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Sistema CNA/FAESC/SENAR e Sindicato Rural de Campos Novos Impactam Mais de 1.500 Pessoas no Show Tecnológico Copercampos

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O Sistema Faesc/Senar, em parceria com o Sindicato Rural de Campos Novos, teve um impacto significativo em mais de 1.500 pessoas durante os três dias de realização do Show Tecnológico Copercampos, evento ocorrido em Campos Novos (SC). O estande do Sistema e a Carreta Agro pelo Brasil receberam autoridades políticas, lideranças do agronegócio, produtores rurais, estudantes e profissionais do setor, todos em busca de conhecimento, novas tecnologias e inovações.

José Zeferino Pedrozo, presidente do Sistema Faesc/Senar e vice-presidente de finanças da CNA, avaliou o evento como extremamente positivo, destacando a expressiva participação do público e o interesse pelas iniciativas apresentadas. “O Show Tecnológico Copercampos reflete a força do agronegócio e a busca constante por inovação e qualificação. Temos orgulho de sermos parceiros históricos na missão de promover a inovação e demonstrar tecnologias voltadas ao setor produtivo”, declarou Pedrozo.

O dirigente também reconheceu o trabalho da coordenadora estadual de Assistência Técnica e Gerencial, Paula Coimbra Nunes, do supervisor regional do Senar/SC, Jeam Carlos Palavro, e da equipe técnica da ATeG. Além disso, agradeceu ao Sistema CNA/Senar/ICNA pela contribuição com a Carreta Agro pelo Brasil e sua equipe nos eventos catarinenses.

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Envolvimento e Ações Positivas no Setor

Luiz Sérgio Gris, presidente do Sindicato Rural de Campos Novos, destacou a relevância da presença do Sistema CNA/Faesc/Senar e da entidade sindical no evento, afirmando que foi essencial para fortalecer as cadeias produtivas e impulsionar a competitividade dos produtores rurais. “A participação do público superou a do ano passado, que já havia sido excelente. Estamos satisfeitos porque os produtores rurais, estudantes e profissionais do setor foram receptivos às nossas ideias e inovações. Encerramos mais uma vez o Show Tecnológico Copercampos com um saldo positivo”, disse Gris.

O espaço do Sistema Faesc/Senar e do Sindicato ofereceu uma série de atividades, incluindo conversas com especialistas comandadas por técnicos e supervisores da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG), além de um quiz interativo (perguntas e respostas). A Carreta Agro, por sua vez, atraiu os visitantes com um vídeo imersivo em 360 graus sobre a história da Terra, Alimento e Ciência, além de podcasts disponibilizados no site da Carreta, com informações atualizadas para o público.

Temas em Destaque nas Conversas com Especialistas

Diversos temas relevantes para o setor agropecuário foram abordados nas conversas com especialistas durante o evento. Entre os destaques, estiveram:

  • “Melhorando a produtividade: o que a última safra nos ensinou?”, com o supervisor técnico da ATeG, Guilherme Romani de Mello;
  • A nova Legislação aplicada ao Transporte Agrícola, com Fernando Burg, do Sest/Senat;
  • Qualidade do Leite: Boas práticas para melhorar a composição, com o técnico de campo da ATeG, Jonas Verona;
  • Do jardim ao mel: o guia especial para criar abelhas sem ferrão na cidade, com o técnico de campo da ATeG, Gabriel Boff Coronetti.
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Com essas atividades e a participação ativa de especialistas e técnicos, o evento se consolidou como uma plataforma de disseminação de conhecimento e inovação para o agronegócio catarinense.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne bovina do Brasil disparam em maio e receita supera US$ 1,3 bilhão

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As exportações brasileiras de carne bovina seguem em forte ritmo de crescimento em maio de 2026, impulsionadas pela valorização da proteína animal no mercado externo e pelo avanço consistente dos embarques. Até a terceira semana do mês, o faturamento acumulado das vendas externas alcançou US$ 1,321 bilhão, superando todo o resultado obtido em maio de 2025, quando a receita somou US$ 1,134 bilhão.

O desempenho reforça a competitividade da carne bovina brasileira no comércio global e mantém o setor pecuário atento aos impactos positivos da demanda internacional sobre o mercado interno.

Preço médio da carne bovina exportada registra forte valorização

O principal fator por trás do crescimento da receita foi a expressiva valorização do preço médio pago pela carne bovina brasileira no exterior.

Até a terceira semana de maio de 2026, a tonelada da proteína exportada foi negociada, em média, a US$ 6.492,4. No mesmo período do ano passado, o valor médio era de US$ 5.202,2 por tonelada.

A alta demonstra maior valorização da carne brasileira nos mercados compradores e amplia a rentabilidade das exportações realizadas pelos frigoríficos nacionais.

Outro indicador que reforça o bom momento do setor é a receita média diária. Em maio deste ano, o faturamento diário das exportações chegou a US$ 88,072 milhões, avanço de 63,1% em relação aos US$ 54,005 milhões registrados em maio de 2025.

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Embarques de carne bovina mantêm ritmo acelerado

Além da valorização dos preços, o volume exportado também segue elevado em 2026.

Até a terceira semana de maio, o Brasil embarcou 203,480 mil toneladas de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada. O volume já se aproxima do total exportado durante todo o mês de maio do ano passado, quando os embarques fecharam em 218,003 mil toneladas.

Na média diária, os embarques atingiram 13,565 mil toneladas em maio de 2026, acima das 10,381 mil toneladas por dia registradas no mesmo período de 2025.

O desempenho confirma a continuidade da demanda internacional aquecida pela proteína brasileira, mesmo diante de um cenário global ainda marcado por oscilações econômicas e custos elevados de produção em diferentes países.

Demanda externa fortalece pecuária brasileira

A valorização da carne bovina exportada impacta diretamente toda a cadeia pecuária nacional. Com maior rentabilidade nas vendas externas, os frigoríficos exportadores tendem a intensificar a demanda por animais prontos para abate no mercado interno.

O movimento é acompanhado de perto pelos pecuaristas, já que o mercado internacional exerce forte influência sobre os preços do boi gordo e sobre a dinâmica de compra da indústria frigorífica.

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Além disso, o aumento do valor agregado da proteína brasileira reforça a posição do Brasil entre os principais fornecedores mundiais de carne bovina, sustentado pela escala de produção, competitividade e capacidade de atender grandes mercados consumidores.

Mercado acompanha fechamento das exportações de maio

O setor pecuário segue atento ao desempenho das exportações nas próximas semanas, já que o fechamento completo de maio poderá consolidar um dos melhores resultados recentes para a carne bovina brasileira.

A expectativa do mercado é de continuidade da demanda externa firme ao longo de 2026, especialmente diante da necessidade global de abastecimento regular de proteínas animais.

Com preços mais altos e embarques em ritmo forte, a carne bovina brasileira mantém protagonismo no comércio internacional e fortalece a geração de receita para a cadeia exportadora do agronegócio nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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