,72 leitões desmamados fêmea ano.

Alcançar números tão expressivos de produtividade, somente foi possível devido ao avanço das técnicas de produção intensiva, biosseguridade, genética, nutrição e ao desenvolvimento de vacinas efetivas e de alta tecnologia, as quais proporcionam um alto padrão sanitário ao plantel, permitindo com que os suínos possam expressar seu valor genético com máxima eficiência.

Visando atingir tais índices de produtividade, os produtores precisam atentar-se ao calendário de vacinação, pois é valido lembrar que as vacinas precisam ser realizadas no período correto de vida do animal, para que assim possam performar com excelência. Além disso é de extrema importância que o plantel esteja sendo assistido por um médico-veterinário, pois ele é o profissional indicado para escolher o protocolo vacinal que mais se adequa aos desafios da granja, e selecionar as vacinas que possuem ampla cobertura sobre os diversos agentes presentes

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“As principais doenças que acometem os suínos no brasil e que a vacinação é imprescindível para alcançar altos índices de produtividade são: Parvovirose, leptospirose e erisipela quando falamos de problemas de ordem reprodutiva onde estas vacinas são direcionadas portanto às matrizes, colibacilose, clostridiose, e íleite quando falamos de doenças entéricas, e pneumonia ezoótica, doença de Glasser e influenza suína quando falamos de doenças de ordem respiratória”, diz o Assistente Técnico da Zoetis, Dener Paulo Tres.

Outro ponto que necessita de atenção está ligado ao controle de doenças que afetam o sistema imunológico dos suínos, deixando-os expostos à ação de agentes oportunistas, como é o caso da circovirose a qual se realiza o controle por meio da vacinação, e sendo está sem dúvida alguma a doença de maior importância dentro do plantel, onde pelo fato de atuar sobre o sistema imunológico dos suínos poderá afetar a efetividade das demais vacinas do protocolo.

A Zoetis colabora diretamente para o desenvolvimento da suinocultura no país, oferecendo soluções seguras e eficazes que auxiliam produtores durante todo o ciclo do animal, além de uma equipe técnica presente em todo território nacional visando fornecer o suporte necessário ao produtor.

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Fonte: Zoetis

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

MBRF amplia receita, bate recorde no 2º trimestre e reforça peso estratégico do Centro-Oeste

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Região concentra seis plantas industriais e cinco centros de distribuição da companhia, além de empregar cerca de 20 mil colaboradores; Mato Grosso reúne três unidades industriais e dois CDs
Região concentra seis plantas industriais e cinco centros de distribuição da companhia, além de empregar cerca de 20 mil colaboradores; Mato Grosso reúne três unidades industriais e dois CDs

A MBRF (MBRF3), uma das maiores empresas globais de alimentos, encerrou o segundo trimestre de 2026 com receita líquida de R$ 40,7 bilhões, alta de 4,9% em relação ao mesmo período do ano passado, e volume de vendas de 1,969 milhão de toneladas, recorde para um segundo trimestre.

Os resultados também ajudam a dimensionar a importância estratégica do Centro-Oeste para a companhia. As operações da MBRF na região empregam cerca de 20 mil colaboradores, reforçando o impacto da empresa na geração de emprego e renda e no desenvolvimento econômico regional.

O Centro-Oeste concentra ainda seis plantas industriais consideradas nesta estrutura, instaladas em Várzea Grande (MT), Lucas do Rio Verde (MT), Nova Mutum (MT), Rio Verde (GO), Mineiros (GO) e Dourados (MS).

A presença regional se estende à logística e distribuição. A MBRF mantém centros de distribuição em Várzea Grande e Cuiabá, em Mato Grosso; Goiânia, em Goiás; Campo Grande, em Mato Grosso do Sul; e Brasília, no Distrito Federal.

Mato Grosso ganha protagonismo

Dentro dessa estrutura, Mato Grosso ocupa posição de destaque, reunindo três plantas industriais — Várzea Grande, Lucas do Rio Verde e Nova Mutum — além dos centros de distribuição de Várzea Grande e Cuiabá.

A presença da companhia em alguns dos principais polos do agronegócio brasileiro evidencia a conexão entre produção agropecuária, industrialização, geração de empregos, logística e acesso aos mercados consumidores. É justamente no Centro-Oeste, região central para a produção de proteínas e grãos do país, que a MBRF mantém uma estrutura relevante para sustentar sua plataforma multiproteína.

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No Brasil, o volume vendido pela operação BRF cresceu 4,6% frente ao primeiro trimestre, impulsionado pela ampliação da base de clientes e pela manutenção de elevados níveis de serviço. A integração comercial também permitiu levar o portfólio de bovinos a mais de 20 mil novos pontos de venda, uma das principais sinergias proporcionadas pela combinação dos negócios.

A operação BRF registrou receita líquida de R$ 15,4 bilhões no trimestre, enquanto o EBITDA ajustado cresceu 3,8%, com margem de 16,8%.

No consolidado da MBRF, o EBITDA ajustado alcançou R$ 3,2 bilhões, crescimento de 5,4%, com margem de 7,9%. O lucro líquido foi de R$ 69 milhões.

“Os números apresentados refletem a solidez do nosso modelo de negócios, a qualidade da execução das nossas equipes e os avanços na integração das operações. Continuamos a fortalecer a nossa competitividade por meio de marcas líderes, presença global, ampla distribuição e ganhos contínuos de eficiência, sempre com foco na geração sustentável de valor”, afirma Marcos Molina, chairman da MBRF.

Segundo Miguel Gularte, CEO da MBRF, o desempenho reforça as perspectivas da companhia para os próximos meses. “O avanço consistente em nossos resultados ao longo do trimestre, com evolução operacional, comercial e na captura de sinergias, reforça nossa confiança e nos posiciona para capturar as oportunidades do segundo semestre.”

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Sinergias e eficiência

A integração dos negócios gerou R$ 158 milhões em sinergias no segundo trimestre, envolvendo frentes comerciais, suprimentos, logística e estrutura corporativa. As despesas administrativas consolidadas foram reduzidas em 13% na comparação anual.

Já o programa MBRF+, voltado à melhoria contínua, produtividade e eficiência, gerou outros R$ 328 milhões no período.

A companhia também registrou fluxo de caixa operacional de R$ 2,2 bilhões no trimestre e mantém o foco na melhoria da conversão de caixa e na gestão do capital de giro.

No mercado internacional, os resultados também avançaram. A Sadia Halal atingiu receita líquida de US$ 590 milhões, crescimento de 16,6%, e EBITDA ajustado de US$ 95 milhões, alta de 104,3%, alcançando margem recorde de 16,1%.

Na América do Sul, as operações de bovinos registraram receita líquida de R$ 6,389 bilhões, avanço de 26,4%, enquanto o EBITDA ajustado cresceu 22,1%, para R$ 570 milhões.

Sobre a MBRF

A MBRF é uma das maiores empresas globais de alimentos, presente em 117 países e com um portfólio multiproteína que inclui carne bovina, suína e de aves, produtos industrializados, pratos prontos e pet food. Com marcas como Sadia, Perdigão, Sadia Bassi, Perdigão Montana, Perdigão na Brasa, Qualy, Banvit e Paty, reúne 130 mil colaboradores no mundo e produz cerca de 8,2 milhões de toneladas de alimentos por ano, atendendo mais de 425 mil clientes.

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