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StoneX Revela Pequena Redução na Área da Primeira Safra de Milho 2024/25

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A StoneX revisou para baixo sua estimativa de produção de milho verão para a safra 2024/25, projetando um total de 24,87 milhões de toneladas, o que representa uma diminuição de 0,3% em relação à previsão anterior de setembro. Esse ajuste decorre da revisão da área plantada na Bahia, que foi reduzida em 10 mil hectares.

No Sul do Brasil, onde as chuvas têm sido mais intensas, a semeadura do milho verão avança de forma positiva. Em outros estados, o ciclo de plantio ocorre geralmente um pouco mais tarde, mas as condições climáticas estão sendo monitoradas com atenção.

Atualmente, a StoneX não está prevendo a produção da safrinha 2024/25, mantendo a área cultivada semelhante à da safra 2023/24, com uma produtividade seguindo a tendência histórica. Essa projeção preliminar aponta para uma produção total de aproximadamente 123 milhões de toneladas.

É importante destacar que o desempenho do ciclo da soja será determinante para o desenvolvimento da safrinha do próximo ano, especialmente em um cenário de margens apertadas.

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Os estoques finais de milho são estimados em níveis confortáveis tanto para a safra 2023/24 quanto para a 2024/25. Contudo, vale lembrar que a maior parte da oferta nacional se concentra na safrinha, que será plantada apenas em 2025.

NOTA: A produção total de milho inclui estimativas para a primeira, segunda e terceira safras. A safrinha 2024/25 considera a área de 2023/24 e uma produtividade média de 5,6 toneladas por hectare. A terceira safra está prevista em 2,19 milhões de toneladas, repetindo a estimativa da safra 2023/24.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Soja despenca em Chicago, trava negócios no Brasil e mantém preços estáveis no mercado físico

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A forte desvalorização dos contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) marcou o mercado ao longo da semana e contribuiu para a paralisação das negociações no Brasil. Mesmo com a valorização do dólar frente ao real, o recuo das cotações internacionais reduziu o interesse dos agentes do mercado e manteve a comercialização em ritmo lento nas principais regiões produtoras do país.

A combinação entre a queda expressiva em Chicago e o feriado da última quinta-feira diminuiu a liquidez do mercado brasileiro. Como resultado, os preços da oleaginosa permaneceram praticamente inalterados nos principais polos de comercialização.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu cotada a R$ 126,00 durante toda a semana. Em Cascavel (PR), o valor permaneceu em R$ 121,00 por saca. Já em Rondonópolis (MT), a referência ficou em R$ 110,00. No Porto de Paranaguá (PR), importante termômetro das exportações brasileiras, a cotação se manteve em R$ 132,00 por saca.

Chicago atinge menor nível desde fevereiro

Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros da soja com vencimento em julho, os mais negociados do mercado, acumularam perdas superiores a 5% na semana. Na manhã desta sexta-feira (5), o contrato era negociado a US$ 11,26 por bushel, o menor patamar registrado desde o início de fevereiro.

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A pressão baixista está diretamente relacionada aos fundamentos globais da oferta. As condições climáticas favoráveis nos Estados Unidos seguem beneficiando o desenvolvimento das lavouras, reforçando as expectativas de uma safra cheia na temporada 2026/27.

Além disso, o mercado já começa a revisar para cima as projeções de produtividade das lavouras norte-americanas. O cenário se soma às safras robustas colhidas recentemente por Brasil e Argentina, ampliando a disponibilidade global da commodity e aumentando a pressão sobre os preços internacionais.

Demanda chinesa ainda decepciona mercado

Pelo lado da demanda, os investidores seguem atentos ao comportamento das importações chinesas. Apesar do acordo comercial firmado entre China e Estados Unidos em maio, o mercado ainda não observa uma retomada consistente das compras chinesas de soja norte-americana.

A ausência desse movimento limita o potencial de recuperação das cotações e reforça o ambiente de cautela entre os participantes do mercado internacional.

Relatório do USDA e tensão geopolítica seguem no radar

Nas próximas semanas, dois fatores devem continuar influenciando os preços da soja.

O primeiro é o relatório mensal de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na próxima quinta-feira, dia 11. O documento poderá trazer novas revisões para produção, estoques e exportações da oleaginosa.

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O segundo fator é a escalada das tensões no Oriente Médio, que continua gerando volatilidade nos mercados financeiros e energéticos. O impacto sobre os preços do petróleo e o comportamento dos investidores permanecem no centro das atenções.

Dólar sobe, mas não consegue compensar perdas externas

No mercado cambial, o dólar apresentou valorização ao longo da semana, impulsionado pelas incertezas geopolíticas, preocupações com a inflação global e pela expectativa de manutenção dos juros elevados nos Estados Unidos.

A moeda norte-americana avançou cerca de 1,4% frente ao real no período, voltando ao patamar de R$ 5,12.

Apesar do movimento favorável para as exportações brasileiras, a alta do câmbio não foi suficiente para neutralizar o impacto negativo provocado pela forte queda das cotações em Chicago, mantendo o mercado doméstico praticamente paralisado e com poucas alterações nos preços da soja.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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