AGRONEGÓCIO

SNAG11, fundo Fiagro da Suno, anuncia dividendo com rendimento de 13,21%

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O SNAG11, fundo Fiagro administrado pela Suno, anunciou a manutenção do pagamento de R$ 0,105 por cota em dividendos, estabelecendo um dividend yield de 13,21%. A data agendada para a distribuição é 25 de janeiro de 2024. No final de dezembro, o Fiagro contava com 77,4 mil cotistas.

A Suno Asset, responsável pela administração do SNAG11, tem o hábito de anunciar os dividendos de seus fundos, exceto o SNAG11, no dia 15 de cada mês, com o pagamento programado para o dia 25. Em situações que envolvem datas não úteis, como feriados ou fins de semana, o anúncio ou pagamento é antecipado para o dia útil anterior.

O SNAG11 divulgou o pagamento de R$ 0,105 por cota, com data de registro em 15/01/2024 e data de pagamento programada para 25/01/2024. Referente ao mês de dezembro, o dividend yield anualizado é de 13,21%, com um yield específico para este pagamento de 1,04%.

Em novembro do ano passado, o Fiagro SNAG11 da Suno Asset estabeleceu uma parceria inédita com a Serasa Experian, incluindo informações da Serasa em seus novos relatórios gerenciais. O acordo comercial, destacado por Marcelo Pimenta, Head de agronegócios da Serasa, visa analisar a capacidade dos produtores e o impacto socioambiental resultante da produção agrícola.

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O desafio atual consiste em antecipar diversas dimensões de riscos relacionados às mudanças climáticas e possíveis problemas de infraestrutura. A avaliação engloba o comportamento dos produtores em situações de seca ou cheias, considerando históricos e alternativas de negócios para garantir a estabilidade dos pagamentos em caso de dificuldades na produção.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Ureia recua no mercado global após alta e sinaliza pressão de demanda no agronegócio

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Após dois meses de forte valorização, o mercado global de ureia começa a apresentar sinais de enfraquecimento, com perda de sustentação nos preços diante de uma demanda mais fraca em nível internacional. O movimento já se reflete em importantes polos consumidores e exportadores, incluindo o Brasil, Estados Unidos, China, Oriente Médio e Egito, segundo análise da StoneX, empresa global de serviços financeiros.

Apesar da manutenção de restrições logísticas no Oriente Médio — região estratégica para o fornecimento global de ureia e amônia — o mercado passa a ser mais influenciado pela desaceleração da demanda, que pressiona as cotações após o recente ciclo de alta.

Brasil já registra segunda semana de queda

No mercado brasileiro, a tendência de baixa já está consolidada. De acordo com o relatório semanal de fertilizantes, a ureia acumula a segunda semana consecutiva de recuo, com negócios sendo fechados abaixo de US$ 770 por tonelada, cerca de 4% inferior aos valores observados há duas semanas.

O movimento acompanha o comportamento internacional e reforça a correção de preços após o pico recente de valorização.

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Queda é observada em diversos mercados globais

Além do Brasil, o recuo nas cotações também foi registrado em outras regiões estratégicas:

  • Estados Unidos
  • China
  • Oriente Médio
  • Egito

O movimento indica um enfraquecimento mais amplo do mercado global de fertilizantes nitrogenados, alinhado a uma demanda mais contida por parte dos compradores.

Demanda mais fraca redefine dinâmica de preços

Segundo o analista de Inteligência de Mercado da StoneX, Tomás Pernías, o cenário atual representa uma mudança importante na formação dos preços internacionais.

“Mesmo com um ambiente ainda tensionado do lado da oferta, a demanda mais fraca passou a ter maior peso na dinâmica do mercado, pressionando as cotações após um período de alta intensa”, destaca.

O comportamento dos compradores também contribui para o cenário, com postura mais cautelosa diante das incertezas e da perda de atratividade nas relações de troca.

Logística no Oriente Médio ainda sustenta mercado

Apesar da tendência de queda, a redução dos preços não deve ocorrer de forma intensa no curto prazo. Isso porque os gargalos logísticos no Oriente Médio continuam restringindo a oferta global, especialmente em uma região responsável por parcela relevante das exportações de ureia e amônia.

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Esse fator estrutural ajuda a evitar uma desvalorização mais acentuada, mantendo certo nível de sustentação nas cotações internacionais.

Mercado deve seguir volátil no curto prazo

A expectativa é de que o mercado de ureia permaneça em ambiente de ajuste gradual, com possíveis quedas adicionais limitadas pela oferta restrita, mas influenciadas por uma demanda global mais fraca.

Entre os fatores que pressionam o consumo estão:

  • Período de menor demanda em países-chave
  • Relações de troca menos favoráveis ao produtor rural
  • Maior cautela nas decisões de compra
  • Perspectiva para o fertilizante no agro

Com o mercado em transição após o ciclo de alta, a ureia entra em uma fase de reequilíbrio entre oferta e demanda. Para o agronegócio, o momento exige atenção ao comportamento dos preços internacionais, já que oscilações no fertilizante têm impacto direto nos custos de produção das principais culturas agrícolas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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