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Sojicultores recebem nova ferramenta para o controle de doenças que afetam a produtividade

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O cultivo da soja, essencial para a economia brasileira, enfrenta desafios crescentes devido a doenças como a podridão dos grãos e o quebramento das hastes. Essas enfermidades têm prejudicado a produtividade nas últimas safras, especialmente no Cerrado e em outras regiões produtoras do país. Para auxiliar os sojicultores a enfrentarem esses desafios, a Corteva Agriscience estendeu a bula do fungicida Vessarya®, oferecendo um manejo mais completo para combater essas anomalias.

Aumento das Doenças na Cultura da Soja

A podridão dos grãos e o quebramento das hastes têm se tornado mais frequentes nos últimos anos, afetando áreas de cultivo em todo o Brasil. A podridão de grãos foi detectada pela primeira vez na safra 2019/20 e, desde então, tem se expandido, causando danos significativos à produtividade, especialmente no Mato Grosso. Já o quebramento de haste tornou-se um problema mais sério a partir da safra 2020/2021, afetando diversas regiões do país.

Desafios e Soluções

A podridão dos grãos e quebramento das hastes são desafios complexos, influenciados por fatores genéticos e climáticos. A utilização correta de fungicidas tem sido uma estratégia eficaz para mitigar esses problemas. O fungicida Vessarya®, com tecnologia OnmiraTM Active, protege as plantas de soja e oferece resultados superiores no controle dessas doenças.

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Eficiência Comprovada

Estudos realizados pela Corteva demonstraram que o Vessarya® pode aumentar a produtividade da soja em até 18 sacas por hectare. Em um ensaio conduzido em Lucas do Rio Verde, Mato Grosso, na safra 2022/23, o tratamento com Vessarya® resultou em um aumento significativo na produção, além de proteger as vagens e os grãos da soja.

Manejo Completo

Com a extensão de bula para o controle da podridão dos grãos e quebramento das hastes, o Vessarya® se torna ainda mais completo, integrando o portfólio de Manejo Campeão da Soja da Corteva. Além disso, o produto dispensa o uso de óleo nas aplicações, possui alta sistemicidade e efeito translaminar, garantindo melhor absorção e proteção duradoura para as plantas de soja.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade

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Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.

Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.

O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.

A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.

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Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.

Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.

Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.

Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.

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Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.

Fonte: Pensar Agro

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