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Suinfair 2026 movimenta a suinocultura em Ponte Nova e reforça papel como principal feira da suinocultura independente no Brasil

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A Suinfair 2026 entra na reta final de preparação e já movimenta o setor da suinocultura nesta semana em Ponte Nova (MG). Com realização confirmada para os dias 1º e 2 de julho, o evento se consolida como um dos principais pontos de encontro da suinocultura independente no Brasil, reunindo produtores, técnicos, empresas e especialistas da cadeia produtiva.

Com estandes já comercializados e programação estruturada, a feira reforça sua posição como um ambiente estratégico para geração de negócios, troca de conhecimento técnico e fortalecimento das relações comerciais no setor.

Feira reúne conteúdo técnico e oportunidades de negócios

Ao longo dos dois dias de programação, a Suinfair 2026 irá concentrar palestras técnicas, debates e espaços voltados ao relacionamento entre empresas e produtores rurais.

O evento busca atender um público altamente qualificado, formado por profissionais que atuam diretamente na produção de suínos, na gestão das propriedades e na tomada de decisões estratégicas dentro da cadeia produtiva.

Além das oportunidades comerciais, a feira também se destaca como um ambiente de atualização profissional e troca de experiências entre os diferentes elos da suinocultura.

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Seminário técnico aborda mercado, custos e eficiência produtiva

Um dos destaques da programação é o Seminário Técnico, que contará com a participação de especialistas reconhecidos do setor, como Sergio De Zen e José Henrique Piva.

Os palestrantes irão abordar temas ligados ao mercado de suínos, custos de produção, eficiência produtiva e estratégias de competitividade em um cenário de margens ajustadas e maior exigência de gestão nas propriedades rurais.

A programação também inclui conteúdos voltados à gestão, liderança e tomada de decisão, reforçando a importância da profissionalização na suinocultura moderna.

Cadeia produtiva reúne empresas e soluções para o setor

A Suinfair 2026 contará com a participação de empresas de diferentes segmentos da cadeia da suinocultura, incluindo nutrição animal, genética, sanidade, equipamentos, tecnologia e serviços especializados.

O objetivo é aproximar produtores e fornecedores em um único ambiente, facilitando o acesso a soluções tecnológicas e fortalecendo parcerias comerciais que contribuam para o aumento da eficiência produtiva.

Vale do Piranga reforça importância na suinocultura nacional

Realizada no Vale do Piranga, a feira acontece em uma das regiões mais relevantes para a suinocultura brasileira. A área concentra cerca de 35% do rebanho suíno de Minas Gerais e é considerada o principal polo da suinocultura independente no país.

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Esse contexto reforça a importância da Suinfair como espaço estratégico de integração da cadeia produtiva, reunindo conhecimento técnico, inovação e oportunidades de mercado.

Evento consolida integração e desenvolvimento do setor

Com a edição de 2026, a Suinfair reafirma seu papel como um dos principais eventos da suinocultura brasileira, promovendo conexão entre produtores, empresas e especialistas.

A feira representa a consolidação de um movimento construído ao longo dos últimos meses, com foco em fortalecer a cadeia produtiva, ampliar o acesso à informação técnica e gerar oportunidades reais de negócios para o setor suinícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

MBRF amplia receita, bate recorde no 2º trimestre e reforça peso estratégico do Centro-Oeste

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Região concentra seis plantas industriais e cinco centros de distribuição da companhia, além de empregar cerca de 20 mil colaboradores; Mato Grosso reúne três unidades industriais e dois CDs
Região concentra seis plantas industriais e cinco centros de distribuição da companhia, além de empregar cerca de 20 mil colaboradores; Mato Grosso reúne três unidades industriais e dois CDs

A MBRF (MBRF3), uma das maiores empresas globais de alimentos, encerrou o segundo trimestre de 2026 com receita líquida de R$ 40,7 bilhões, alta de 4,9% em relação ao mesmo período do ano passado, e volume de vendas de 1,969 milhão de toneladas, recorde para um segundo trimestre.

Os resultados também ajudam a dimensionar a importância estratégica do Centro-Oeste para a companhia. As operações da MBRF na região empregam cerca de 20 mil colaboradores, reforçando o impacto da empresa na geração de emprego e renda e no desenvolvimento econômico regional.

O Centro-Oeste concentra ainda seis plantas industriais consideradas nesta estrutura, instaladas em Várzea Grande (MT), Lucas do Rio Verde (MT), Nova Mutum (MT), Rio Verde (GO), Mineiros (GO) e Dourados (MS).

A presença regional se estende à logística e distribuição. A MBRF mantém centros de distribuição em Várzea Grande e Cuiabá, em Mato Grosso; Goiânia, em Goiás; Campo Grande, em Mato Grosso do Sul; e Brasília, no Distrito Federal.

Mato Grosso ganha protagonismo

Dentro dessa estrutura, Mato Grosso ocupa posição de destaque, reunindo três plantas industriais — Várzea Grande, Lucas do Rio Verde e Nova Mutum — além dos centros de distribuição de Várzea Grande e Cuiabá.

A presença da companhia em alguns dos principais polos do agronegócio brasileiro evidencia a conexão entre produção agropecuária, industrialização, geração de empregos, logística e acesso aos mercados consumidores. É justamente no Centro-Oeste, região central para a produção de proteínas e grãos do país, que a MBRF mantém uma estrutura relevante para sustentar sua plataforma multiproteína.

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No Brasil, o volume vendido pela operação BRF cresceu 4,6% frente ao primeiro trimestre, impulsionado pela ampliação da base de clientes e pela manutenção de elevados níveis de serviço. A integração comercial também permitiu levar o portfólio de bovinos a mais de 20 mil novos pontos de venda, uma das principais sinergias proporcionadas pela combinação dos negócios.

A operação BRF registrou receita líquida de R$ 15,4 bilhões no trimestre, enquanto o EBITDA ajustado cresceu 3,8%, com margem de 16,8%.

No consolidado da MBRF, o EBITDA ajustado alcançou R$ 3,2 bilhões, crescimento de 5,4%, com margem de 7,9%. O lucro líquido foi de R$ 69 milhões.

“Os números apresentados refletem a solidez do nosso modelo de negócios, a qualidade da execução das nossas equipes e os avanços na integração das operações. Continuamos a fortalecer a nossa competitividade por meio de marcas líderes, presença global, ampla distribuição e ganhos contínuos de eficiência, sempre com foco na geração sustentável de valor”, afirma Marcos Molina, chairman da MBRF.

Segundo Miguel Gularte, CEO da MBRF, o desempenho reforça as perspectivas da companhia para os próximos meses. “O avanço consistente em nossos resultados ao longo do trimestre, com evolução operacional, comercial e na captura de sinergias, reforça nossa confiança e nos posiciona para capturar as oportunidades do segundo semestre.”

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Sinergias e eficiência

A integração dos negócios gerou R$ 158 milhões em sinergias no segundo trimestre, envolvendo frentes comerciais, suprimentos, logística e estrutura corporativa. As despesas administrativas consolidadas foram reduzidas em 13% na comparação anual.

Já o programa MBRF+, voltado à melhoria contínua, produtividade e eficiência, gerou outros R$ 328 milhões no período.

A companhia também registrou fluxo de caixa operacional de R$ 2,2 bilhões no trimestre e mantém o foco na melhoria da conversão de caixa e na gestão do capital de giro.

No mercado internacional, os resultados também avançaram. A Sadia Halal atingiu receita líquida de US$ 590 milhões, crescimento de 16,6%, e EBITDA ajustado de US$ 95 milhões, alta de 104,3%, alcançando margem recorde de 16,1%.

Na América do Sul, as operações de bovinos registraram receita líquida de R$ 6,389 bilhões, avanço de 26,4%, enquanto o EBITDA ajustado cresceu 22,1%, para R$ 570 milhões.

Sobre a MBRF

A MBRF é uma das maiores empresas globais de alimentos, presente em 117 países e com um portfólio multiproteína que inclui carne bovina, suína e de aves, produtos industrializados, pratos prontos e pet food. Com marcas como Sadia, Perdigão, Sadia Bassi, Perdigão Montana, Perdigão na Brasa, Qualy, Banvit e Paty, reúne 130 mil colaboradores no mundo e produz cerca de 8,2 milhões de toneladas de alimentos por ano, atendendo mais de 425 mil clientes.

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