AGRONEGÓCIO

Soluções mecanizadas para cultivo de frutas otimizam gestão nas lavouras para atender as demandas no final de ano

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No final de ano, as frutas brasileiras como uvas finas de mesa, figos, pêssegos e nectarinas, ocupam cada vez mais as mesas e o paladar dos brasileiros. Para o agricultor, a temporada é ideal para fazer bons negócios e oferecer produtos de qualidade ao consumidor.

É que, neste período, a procura por frutas é maior. O fim do ano ajuda no impulsionamento de produção de frutas típicas dessa época, além de gerar mais renda e emprego. Desta forma, soluções mecanizadas podem auxiliar os produtores na otimização de tempo para atender às demandas.

Com foco nas necessidades do agricultor, empresas como a Agritech – pioneira na indústria brasileira ao fabricar linhas de tratores, microtratores e implementos agrícolas voltadas para pequenos e médios produtores – apostam em uma linha de máquinas especialmente projetadas para o trabalho de cultivo de frutas.

“O mercado de culturas adensadas exige cada vez mais produtos com características específicas para a atividade. Por isso, os nossos tratores vêm ao encontro com essas exigências tais como variação de potência, dimensões adequadas, baixa compactação de solo, considerado fator muito importante em culturas perenes. Tudo isso aliado ao baixo consumo de combustível”, explica o coordenador de Vendas/Marketing da Agritech, Cesar Roberto Guimarães de Oliveira.

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Portfólio da Agritech para cultivo de frutas

Para cultivo de frutas, a Agritech conta com a linha de tratores nas versões 1155 Fruteiro e 1160 Fruteiro, equipados com motores ultramodernos que atendem às exigências das normas internacionais de emissões de poluente e baixo ruído. A tecnologia adotada pela empresa antecipa o futuro do conceito em eficiência e está adequada ao programa MAR-1 (Máquinas Agrícolas e Rodoviárias – Fase 1).

O trator 1160 Turbo da Agritech, por ser o mais compacto do mercado em sua categoria e peso, tem obtido melhores performances no meio das estreitas parreiras. De acordo com Oliveira, por ser um modelo mais baixo e compacto, consegue andar pelas parreiras com mais agilidade. O reversor sincronizado reduz o tempo nas manobras por contar com maior opção de velocidade de deslocamento à ré.

O trator 1160 Turbo facilita o dia a dia da lavoura em diversas situações de aplicação, desde o preparo do solo ao transporte da sua colheita – o que dá ao equipamento muita versatilidade. Uma série de acessórios de fábrica equipa o 1160 Turbo, como cambio sincronizado de 24 velocidades com reversor, redutor de velocidade, tomada de força econômica, tomada de força proporcional e comando duplo.

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“O 1160 Turbo é multifuncional e versátil. É um trator que oferece soluções que antes somente modelos de maior porte e potência poderiam oferecer. Moderno e completo, esse equipamento oferece segurança ocupacional, conforto e bem-estar ao operador”, destaca Oliveira.

Além disso, o equipamento ainda possui tração 4 X 4, capacidade do levante hidráulico de 2.200 kg e câmbio principal e secundário sincronizados. “Sem dúvida os atributos desse modelo o elevam a um novo patamar de sofisticação e tecnologia”, finaliza.

Fonte: Attuale Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

MBRF amplia receita, bate recorde no 2º trimestre e reforça peso estratégico do Centro-Oeste

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Região concentra seis plantas industriais e cinco centros de distribuição da companhia, além de empregar cerca de 20 mil colaboradores; Mato Grosso reúne três unidades industriais e dois CDs
Região concentra seis plantas industriais e cinco centros de distribuição da companhia, além de empregar cerca de 20 mil colaboradores; Mato Grosso reúne três unidades industriais e dois CDs

A MBRF (MBRF3), uma das maiores empresas globais de alimentos, encerrou o segundo trimestre de 2026 com receita líquida de R$ 40,7 bilhões, alta de 4,9% em relação ao mesmo período do ano passado, e volume de vendas de 1,969 milhão de toneladas, recorde para um segundo trimestre.

Os resultados também ajudam a dimensionar a importância estratégica do Centro-Oeste para a companhia. As operações da MBRF na região empregam cerca de 20 mil colaboradores, reforçando o impacto da empresa na geração de emprego e renda e no desenvolvimento econômico regional.

O Centro-Oeste concentra ainda seis plantas industriais consideradas nesta estrutura, instaladas em Várzea Grande (MT), Lucas do Rio Verde (MT), Nova Mutum (MT), Rio Verde (GO), Mineiros (GO) e Dourados (MS).

A presença regional se estende à logística e distribuição. A MBRF mantém centros de distribuição em Várzea Grande e Cuiabá, em Mato Grosso; Goiânia, em Goiás; Campo Grande, em Mato Grosso do Sul; e Brasília, no Distrito Federal.

Mato Grosso ganha protagonismo

Dentro dessa estrutura, Mato Grosso ocupa posição de destaque, reunindo três plantas industriais — Várzea Grande, Lucas do Rio Verde e Nova Mutum — além dos centros de distribuição de Várzea Grande e Cuiabá.

A presença da companhia em alguns dos principais polos do agronegócio brasileiro evidencia a conexão entre produção agropecuária, industrialização, geração de empregos, logística e acesso aos mercados consumidores. É justamente no Centro-Oeste, região central para a produção de proteínas e grãos do país, que a MBRF mantém uma estrutura relevante para sustentar sua plataforma multiproteína.

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No Brasil, o volume vendido pela operação BRF cresceu 4,6% frente ao primeiro trimestre, impulsionado pela ampliação da base de clientes e pela manutenção de elevados níveis de serviço. A integração comercial também permitiu levar o portfólio de bovinos a mais de 20 mil novos pontos de venda, uma das principais sinergias proporcionadas pela combinação dos negócios.

A operação BRF registrou receita líquida de R$ 15,4 bilhões no trimestre, enquanto o EBITDA ajustado cresceu 3,8%, com margem de 16,8%.

No consolidado da MBRF, o EBITDA ajustado alcançou R$ 3,2 bilhões, crescimento de 5,4%, com margem de 7,9%. O lucro líquido foi de R$ 69 milhões.

“Os números apresentados refletem a solidez do nosso modelo de negócios, a qualidade da execução das nossas equipes e os avanços na integração das operações. Continuamos a fortalecer a nossa competitividade por meio de marcas líderes, presença global, ampla distribuição e ganhos contínuos de eficiência, sempre com foco na geração sustentável de valor”, afirma Marcos Molina, chairman da MBRF.

Segundo Miguel Gularte, CEO da MBRF, o desempenho reforça as perspectivas da companhia para os próximos meses. “O avanço consistente em nossos resultados ao longo do trimestre, com evolução operacional, comercial e na captura de sinergias, reforça nossa confiança e nos posiciona para capturar as oportunidades do segundo semestre.”

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Sinergias e eficiência

A integração dos negócios gerou R$ 158 milhões em sinergias no segundo trimestre, envolvendo frentes comerciais, suprimentos, logística e estrutura corporativa. As despesas administrativas consolidadas foram reduzidas em 13% na comparação anual.

Já o programa MBRF+, voltado à melhoria contínua, produtividade e eficiência, gerou outros R$ 328 milhões no período.

A companhia também registrou fluxo de caixa operacional de R$ 2,2 bilhões no trimestre e mantém o foco na melhoria da conversão de caixa e na gestão do capital de giro.

No mercado internacional, os resultados também avançaram. A Sadia Halal atingiu receita líquida de US$ 590 milhões, crescimento de 16,6%, e EBITDA ajustado de US$ 95 milhões, alta de 104,3%, alcançando margem recorde de 16,1%.

Na América do Sul, as operações de bovinos registraram receita líquida de R$ 6,389 bilhões, avanço de 26,4%, enquanto o EBITDA ajustado cresceu 22,1%, para R$ 570 milhões.

Sobre a MBRF

A MBRF é uma das maiores empresas globais de alimentos, presente em 117 países e com um portfólio multiproteína que inclui carne bovina, suína e de aves, produtos industrializados, pratos prontos e pet food. Com marcas como Sadia, Perdigão, Sadia Bassi, Perdigão Montana, Perdigão na Brasa, Qualy, Banvit e Paty, reúne 130 mil colaboradores no mundo e produz cerca de 8,2 milhões de toneladas de alimentos por ano, atendendo mais de 425 mil clientes.

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