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Sonhagro Alcança R$ 4 Bilhões em Créditos Intermediados e Conquista Sucesso no Franchising

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Romário Alves, fundador e CEO da Sonhagro, tem uma trajetória que reflete sua dedicação ao agronegócio e ao empreendedorismo. Nascido e criado em Piaçu, ES, Romário começou sua jornada ajudando a família na lavoura e na venda de leite. Essas experiências precoces, que incluíam a entrega de leite e o trabalho nas plantações de café, moldaram seu espírito empreendedor e seu compromisso com o trabalho. Aos 18 anos, após concluir cursos técnicos e acumular diversas experiências profissionais, Romário descobriu sua verdadeira vocação: ajudar produtores rurais a prosperar.

Com uma visão inovadora, Romário fundou a Sonhagro em agosto de 2013. A empresa, que se especializa em consultoria financeira e na elaboração de projetos técnicos para a obtenção de crédito rural, expandiu rapidamente. Estabelecendo parcerias estratégicas com instituições financeiras como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Sicoob e Cresol, a Sonhagro entrou no mercado de franquias em 2017, o que impulsionou seu crescimento exponencial com unidades em todo o país. “Meu objetivo sempre foi proporcionar aos agricultores o suporte necessário para que possam crescer e realizar seus sonhos”, destacou Romário.

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Em 2023, a Sonhagro apresentou um crescimento notável de 35,9% e, apenas no primeiro semestre deste ano, o número de unidades aumentou em 80%, consolidando sua posição de destaque no setor. Desde sua fundação, a rede intermediou mais de R$ 4 bilhões em créditos no Brasil, transformando a vida de milhares de agricultores e pecuaristas ao fornecer o suporte financeiro essencial para que eles possam alcançar seus objetivos.

“A Sonhagro surgiu com o propósito de tornar realidade os sonhos daqueles que impulsionam a economia do Brasil. Após 11 anos, nossa missão continua firme. Nossa terra é abundante e fértil, e é com base nisso que nos empenhamos para ajudar os agricultores brasileiros a alcançar seus objetivos”, conclui Romário Alves.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Alta de invasões impulsiona campanha “Invasão Zero” e pressiona por lei mais dura

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) intensificou a reação às invasões de propriedades rurais com a campanha “Invasão Zero”, que reúne um conjunto de propostas legislativas e medidas de pressão institucional para endurecer o combate às ocupações no campo.

A iniciativa ganha força em meio ao aumento recente dos casos. Levantamento da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) aponta 33 invasões registradas entre janeiro e meados de abril deste ano, sendo 14 apenas neste mês. Do total, 32 episódios foram atribuídos ou vinculados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

Para a bancada ruralista, o avanço das ocupações amplia a insegurança jurídica e afeta decisões de investimento no setor. A avaliação é de que o cenário pode comprometer a produção, sobretudo em regiões de fronteira agrícola, onde a expansão depende de maior previsibilidade institucional.

Como resposta, a FPA articula um pacote de projetos no Congresso. Entre eles está o Projeto de Lei 4.432/2023, que cria o Cadastro Nacional de Invasões de Propriedades (CNIP), com integração ao Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp). A proposta busca centralizar dados, facilitar a identificação de envolvidos e dar suporte às ações de segurança.

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Outro eixo da ofensiva é o endurecimento das penas. O Projeto de Lei 1.198/2023 propõe alterar o Código Penal para elevar a punição por esbulho possessório, hoje limitada a detenção de um a seis meses, para reclusão de quatro a oito anos, além de multa. Já o Projeto de Lei 6.612/2025 cria uma tipificação específica para invasões de propriedades rurais, com penas que podem chegar a dez anos, agravadas em casos de áreas produtivas ou ações coletivas.

No mesmo pacote, propostas buscam restringir o acesso de invasores a políticas públicas. Um dos textos em tramitação prevê a exclusão de ocupantes irregulares de programas de reforma agrária e o bloqueio temporário de crédito subsidiado, benefícios fiscais e contratos com o poder público.

A ofensiva legislativa ocorre em um contexto mais amplo de debate sobre a política fundiária. Dados do mostram que o Brasil tem cerca de 1,1 milhão de famílias assentadas, mas ainda enfrenta desafios estruturais na geração de renda e na integração produtiva dessas áreas. Para a FPA, a solução passa por tratar a reforma agrária como política técnica, com foco em infraestrutura, assistência e viabilidade econômica, e não por meio de ocupações.

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A campanha “Invasão Zero” deve orientar a atuação da bancada ao longo de 2026, com prioridade para projetos que ampliem a segurança jurídica no campo e estabeleçam regras mais rígidas para ocupações ilegais. O tema tende a ganhar espaço na agenda do Congresso, especialmente diante da pressão de produtores e entidades do setor.

Fonte: Pensar Agro

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