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Soja apresenta leve alta na Bolsa de Chicago em semana decisiva para o mercado

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Os preços da soja começaram a semana em leve alta na Bolsa de Chicago. Por volta das 6h20 (horário de Brasília), as cotações variavam de forma moderada, recuando entre 3 e 4 pontos nos principais contratos. O vencimento de novembro estava cotado a US$ 10,08 por bushel, enquanto o contrato de março atingia US$ 10,41 nesta segunda-feira (9).

O mercado opera com certa cautela, em razão dos importantes relatórios que serão divulgados ao longo dos próximos dias. Entre as informações mais aguardadas está a atualização das condições das lavouras norte-americanas, prevista para as 17h (horário de Brasília), após o fechamento do mercado. Além disso, o novo boletim de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) será publicado no dia 12 de setembro, trazendo projeções que podem influenciar diretamente as negociações.

Outro fator de atenção para os operadores é o monitoramento das condições climáticas, tanto nos campos do Corn Belt, nos Estados Unidos, quanto no Brasil. Nos EUA, a colheita está prestes a começar, enquanto no Brasil, o plantio da nova safra se aproxima. No entanto, as previsões de clima seco e altas temperaturas podem atrasar o início da semeadura em solo brasileiro.

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O mercado de soja também se beneficia das altas no preço do óleo, que subiu mais de 1% nesta segunda-feira, após uma recuperação da queda acentuada na última sexta-feira. A retração anterior foi provocada pela interrupção nas relações comerciais entre China e Canadá, que impactou especialmente o óleo de canola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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