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Cargill e Coopavel: Parceria que Revoluciona a Nutrição Animal de Leitões

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A parceria entre a Cargill e a Coopavel tem se mostrado um exemplo de sucesso na nutrição animal, refletindo em produtividade e melhorias nas granjas. Enquanto a Cargill se destaca como uma das maiores indústrias de alimentos do mundo, a Coopavel é reconhecida como uma das cooperativas mais inovadoras do Brasil, situada em Cascavel, Paraná.

Recentes dados apresentados pelas duas instituições confirmam a importância da nutrição para os suínos, especialmente na fase de creche, considerada uma das mais críticas na vida dos animais. Em 2023, através de um manejo adequado e da adoção de tecnologias avançadas, a Coopavel conseguiu reduzir em 45% a mortalidade na Unidade de Produção de Leitões.

De acordo com Laodinei Mossmann, gerente de contas-chave da Cargill Nutrição Animal, o segredo dessa colaboração reside na constante busca por inovação por parte da Coopavel, que está sempre aberta a recomendações e análises científicas. “Essa postura permite que a cooperativa e sua equipe técnica estejam na vanguarda da suinocultura”, afirma Laodinei.

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Um dos produtos utilizados na UPL da Coopavel é o Neopigg Feed 3W, parte do portfólio Neopigg, lançado em 2016 e continuamente atualizado com novas tecnologias e formulações. Especialistas da Cargill indicam que o investimento na fase de creche pode representar até 40% dos custos totais da granja.

O Neopigg® Feed foi desenvolvido para conter até 14% menos proteína fermentável, promovendo segurança alimentar e incorporando alta tecnologia na nutrição dos suínos. Essa abordagem visa melhorar a conversão alimentar e o ganho de peso, garantindo mais saúde aos leitões.

Resultados Consistentes

Marco Sipp, Gerente Agropecuário de Suinocultura da Coopavel e com 30 anos de experiência no setor, também celebra os resultados obtidos por essa parceria. Os números positivos não são novidades: Cargill e Coopavel já demonstraram a capacidade de reduzir em 23% as emissões de amônia em uma das Unidades de Produção de Leitões ao longo de um ano. Essa redução foi alcançada por meio da utilização de uma dieta que incluía o aditivo eubiótico Aromex®, da Delacon, comercializado no Brasil pela Cargill. A fórmula fitoterápica do produto diminui a emissão de amônia em suínos em diferentes fases de crescimento, além de aprimorar a eficiência alimentar.

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A amônia é um dos gases mais comuns na criação de suínos no Brasil. As reduções alcançadas com essa tecnologia correspondem a 119 toneladas de gás carbônico, o que equivale à queima de 50 mil litros de gasolina, trazendo benefícios significativos para o meio ambiente, o bem-estar animal e as condições de trabalho dos colaboradores.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade

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Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.

Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.

O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.

A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.

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Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.

Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.

Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.

Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.

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Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.

Fonte: Pensar Agro

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